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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

O meu problema com a religião


Sempre me disseram que devemos evitar três tópicos para não haver discussão. Futebol, política e religião. Hoje vou remar contra a maré e entrar em águas perigosas ao discutir o terceiro ponto. Antes de prosseguir, é importante esclarecer que não pretendo ferir susceptibilidades ou invalidar crenças alheias. O mero objectivo desta publicação é abrir uma discussão saudável e racional sobre algo estabelecido há milhares de anos e que, mesmo assim, continua mais presente que nunca nas nossas vidas. 

Nasci no ceio de uma família católica não-praticante. Como a maioria dos portugueses, são aqueles católicos preguiçosos que só metem os pés na missa quando alguém morre ou para pagar promessas. Aprendi a rezar quando era criança e disseram-me que existia um senhor no "céu" que olhava por nós, os mortais. Rapidamente percebi que existiam várias coisas que não faziam sentido naquela explicação fantasiosa. Ainda assim, o meu problema com a religião não é a sua credibilidade extremamente questionável mas os fanáticos.

A ideia de religião, seja ela de que forma for, é de união. "Somos todos filhos de Deus", uma grande família. Pensar que existe um ser superior a guiar-nos pode ser bastante reconfortante para algumas pessoas. Para outras, é a desculpa perfeita para justificarem as maiores atrocidades em nome do Seu amor. Transcende-me como é que os chamados "fieis" conseguem ser as pessoas que mais ódio espalham no mundo. Temas como a homo ou transsexualidade são dignos do pior conjunto de comentários que possam imaginar. E nem me façam falar dos grupos que praticam genocídios em prol de um Deus que só se pode chamar Marte.

Confesso que já tive para apagar uma antiga colega da Universidade do facebook (não o fiz porque deu origem a este post) por estar constantemente a ser bombardeado com publicações venenosas dela, com familiares e amigos, a tecer palavras absolutamente vis sobre gays. Desde serem "abominações" ou "rapazes doentes que deviam ter apanhado em criança para não serem assim", a precisarem de ser salvos por Jesus, etc. Só tenho pena de não encontrar nada recente se não colocava aqui um de vários exemplos para poderem ver com os vossos próprios olhos. 

Não consigo compreender como é que, em pleno séxulo XXI, ainda existem pessoas que se regem pela Bíblia (VER VÍDEO). Não é mais que uma obra literária completamente desactualizada. Já se deram sequer ao trabalho de a ler, atentamente, de uma ponta à outra? É que vão encontrar passagens absolutamente tenebrosas que vão desde a escravidão, ao apedrejamento feminino e tópicos como violações cujos gritos são factor decisivo para decidir se as vítimas merecem ou não morrer. Mas está tudo maluco?

Orgulho-me de ter uma mente bastante aberta e posso dizer que poucas coisas me chocam. Entre elas, estão as ceitas religiosas bastante populares nos Estados Unidos e Brasil. A ideia de que há pessoas que sofrem uma espécie de lavagem cerebral e cedem tudo o que têm para a Igreja, é simultaneamente assustador e incrível. Nunca consegui perceber se são pessoas dotadas de um intelecto limitado ou simplesmente fracas de cabeça. Claro que existem excepções, isso não está sequer em causa. Mas são esses núcleos doentios que deturpam a mensagem de amor de Deus para promover ódio gratuito. Será que não percebem que só estão a fazer com que as gerações mais novas se desinteressem cada vez mais pela religião num todo?

Como sei que este tema é sensível e existem pessoas que ficam logo assanhadas sem sequer lerem o que foi dito, repito, não estou a atacar a religião cristã e os seus seguidores. A minha família acredita em Deus e no entanto não condena ninguém pela sua natureza. Os mais velhos podem até não aceitar, mas não confrontam ou maltratam pessoas por isso. Os fanáticos é que estão a corromper algo que deveria ser positivo e a atrasar o avanço da humanidade. 

A cima de tudo sou a favor do amor. Se, por exemplo, duas pessoas do mesmo sexo quiserem estar juntas, qual é o problema? É a vida delas! Se forem felizes e se sentirem bem, porque é que isso me deveria incomodar? Porque um senhor barbudo, que não é o Pai Natal, não aprova? Poupem-me! Era o mesmo que agora criticarem a minha relação com a minha companheira, não faz sentido. Não era suposto a religião incluir e aceitar todas as criações de Deus tal como elas são, sem descriminar ninguém? É que se assim for, então contem comigo. Caso contrário, no thanks.


São religiosos? Acreditam em Deus? Conhecem fanáticos?

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

O meu tempo é precioso


O tempo sempre foi um tópico que simultaneamente me intriga e assusta. Sou o tipo de pessoa que adora planear tudo e está sempre a pensar três passos à frente dos outros, para evitar problemas e me precaver. O certo é que ultimamente tenho pensado se não deveria mudar um pouco a minha abordagem.

Somos reféns do tempo e constantemente lembrados disso quando olhamos para os nossos avós ou meros idosos na rua. O tempo não perdoa e independentemente de como o aproveitaste, o final é sempre o mesmo. A não ser que morram jovens, todos nós vamos envelhecer e passar por toda uma saga que pode envolver condicionantes físicas e/ou uma mini farmácia ambulante. 

Muitas vezes dou por mim a ver os dias, meses, a passar e questiono-me até que ponto aproveitei esta minha existência. Foram assim os supostos melhores anos da minha vida? Então vou querer o livro de reclamações. Poupem-me o discurso à la Clã "muda de vida se não te sentes satisfeito". É muito bonito mas na prática, não é assim tão fácil. O mundo dos adultos é tudo menos um playground e se já me custa e ainda nem saí do ninho, imagino quando der esse passo.

Cheguei a um ponto de querer fazer tudo e o resultado ser o inverso. Talvez por isso precisei fazer uma pausa no que toca a filmes e séries. Aquilo que fazia por prazer, tornou-se numa espécie de pressão dada a quantidade de programas que acompanho e a vontade de querer escrever sobre eles. Não me apetece sair da cama o fim-de-semana inteiro? Óptimo. Dá-me vontade de ver um temporada inteira de uma série numa acentada e passar três semanas sem ver um único episódio de outro programa? Fantástico. O importante é sentir-me bem e não estar contrariado.

Digamos que o facto de ter produzido menos conteúdo para o blog nos últimos três meses se deve a isso mesmo, precisar descansar e aproveitar o meu tempo. Não significa que ande mais relaxado, até porque se antes acordava às 7h e chegava a casa às 19h, agora é só às 22h. No entanto, ando mais leve por estar mais fisicamente activo e limitar-me a fazer coisas que goste ao meu ritmo. Nem que seja fica a noite toda em frente a um jogo do facebook ou a fazer uma maratona de vídeos de ASMR.

A vida é tão curta e o tempo está sempre a contar. Visto que não tive a sorte de ser descoberto num centro comercial e tornar-me uma estrela com tudo à minha disposição, mais vale apreciar o que tenho e vou conseguindo conquistar. Se não o fizer, ninguém o vai fazer por mim.


Alguma vez se sentiram reféns do tempo? Sentem pressões diárias além da área laboral?

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Ginásio em 5 pontos


1. Sistema de duplas

Provavelmente uma das coisas que mais me irrita no ginásio é o sistema de duplas no que toca à utilização dos equipamentos. Como sou novo nestas andanças, qual é o meu espanto quando começo a ver pequenas parelhas de duas pessoas a partilharem a mesma máquina. Embora compreenda o pensamento, no sentido de tentar abreviar o período de espera, o facto é que se pensarmos bem, atrasa ainda mais um terceiro elemento que pretenda avançar. Já fui abordado três vezes para entrar nesta espécie de pacto de testosterona e só aceitei por ser alguém simpático que, felizmente, não leva uma eternidade a fazer os exercícios e até altera os pesos para as minhas medidas cada vez que termina um set.

2. Grunhidos 24/7

Soltar-se um ou outro gemido ou som enquanto nos estamos a exercitar é bastante compreensível dado o esforço físico. O que não nos preparam é para a sinfonia que começa na sala dos pesos e continua até ao balneário, através de "ais" ou suspiros por clemência. Pois é, aquela área do ginásio é notoriamente utilizada por elementos do sexo masculino que, por vezes, se entusiasmam nas suas projecções vocais. Como se um gato atropelado se tratasse, aqueles seres com aparência semelhante à de um tomate prestes a explodir, conseguem gritar mais alto e agudo que muitas mulheres quando estão em trabalho de parto. Quantas vezes não olhei instintivamente para o lado, confuso com o que raio se estava a passar. Ao menos ainda dá para nos rirmos, mas sem ninguém ver, claro.

3. Locker Room Talk

Terminei o ensino secundário há alguns anos portanto queiram-me desculpar por já não me lembrar do que era frequentar um balneário. Se tivesse que o fazer, podia dividir os alvos em análise em dois grupos, os calados e os fanfarrões. O primeiro grupo limita-se a fazer a sua rotina, sossegadinho e sem chatear ninguém. O segundo, é todo um circo digno de uma feira bem popularucha. "Mano, já viste o cu da Ângela?" pergunta um deles que tem como resposta, "Ya, puto. É memo grossa. Mas a Liliana não lhe fica atrás". It's just boys being boys, podem dizer os mais antiquados mas, por favor. Uma coisa é falar nesses termos com um amigo outra é fazê-lo com plateia. Este exemplo até nem é nada de mais, o pior é quando começam a tentar falar de coisas que claramente ultrapassam os seus QI's e o resultado é digno de um concorrente da Casa dos Segredos.

4. Antro dos mirones

Como qualquer outro animal, racional ou não, é normal observarmos o que acontece à nossa volta. Se algumas pessoas são mais despistadas ou não querem saber, existem outras que não compreendem quando o olhar fixo atinge o limite predatório. Não há nada mais desconfortável que estarmos a fazer determinado exercício e sentirmos, literalmente, os olhos de alguém postos em cima de nós. Uma coisa passageira e casual é comum e aceitável, mais que isso não, obrigado. Como referi anteriormente, alguém estar com trajes de desporto diminutos ou com roupa interior à mostra não é um convite para olharem. Há que respeitar o espaço pessoal de cada um.

5. Há pessoas que vão pela companhia

Uma realidade triste mas bem presente no dia-a-dia. Muitas vezes apercebo-me de pessoas mais velhas (não necessariamente idosos) que vão para o ginásio pela companhia. Pouco ou nada se exercitam, andam a paço de caracol entre um ou dois locais e acabam por pousar quando encontram alguém com quem conversar. Claro que alguns dos indivíduos que vi podem ter algum tipo de condicionante física que os impede de serem mais activos, mas há certos casos que são bastante óbvios. Sendo verdade, tenho imensa pena. Deve ser tão triste ter que se recorrer a um lugar destes só para ter dois dedos de conversa. Mas há que ver as coisas pelo lado positivo, ao menos saem de casa e sempre convivem com outras pessoas.


Frequentadores de ginásio, concordam com os pontos? 

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Music Videos ⤫ Fresh Out the Oven Vol. 6


Não vos disse que estávamos a entrar na época de caça do entretenimento? Nas últimas semanas têm chovido tantos videoclips que uma pessoa até estranha. Não é segredo nenhum que a componente visual de um projecto é extremamente importante para mim. Em alguns casos é o suficiente para me fazer gostar de uma música que considerava insignificante ou ficar a ferver por ver desperdiçado um single com aquele acompanhamento estético. Não me posso queixar, o conjunto de hoje é bastante positivo.

Neste sexto volume da rubrica "FRESH OUT THE OVEN", reuni cinco que considerei mais interessantes. Venham eles!


..1.. JESSIE WARE  SELFISH LOVE

Um dos meus guilty pleasures britânicos é a Jessie Ware. Acompanho-a há alguns anos e até ao momento, nunca me decepcionou. Dona de um timbre absolutamente angelical e aveludado, tudo aquilo que lança vale ouro. Como tal, fiquei rendido ao seu "Selfish Love". Arrisco-me a dizer que entrou automaticamente para o pódio dos seus melhores trabalhos, tanto a nível sonoro como visual. Só os cenários são capazes de me transportar para uma realidade alternativa que adorava estar a viver.

Lançado há quatro dias, o videoclip faz-me lembrar um pouco a atmosfera vivida no filme Stoker (2013). Com um ritmo a gritar Sade na sua época de glória, estamos perante um verdadeiro festim criativo. Além do mais, conhecemos a prequela dos acontecimentos do primeiro single, "Midnight". Estou sedento pelo álbum, que chegue rápido!


..2.. HURTS  READY TO GO

Por falar em tesouros britânicos, a dupla HURTS continua a preparar terreno para a chegada do quarto disco, Desire, a 29 de Setembro. Em Abril presentearam-nos com o emocionante "Beautiful Ones" e agora chegou a vez de "Ready To Go" receber o tratamento visual. Estrelado pelo vocalista Theo Hutchcraft, acompanhamos a ida ao velório da sua namorada with a twist. Apesar do contexto, o cantor já afirmou que a letra da música tem uma mensagem positiva que pretende celebrar a vida ao máximo. Não foge a projectos anteriores e talvez por isso não surpreenda. De qualquer forma, é mais uma estrela dourada para a caderneta de vídeos dos artistas.


..3.. MOLLIE KING  HAIR DOWN

Após o surpreendente single de estreia, "Back To You", no ano passado, a integrante de um dos meus grupos favoritos do Reino Unido (The Saturdays), está de volta com novo material a solo. Desta vez, deixou as baladas de lado e apresentou um verdadeiro banger. Produzido por Xenomania, é pop no sentido mais trash possível. O pior é que... adoro. A batida é absolutamente infecciosa e, embora ela esteja longe de ser uma vocalista de mão cheia, dá para o gasto. 

Com coreografia do início ao fim e extremamente colorido, o vídeo é a prova viva de que bastam uns ângulos bem jogados, trocas de guarda-roupa e muitas luzes para tornar uma produção escandalosamente limitada em algo minimamente cativante. 


..4.. ST. VINCENT  NEW YORK

Confesso que não acompanho ou sou o maior apreciador do trabalho da St. Vincent mas graças a este vídeo talvez isso mude. Sem previsão de novo álbum no horizonte, a cantora norte-americana estreou o videoclip para a faixa "New York" e é fantástico! Com a direcção de Alex Da Corte e a própria Annie Clark (nome verdadeiro da artista), parece ter sido feito à medida para a criação de gifs. Cada frame é visualmente brilhante e estou boquiaberto. A canção em si é uma balada sobre o fim de uma relação mas sob um tom irónico. Get into it!


..5.. ROSE GRAY  WE GET BY

Estou constantemente em busca de novos artistas e o sentimento que tenho quando encontro algo bom é impagável. Apresento-vos uma das minhas mais recentes descobertas, a Rose Gray. Narrada por uma voz poderosa e igualmente etérea, a canção "We Get By" é de longe uma das minhas favoritas do ano. Aquilo que poderia ter sido a típica balada de piano, é muito mais que isso. A cantora explicou numa entrevista que todos nós sofremos várias pressões e por vezes as expectativas são tantas que se torna tudo too much. "Sometimes it’s ok to just put your hands up and say right now I’m not great, but we will get through this", explicou à Hiskind.

Dirigido por Graham Bryan, a simplicidade dos visuais conseguiu capturar a honestidade necessária à mensagem da letra. Embora possam estar a passar por um momento terrível, eventualmente tudo vai melhorar. O facto da canção ter sido gravada em apenas um take é a cereja no topo do bolo.


Conheciam os vídeos? Qual é o vosso videoclip/música favoritos?

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

A busca incansável pelo amor próprio


Não posso dizer que tenha muitos demónios pessoais. Ao fim ao cabo, existe sempre alguém pior que nós algures no mundo. Mas aqueles que me visitaram deixaram feridas que ainda hoje continuam abertas. Provavelmente o golpe mais profundo, e difícil de sarar, é a falta de amor-próprio.

Nunca entrei em grandes detalhes sobre o assunto mas, tal como muitos de vós, sofri bullying na escola. Enquanto algumas pessoas conseguem superar o assunto sem grandes problemas e arquivá-lo com uma espécie de etiqueta que diz "faz parte", há outros que não tem tanta sorte. Digamos que quando passamos mais de uma década a ouvir determinadas coisas, é praticamente impossível não fazer mossa. Querendo ou não, esse tipo de abuso constante muda-nos, altera a nossa maneira de ser, de lidar com os outros e de ver o mundo.

Muito cedo aprendi que existem pessoas más. Não precisam de nenhum motivo, basta o simples prazer de ver alguém sofrer. Não interessa os sentimentos do alvo, o importante é gritar um leque contínuo de ofensas e se isso se tornar chato, partir para algo mais físico. Por muito que tenhamos um núcleo próximo de amigos que nos conhecem de verdade, a nossa mente prega-nos rasteiras e, aos poucos, começa a perguntar-se "será que eles têm razão?".

Como uma espécie de droga que nos consome emocionalmente e destrói a nossa essência, a minha auto-estima era inexistente. Apesar de ter aqueles paixonetas normais da altura, a ideia de envolver-me com alguém paralisava-me. Afinal, quem é que se ia interessar por "aquilo?". A desconfiança era tanta que nem dava aberturas para esse tipo de cenário. Partia do princípio que se correspondesse, iam fazer pouco de mim e voltávamos à estaca zero, comigo a ser ridicularizado.

Durante muito tempo tive um enorme problema com a palavra "felicidade". Sentia-me ingrato por ter uma situação familiar estável, tecto, comida, cama e roupa lavada e mesmo assim sentir-me um desperdício de espaço. Parte-me o coração imaginar a minha versão mais nova a passar por tudo isto em silêncio, sem nunca mostrar a parte fraca e verter uma lágrima que fosse em público. Enchia o saco o dia inteiro e só quando chegava a casa ao final do dia e me trancava no quarto é que libertava tudo. Foram muitas maratonas de choro, "porquês", e pensamentos mais perigosos que felizmente nunca passaram disso mesmo, pensamentos.

Com 25 anos, posso dizer que ainda não estou completo. Aos poucos vou conseguindo apanhar os cacos e juntar as peças, mas o caminho é longo e repleto de desafios internos. Não vou ser hipócrita e proclamar-me o embaixador do amor-próprio, mas a diferença entre o "antes" e "depois", no que toca à minha auto-estima e maneira de ser, é drástica. Aprendi que é OK não estar sempre alegre ou satisfeito. Posso não ter o corpo perfeito e o facto de ter estrias me incomodar imenso, mas não é isso que me define. Não sou baixo, mas gostava de ser mais alto e ter um cabelo capaz de suportar vários estilos. A lista é interminável mas é assim mesmo que o ser humano é, consegue encontrar qualquer coisa que gostaria de mudar.

Nunca pensei chegar a um ponto em que consigo dizer isto mas, as nossas imperfeições fazem parte de nós e devemos abraçá-las, mesmo quando não correspondem aos parâmetros de "beleza" socialmente aceites. São estes pequenos detalhes e diferenças que nos tornam únicos, e isso ninguém nos pode tirar. 

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