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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Sound the Alarm ⤫ Album Reviews #34



MUST LISTEN:
⤫ HELL TO THE LIARS
⤫ ROOTING FOR YOU
⤫ EVERYONE ELSE

1. London Grammar  Truth Is A Beautiful Thing

Poucas são as vezes que um grupo musical se consegue infiltrar de tal maneira na minha pele. Os London Grammar são peritos em deixar-me numa espécie de êxtase. Após o aclamado disco de estreia, e um dos meus favoritos de sempre, If You Wait (2013), chega-nos o antecipado, Truth Is A Beautiful Thing.

A Hannah Reid e companhia voltaram a entrar em território melancólico, numa clara continuação do material produzido pela banda no primeiro álbum, mas algo mudou. Com mais garra e comoção, não deixa de existir uma fragilidade e cuidado presentes em cada segmento lírico. Por muito que incomode os fãs e, por mim falo, a pausa de quatro anos fez-lhes bem. As letras abordam uma necessidade de amadurecimento, relacionamentos conturbados e conflitos pessoais que tantos de nós enfrentamos diariamente. Truth Is A Beautiful Thing inova mas sem perder a essência. Embora continue a preferir If You Wait, é impossível não ficar de coração cheio a ouvir algo da magnitude de faixas como "Hell To The Liars" ou "Big Picture".


MUST LISTEN:
⤫ SIT NEXT TO ME
⤫ STATIC SPACE LOVER
⤫ DOING IT FOR THE MONEY

2. Foster The People  Sacred Hearts Club

O terceiro álbum de inéditas dos Foster The People parece sofrer do mesmo problema de tantos outros colegas de profissão. Sacred Hearts Club coloca num pedestal os principais clichés da música actual, demonstrando uma certa perda de identidade. Posto isto, nem tudo está perdido. A leveza do material oferece-nos canções altamente viciantes.

Batidas electrónicas com traços de funk e POP da década de '80 — embora eles defendam a influência do rock psicadélico dos anos 1960 na produção deste disco —, o certo é que não podia ser mais popularucho. Apesar do estilo não ser propriamente inovador, não existem momentos maus. Os refrões são infecciosos e eficazes, e as músicas têm sempre pequenos detalhes que lhes dão vida própria, nem que seja uma gargalhada aqui ou uma percussão ali. Sem dúvida que este trabalho se distingue dos anteriores (Torches [2011] e Supermodel [2014]), pela negativa, mas ao menos sempre vão deixando boas faixas pelo caminho como "Sit Next To Me" e o dueto fenomenal com a actriz Jena Malone em "Static Space Lover".


MUST LISTEN:
⤫ 3WW
⤫ IN COLD BLOOD
⤫ DEADCRUSH

3. alt-J  Relaxer

Relaxer é o regresso triunfante dos alt-J ao universo musical de An Awesome Wave. O principal destaque da banda britânica é, sem dúvida, a voz peculiar de Joe Newman, mas não termina aí. A maneira como as batidas electrónicas pulsantes se interligam com a composição, recorrendo à fragmentação de samples e vozes a que o grupo nos habituou, é impossível não nos recordarmos da épica "Breezeblocks" e outras quantas faixas do seu repertório.

O único problema a apontar nesta colectânea é a previsibilidade. Relaxer é uma aposta forte e perfeitamente executada mas, do início ao fim, fica claro que o trio tentou resgatar a sonoridade que os trouxe à ribalta. A composição é praticamente idêntica na forma como os versos são abordados, o timbre nasalado do vocalista, e batidas cíclicas que se não forem paradas a tempo se tornam um pouco irritantes. Contudo, tudo aqui parece ter sido tratado por mãos de ouro e o resultado é fantástico.


MUST LISTEN:
⤫ NADA
⤫ ME ENAMORÉ
⤫ CHANTAJE
4. Shakira  El Dorado

É incrível mas já se passaram 26 anos desde que a Shakira lançou o seu primeiro disco, Magia, em 1991. Após algum tempo afastada, e dois bebés pelo meio, a cantora voltou com El Dorado. Este 11º disco marca o retorno às suas origens.

El Dorado é uma verdadeira carta de amor à América Latina. Não é por acaso que o título faz referência à cidade de ouro perdida da Colômbia. Maioritariamente cantado em espanhol, com apenas quatro faixas em inglês e uma em francês, este trabalho ficou muito aquém das expectativas. Talvez o facto de contar com tantas colaborações já saturadas quebre um pouco o efeito "novidade".

Não há dúvida que a Shakira está atenta às tendências musicais do mercado latino. Lançou-se de cabeça aos ritmos dançantes e repletos de sensualidade. Por se tratar de um colecção tão distinta entre estilos — combina o regaeton, POP, electrónica, bachata e baladas — não parece ser muito coeso. No entanto, esta mixórdia musical mantém o ouvinte expectante por descobrir o que se segue. "Nada" é a melhor canção do álbum.


(+) ALBUM REVIEWS (HERE)

Já ouviram algum dos quatro álbuns? Qual é o vosso favorito?

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

5 Hábitos nojentos que me fazem morrer por dentro


1. Folhear aquático

Porquê? Porque é que isto existe e é tão comum? Que alminha é que se lembrou de levar a porcaria dos dedos à boca para virar a página de um livro? Compreendo a mecânica da acção, mas não invalida o facto de ser uma valente javardice. Já me deparei com folhas com vida própria e que não queriam ser viradas por nada, mas há sempre uma opção que não inclua saliva na equação. É simplesmente nojento, especialmente quando se trata de um objecto de uso comum ou que vai ser passado a outra pessoa. Digamos que no meu trabalho isso acontece com as facturas e quando chega a parte de segurar nelas, é todo um jogo à missão impossível para me certificar que não toco na área infectada. Por favor, coloquem um fim a isto!

2. Lenços manuais

Não consigo perceber em que altura da vida vos pareceu aceitável assoarem-se para as vossas mãos sem recorrer a um lenço de papel mas precisam de ajuda. A não ser que tenham sido criados por lobos, calculo que os vossos pais devessem fazer o mesmo, só pode. Quantas, mas quantas vezes já testemunhei esta selvajaria em público? No meio da rua, nos transportes públicos, you name it! De tempos a tempos lá me deparo com um ser que resolve utilizar a palma da mão como recipiente para a ranhoca, que depois é estrategicamente limpa nas calças ou "enrolada" de modo a desfazer-se e cair no chão. Tive que fazer uma pausa para não vomitar. Acho que ficamos por aqui.

3. 'rretas no ginásio

O que fazem nas vossas casas é convosco, mas quando frequentam um espaço semi-público e partilhado por outras pessoas, há que ter o mínimo de discernimento. Em cinco dias, são quatro aqueles em que sou alvo de violência sonora enquanto tento descontrair no duche. Numa espécie de chamamento animalesco, ecoam pelos balneários roncos absolutamente execráveis de homens que pouca ou nenhuma educação devem ter. Evidentemente que ninguém está imune a secreções nasais mais intensas, especialmente quando estamos constipados, mas isso não significa que seja aceitável dar todo um espectáculo de horrores em frente a uma plateia que não comprou bilhete. 

4. Unhas maltratadas

É um pouco hipócrita da minha parte falar sobre unhas uma vez que às vezes ainda dou por mim a roer as minhas, mas permitam-me que explique. Não sou o maior fã de pés, é sabido, portanto como se não bastasse ter que levar com eles no Verão, se ainda por cima as pessoas têm unhas nojentas... barf. Não dá, não consigo. Repugna-me imenso e acho inacreditável como é que não se incomodam minimamente por andarem a exibi-las ao mundo. O mesmo aplica-se às mãos. Uma coisa é roer as unhas, outra é quando estão claramente sujas ou a precisar de ser cortadas asap. Infelizmente ambas as situações são extremamente regulares tendo em conta algumas pessoas com que tenho que me relacionar no dia-a-dia. Haja estômago.

5. Grutas de cera

Quanto a vocês não sei mas, não consigo sair à rua sem ter a certeza que os meus ouvidos estão compostos. Aliás, é de conhecimento público que não se deve limpar em demasia o interior das nossas orelhas porque é bastante saudável ter uma pequena camada de cera a proteger os tímpanos. Dito isto, há limites. Não há nada mais nojento que estar em plena hora de ponta no metro e ter a centímetros da minha cara uma orelha com todo um festival de verão lá acampado. Qualquer pessoa com uma higiene minimamente cuidada, não deixaria as coisas chegarem àquele ponto por se esquecer um dia de utilizar cotonetes. Obras daquelas requerem tempo e muito desleixo. Ou então claro, uma condição física que produza quantidades astronómicas de cera.


Quais são os hábitos nojentos que não toleram? Temos pontos em comum?

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

TOP 5 REALITY SHOWS I WATCH


As minhas reviews cinematográficas já me valeram uma reputação de implacável ou simplesmente snob para alguns. Em minha defesa, já partilhei convosco (AQUI) o facto de não estar imune a uma boa produção de quinta categoria. Esta aptidão para gostar de trash estende-se a outras áreas como a música e televisão. Hoje vamos falar sobre a segunda.

Por entre o rol de programas televisivos a que assisto, existe uma área por explorar, pelo menos aqui, no Ghostly Walker: reality tv. A lista é tão longa que nem me atrevo a inumerá-los a todos. Nunca caí no vortex das Real Housewives mas em tempos fui um espectador assíduo de relíquias como Mob Wives, What Not to Wear, Long Island Medium, Tila Tequila's Shot At Love (fundo do poço, eu sei) ou The Amazing Race.

Dentro deste vasto universo seleccionei cinco que acompanho religiosamente sempre que estão no ar. Here we go!

PROJECT RUNWAY

Tal como a maioria dos títulos aqui referidos, a dada altura da minha vida caí num rabbit hole e devorei temporadas de Project Runway como se fossem pipocas. Comandado pela Heidi Klum com a ajuda do Tim Gun, esta dupla improvável é a combinação perfeita para guiar estilistas em busca de uma carreira sólida. Todas as semanas os concorrentes deparam-se com um tema e têm que criar uma peça de roupa. No final de cada desafio, um sai vencedor e o outro é eliminado. Como é que algo assim é tão viciante? 

Sinceramente, fico sempre de boca aberta com as obras que eles conseguem criar em prazos absurdos como 24h. Ao longo dos anos foram vários os vestidos memoráveis que por ali passaram verdade seja dita, introduziu no mercado nomes de peso e sucesso como o Christian Siriano. Assim como a maioria dos espectadores, não percebo nada de moda mas que sou bastante opinativo quando vejo os produtos finais, lá isso sou. 

THE X FACTOR UK

Não queria utilizar o termo super fan mas se é do X Factor que estamos a falar, então considero-me culpado. De todos os programas de talentos que alguma vez existiram, este é o meu favorito. Sim, nunca vi um único episódio do The Voice e sinceramente dispenso. Afinal, digam-me o nome de alguém que se tenha tornado num caso de sucesso? Exacto. Já o X originou actos de peso como a Leona Lewis, Cher Lloyd, Ella Henderson, Little Mix, One Direction e por aí fora. 

As audições são sempre hilariantes porque nunca faltam os cromos mas confesso que adoro o 6 Chair Challange em que basicamente cada júri encarregue de orientar uma categoria (rapazes, raparigas, grupos e +25 anos) tem que reduzir o número de concorrentes para 6. É brutal e causa sempre muita tensão tanto dentro como fora da tela. Talvez já tenha dito algumas profanidades por discordar com alguma decisão, talvez. Enfim, apesar de existir muito jogo de bastidores e algumas injustiças gritantes, é o programa perfeito para ficarmos entre os cobertores a beber um chá e comer umas bolachas enquanto vemos o sonho de alguém ser destruído.

RUPAUL'S DRAG RACE

Num verão em que o teen Richard não tinha nada para fazer, deparou-se com uns gifs de transformistas a serem super sassy uns com os outros. Curioso, descobri qual era o programa, que estava na segunda temporada e baam, o resto é história. Rupaul's Drag Race tornou-se num dos maiores fenómenos televisivos dos últimos tempos. Os episódios têm direito a festas de visualização ao estilo de Game of Thrones, e se isso não é o suficiente para entenderem a devoção dos espectadores, então precisam de começar a ver asap

Para quem vive debaixo de uma pedra e não faz ideia do que se trata, basicamente é um concurso que junta componentes de "Project Runway" e "America's Next Top Model" com perucas e brilhantes, numa luta pelo título de Melhor Drag Queen Americana. Não há nada capaz de vos tirar o mau-humor tão depressa como este show, garanto-vos. Com momentos de pura comédia, doses industriais de bitchiness e momentos de cortar o coração, é uma autêntica viagem emocional que quebra qualquer barreira de género. 

AMERICA'S NEXT TOP MODEL

O meu guilty pleasure mais antigo da lista. Não sei precisar em que ciclo comecei a acompanhar a tempo real, mas garanto-vos que devorei as primeiras temporadas numa questão de dias. Criado e apresentado pela Tyra Banks, America's Next Top Model é uma competição de modelos. Inicialmente focada exclusivamente no sexo feminino, mais recentemente teve direito a duas temporadas com homens que por acaso acabaram por vencê-las. Cancelada e trazida de volta à vida, esta série originou momentos icónicos da televisão norte-americana. Quem é que não se lembra do épico "Be quiet Tiffanny! I was rooting for you!" Façam um favor a vocês mesmos e cliquem (AQUI) para ver o clip em questão.

Digam o que disserem, a Tyra criou um império que apesar de direccionado para a "beleza", é o mais inclusivo possível. Ao longo dos anos passaram por lá concorrentes de todas as etnias, orientações sexuais, altos, baixos, gordos, magros, doenças de pele, deficiências, you name it! É esta variedade de pessoas que me fez apaixonar por este império que continua a lutar contra adversidades para se manter no ar.

THE BIGGEST LOSER

Uma escolha controversa mas que não podia deixar de aparecer aqui. Eu e o meu irmão somos como azeite e água mas se havia algo capaz de nos juntar e vibrar era este programa. Envolvido em várias polémicas devido à temática em questão, The Biggest Loser era freaking awesome! Como qualquer outra criação do género, existiam personagens típicas como o vilão, o coitadinho, o convencido, etc.

Conhecido como "O Peso Pesado" na versão portuguesa, penso que não seja necessário explicar do que se trata. Isto vai soar horrível, especialmente porque destrói por completo a mensagem do programa, mas sinto imensa falta das noites em que me sentava em frente ao pc, com uma tigela de gelado, a assistir àquelas pessoas com excesso de peso a tentarem melhorar as suas vidas. Sou terrível, eu sei.


Vêem reality shows? Acompanham algum destes?

terça-feira, 3 de outubro de 2017

CINEMA ⤫ Pocket Reviews #29




SINOPSE: Com destino a um planeta remoto do outro lado da galáxia, a tripulação da nave Covenant descobre o que acredita ser um paraíso desconhecido. Não contavam é que na realidade fosse um estranho e perigoso mundo. Quando encontram um ameaça além daquilo que imaginavam ser possível, tentam uma angustiante fuga.

OPINIÃO: Por esta altura do campeonato é escusado dizer que sou um fã assumido da Alien franchise. É a minha favorita de todos os tempos e, como tal, fui ver este capítulo ao cinema quando estreou, em Maio. Meh é a palavra que melhor descreve o que senti. Contrariamente ao antecessor, o brilhante Prometheus, esta segunda prequela promove mais elementos de terror e acção, mas no que toca ao conteúdo, perde descaradamente.

À medida do que aconteceu no anterior, as origens das criaturas extraterrestres, conhecidas como Xenomorfos, estão no centro da trama, mas pouco ou nada ficamos a saber em relação à primeira prequela. Por outro lado, ficamos a conhecer o desfecho de Elizabeth Shaw e David, que em Covenant solidifica o seu papel de vilão com um enorme complexo divino.

Em suma, este sexto filme da saga icónica de Ridley Scott acaba por desiludir por não acrescentar nada de relevante ao contexto geral do universo em que está inserido.















SINOPSE: Numa sociedade futurista, os humanos conseguiram uma forma de unir a consciência humana com os computadores e tecnologia (o "fantasma" que habita no invólucro do corpo artificial). Motoko Kusanagi, conhecida como Major, é um cyborg com experiência militar que comanda um esquadrão de elite especializado em combater crimes cibernéticos.

OPINIÃO: Não é preciso ser-se um expert de anime para já ter ouvido falar de Ghost In The Shell. Aliás, a protagonista tornou-se numa personagem de culto da cultura pop nipónica e asiática. Como tal, a escolha de Scarlett Johansson, em vez de uma actriz asiática para a personificar, deixou uma multidão enfurecida. Dito isto, o próprio director, Mamoru Oshii, defendeu a decisão, argumentando que um cyborg é uma entidade sintética e sem raça, lançando farpas aos preconceitos políticos que estão cada vez a afectar cada vez mais o mundo das artes e o cinema em especial.

De facto, a falta de imaginação de Hollywood é algo que me incomoda há muitos anos. A necessidade de recorrerem a continuações constantes, remakes de filmes cada vez mais recentes, blockbusters de super-heróis e agora, até o mercado manga querem explorar, não sei qual será o futuro da indústria cinematográfica.

Controvérsias de lado, Ghost In The Shell vale pela componente visual apelativa e uma protagonista à altura do papel que lhe foi proposto. A Scarlett carregou o filme às costas e a dinâmica expressiva e emocional de um ser que apesar de ter consciência devido ao cérebro humano, foi criado em laboratório, é bastante interessante. Infelizmente os elogios ficam-se por aí. Não é um mau filme, mas encontra-se longe de um expoente máximo de acção/fantasia.



SINOPSE: Life conta-nos a história de seis membros da tripulação da Estação Espacial Internacional, no momento em que a mesma se depara com uma das mais importantes descobertas na história da humanidade: a primeira prova de existência de vida extraterrestre em Marte. À medida que a tripulação inicia a pesquisa, os seus métodos acabam por ter consequências indesejadas e a forma de vida mostra ser mais inteligente do que alguma vez esperaram.

OPINIÃO: O conceito não é novo mas o realizador Daniel Espinosa conseguiu homenagear o Alien com um thriller espacial repleto de tensão desde o primeiro minuto. Aproveitando as características do clássico, como o ambiente claustrofóbico, corredores infinitos e mortes violentas, consegue diferenciar-se com o pouco uso de sangue e um twist audaz que me deixou à beira de cair do sofá.

Com um elenco repleto de estrelas como Gyllenhaal e Reynolds, é mesmo Rebecca Fergunson que sobressai, numa espécie de versão alternativa da Sigourney Weaver.

Life não introduz nada de novo ao género e o argumento sofre algumas limitações que se reflectem na perda de gás ao longo da história, mas é uma obra feita para os fãs do Alien de '79.






 
SINOPSE: Enquanto uma ameaça do outro mundo paira sobre Angel Groove, cinco adolescentes com super-poderes, escolhidos pelo destino, têm de ultrapassar os obstáculos mundanos e as suas divergências, e aprender a trabalhar em equipa para salvar a humanidade da vilã Rita Repulsa.

OPINIÃO: O filme que ninguém pediu: Power Rangers. Como muitos de vocês, pertenço à geração que acordava mais cedo ao fim-de-semana para ver as cinco personagens coloridas na SIC. Gostava de tal modo da série que até as figuras oficiais tinha, agora imaginem. Tendo em conta o resultado miserável que a adaptação cinematográfica do Dragon Ball teve, não percebo como é que arriscaram sequer voltar a entrar neste território que simplesmente não resulta em modo blockbuster.

O elenco é questionável a ponto de me perguntar se estão sequer familiarizados com o termo "representação". Como um crítico referiu brilhantemente, "as personagens têm tanta profundidade e carácter como os robôs que andam e falam automaticamente". Não podia ter dito melhor.

Se são apreciadores da série juvenil americana (que por sua vez era inspirada na japonesa "Super Sentai"), que se tornou mundialmente famosa durante os anos 1990, poupem o vosso tempo e não se dêem ao trabalho de ver isto. Só mesmo a Elizabeth Banks é que se salva no meio desta calamidade cinematográfica.


Já viram algum dos quatro filmes? Qual é o vosso favorito e o que gostaram menos?

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