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terça-feira, 5 de setembro de 2017

Music Videos ⤫ Fresh Out the Oven Vol. 6


Não vos disse que estávamos a entrar na época de caça do entretenimento? Nas últimas semanas têm chovido tantos videoclips que uma pessoa até estranha. Não é segredo nenhum que a componente visual de um projecto é extremamente importante para mim. Em alguns casos é o suficiente para me fazer gostar de uma música que considerava insignificante ou ficar a ferver por ver desperdiçado um single com aquele acompanhamento estético. Não me posso queixar, o conjunto de hoje é bastante positivo.

Neste sexto volume da rubrica "FRESH OUT THE OVEN", reuni cinco que considerei mais interessantes. Venham eles!


..1.. JESSIE WARE  SELFISH LOVE

Um dos meus guilty pleasures britânicos é a Jessie Ware. Acompanho-a há alguns anos e até ao momento, nunca me decepcionou. Dona de um timbre absolutamente angelical e aveludado, tudo aquilo que lança vale ouro. Como tal, fiquei rendido ao seu "Selfish Love". Arrisco-me a dizer que entrou automaticamente para o pódio dos seus melhores trabalhos, tanto a nível sonoro como visual. Só os cenários são capazes de me transportar para uma realidade alternativa que adorava estar a viver.

Lançado há quatro dias, o videoclip faz-me lembrar um pouco a atmosfera vivida no filme Stoker (2013). Com um ritmo a gritar Sade na sua época de glória, estamos perante um verdadeiro festim criativo. Além do mais, conhecemos a prequela dos acontecimentos do primeiro single, "Midnight". Estou sedento pelo álbum, que chegue rápido!


..2.. HURTS  READY TO GO

Por falar em tesouros britânicos, a dupla HURTS continua a preparar terreno para a chegada do quarto disco, Desire, a 29 de Setembro. Em Abril presentearam-nos com o emocionante "Beautiful Ones" e agora chegou a vez de "Ready To Go" receber o tratamento visual. Estrelado pelo vocalista Theo Hutchcraft, acompanhamos a ida ao velório da sua namorada with a twist. Apesar do contexto, o cantor já afirmou que a letra da música tem uma mensagem positiva que pretende celebrar a vida ao máximo. Não foge a projectos anteriores e talvez por isso não surpreenda. De qualquer forma, é mais uma estrela dourada para a caderneta de vídeos dos artistas.


..3.. MOLLIE KING  HAIR DOWN

Após o surpreendente single de estreia, "Back To You", no ano passado, a integrante de um dos meus grupos favoritos do Reino Unido (The Saturdays), está de volta com novo material a solo. Desta vez, deixou as baladas de lado e apresentou um verdadeiro banger. Produzido por Xenomania, é pop no sentido mais trash possível. O pior é que... adoro. A batida é absolutamente infecciosa e, embora ela esteja longe de ser uma vocalista de mão cheia, dá para o gasto. 

Com coreografia do início ao fim e extremamente colorido, o vídeo é a prova viva de que bastam uns ângulos bem jogados, trocas de guarda-roupa e muitas luzes para tornar uma produção escandalosamente limitada em algo minimamente cativante. 


..4.. ST. VINCENT  NEW YORK

Confesso que não acompanho ou sou o maior apreciador do trabalho da St. Vincent mas graças a este vídeo talvez isso mude. Sem previsão de novo álbum no horizonte, a cantora norte-americana estreou o videoclip para a faixa "New York" e é fantástico! Com a direcção de Alex Da Corte e a própria Annie Clark (nome verdadeiro da artista), parece ter sido feito à medida para a criação de gifs. Cada frame é visualmente brilhante e estou boquiaberto. A canção em si é uma balada sobre o fim de uma relação mas sob um tom irónico. Get into it!


..5.. ROSE GRAY  WE GET BY

Estou constantemente em busca de novos artistas e o sentimento que tenho quando encontro algo bom é impagável. Apresento-vos uma das minhas mais recentes descobertas, a Rose Gray. Narrada por uma voz poderosa e igualmente etérea, a canção "We Get By" é de longe uma das minhas favoritas do ano. Aquilo que poderia ter sido a típica balada de piano, é muito mais que isso. A cantora explicou numa entrevista que todos nós sofremos várias pressões e por vezes as expectativas são tantas que se torna tudo too much. "Sometimes it’s ok to just put your hands up and say right now I’m not great, but we will get through this", explicou à Hiskind.

Dirigido por Graham Bryan, a simplicidade dos visuais conseguiu capturar a honestidade necessária à mensagem da letra. Embora possam estar a passar por um momento terrível, eventualmente tudo vai melhorar. O facto da canção ter sido gravada em apenas um take é a cereja no topo do bolo.


Conheciam os vídeos? Qual é o vosso videoclip/música favoritos?

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

A busca incansável pelo amor próprio


Não posso dizer que tenha muitos demónios pessoais. Ao fim ao cabo, existe sempre alguém pior que nós algures no mundo. Mas aqueles que me visitaram deixaram feridas que ainda hoje continuam abertas. Provavelmente o golpe mais profundo, e difícil de sarar, é a falta de amor-próprio.

Nunca entrei em grandes detalhes sobre o assunto mas, tal como muitos de vós, sofri bullying na escola. Enquanto algumas pessoas conseguem superar o assunto sem grandes problemas e arquivá-lo com uma espécie de etiqueta que diz "faz parte", há outros que não tem tanta sorte. Digamos que quando passamos mais de uma década a ouvir determinadas coisas, é praticamente impossível não fazer mossa. Querendo ou não, esse tipo de abuso constante muda-nos, altera a nossa maneira de ser, de lidar com os outros e de ver o mundo.

Muito cedo aprendi que existem pessoas más. Não precisam de nenhum motivo, basta o simples prazer de ver alguém sofrer. Não interessa os sentimentos do alvo, o importante é gritar um leque contínuo de ofensas e se isso se tornar chato, partir para algo mais físico. Por muito que tenhamos um núcleo próximo de amigos que nos conhecem de verdade, a nossa mente prega-nos rasteiras e, aos poucos, começa a perguntar-se "será que eles têm razão?".

Como uma espécie de droga que nos consome emocionalmente e destrói a nossa essência, a minha auto-estima era inexistente. Apesar de ter aqueles paixonetas normais da altura, a ideia de envolver-me com alguém paralisava-me. Afinal, quem é que se ia interessar por "aquilo?". A desconfiança era tanta que nem dava aberturas para esse tipo de cenário. Partia do princípio que se correspondesse, iam fazer pouco de mim e voltávamos à estaca zero, comigo a ser ridicularizado.

Durante muito tempo tive um enorme problema com a palavra "felicidade". Sentia-me ingrato por ter uma situação familiar estável, tecto, comida, cama e roupa lavada e mesmo assim sentir-me um desperdício de espaço. Parte-me o coração imaginar a minha versão mais nova a passar por tudo isto em silêncio, sem nunca mostrar a parte fraca e verter uma lágrima que fosse em público. Enchia o saco o dia inteiro e só quando chegava a casa ao final do dia e me trancava no quarto é que libertava tudo. Foram muitas maratonas de choro, "porquês", e pensamentos mais perigosos que felizmente nunca passaram disso mesmo, pensamentos.

Com 25 anos, posso dizer que ainda não estou completo. Aos poucos vou conseguindo apanhar os cacos e juntar as peças, mas o caminho é longo e repleto de desafios internos. Não vou ser hipócrita e proclamar-me o embaixador do amor-próprio, mas a diferença entre o "antes" e "depois", no que toca à minha auto-estima e maneira de ser, é drástica. Aprendi que é OK não estar sempre alegre ou satisfeito. Posso não ter o corpo perfeito e o facto de ter estrias me incomodar imenso, mas não é isso que me define. Não sou baixo, mas gostava de ser mais alto e ter um cabelo capaz de suportar vários estilos. A lista é interminável mas é assim mesmo que o ser humano é, consegue encontrar qualquer coisa que gostaria de mudar.

Nunca pensei chegar a um ponto em que consigo dizer isto mas, as nossas imperfeições fazem parte de nós e devemos abraçá-las, mesmo quando não correspondem aos parâmetros de "beleza" socialmente aceites. São estes pequenos detalhes e diferenças que nos tornam únicos, e isso ninguém nos pode tirar. 

sábado, 2 de setembro de 2017

MUSIC ⤫ AUG'17 Playlist


Num abrir e fechar de olhos, chegámos a Setembro. A três meses do final do ano, o mundo do entretenimento entrou oficialmente na época de caça. Não é por acaso a quantidade absurda de lançamentos de artistas que se consideravam adormecidos. Parecendo que não, o limite para a corrida ao Grammy está mesmo ao virar da esquina e a luta vai ser renhida. Entre os suspeitos do costume, leia-se, Lorde, Taylor Swift e Sam Smith, preparem as pipocas que vai ser interessante.

Enquanto o confronto não chega, resta-nos saborear as novidades musicais que tem brotado que nem flores num campo primaveril. A Miley deixou as ervas daninhas de lado e está a voltar ao que era. Por aqui, não tenho qualquer crítica, pelo contrário. "Younger Now" é uma das minhas faixas/vídeos favoritos do momento. Dito isto, não chega aos calcanhares da genialidade que a Kelela criou com a fervorosa "LMK"  a canção do século , do comeback do ano = "Take Me" das irmãs Aly & AJ, ou da psicadélica "Without Love" da Alice Glass. 

Agosto foi especial por reunir várias cantoras underrated que adoro e me apresentar a outras que nunca pensei vir a apreciar. No primeiro grupo encontramos a Allie X ("Paper Love"), Bonnie Mckee ("Thorns"), Jessie Ware ("Midnight"), AlunaGeorge ("Last Kiss"), e claro, a Kesha ("Learn To Let Go"). No segundo aglomerado aparecem não uma mas duas canções da banda sonora do filme "Descendants 2" da Disney. Nem acredito que a "Chillin' Like a Villain" e a "What's My Name" se tornaram em autênticos hinos na minha vida. O mesmo aplica-se à "R U" da dupla de youtubers Niki & Gabi. Pop trash no seu expoente máximo. Julguem-me, também o estou a fazer.

Lentamente tenho redescoberto o meu amor pela música brasileira e parece que voltou com tudo. Da "Baldin de Gelo" da Cláudia Leitte", ao "Decote" da Preta Gil + Pablo Vittar ou a "K.O" do último nome referido, é só opções para abanar a pandeireta e rebolar seja sozinhos no vosso quarto ou numa party. A Marta detesta este género musical e faz sempre pouco de mim por eu achar piada mas não tenho culpa, é genético.

Não estranhem a omissão dos trabalhos mais recentes da Taylor, Demi, e companhia, da playlist. Apesar de as ouvir todos os dias, só vão aparecer na próxima compilação. Para não perderem nenhuma actualização e, possivelmente, conhecerem músicas novas, já sabem, sigam a página do Ghostly Walker no Spotify!

Conheciam todas as canções? Que músicas têm ouvido ultimamente?

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

MTV VIDEO MUSIC AWARDS 2O17


Se não resistiram à tentação e preferiram assistir à final do Game of Thrones em vez dos VMA's, parabéns! Foram inteligentes o suficiente para evitar mais um espectáculo atroz produzido pela MTV. Cumprindo a tradição dos últimos anos, a gala foi um desfile de mediocridade do início ao fim. 

O Kendrick Lamar iniciou as apresentações com uma performance bastante a cima daquilo que a ocasião merecia, das canções "DNA" e "Humble". Apesar de não apreciar o género musical e, particularmente, os trabalhos musicais dele, é impossível negar a criatividade visual que coloca em todas as produções, sejam elas em vídeo ou ao vivo. Começou a noite como o artista com o maior número de nomeações (8) e terminou com 6 vitórias. O vídeo "Humble" foi distinguido com os prémios de Melhor do Ano, Melhor Vídeo Hip-Hop, Melhor Fotografia, Melhor Direcção, Melhor Direcção de Arte e Melhores Efeitos Visuais.

Apesar de ser a cantora mais nomeada da noite, a Katy Perry não só foi um flop como apresentadora do evento, como não levou uma única estatueta para casa. Digam o que disserem, o título de Melhor Vìdeo Pop deveria ter ido para o fantástico "Chained To The Rhythm" em vez do aborrecidíssimo "Down" das Fifth Harmony. Por falar no grupo, o quarteto actuou uma mashup das músicas "Angel" e "Down" e ainda aproveitou para mandar uma mensagem bastante explícita para a antiga integrante, Camila Cabello. Aqui entre nós, foi uma das highlights da cerimónia.

O Ed Sheeran foi considerado o Artista do Ano, enquanto o Khalid conseguiu derrotar a Julia Michaels e levar o troféu de Melhor Artista Revelação. Nas categorias de dance music, o Melhor Vìdeo do género foi para a colaboração "Stay", do Zedd com a Alessia Cara, e a Melhor Coreografia, merecidamente, para o "Fade" do Kanye West. Quanto ao Rock, o vídeo "Heavydirtysoul", dos Twenty One Pilots" foi distinguido como o Melhor do género.

Mesmo sem estar presente, a Taylor Swift conseguiu roubar todas as atenções para ela. Além de vencer no grupo de Melhor Colaboração, juntamente com o Zayn, pelo vídeo "I Don't Wanna Live Forever", ainda aproveitou para lançar o tão aguardado vídeo do venenovo single, "Look What You Made Me Do". Continuo sem saber ao certo se gostei ou se achei a maior piroseira de todos os tempos. Talvez um pouco de ambos.


A P!nk foi a grande homenageada desta edição dos VMA's com o prémio Michael Jackson Video Vanguard Award, e fez uma apresentação de 7min com alguns dos seus maiores hits, incluindo o mais recente "What About Us". No fim ainda fez um discurso incrível direccionado para a sua filha mas importante para todas as pessoas.

Em termos de actuações houve de tudo um pouco. Uma Katy Perry em cima de uma bola de basketball gigante, os 30 Seconds to Mars com sensores de temperatura, uma Demi Lovato em directo de Las Vegas e uma Lorde que não cantou, mas "dançou" ao som da música "Homemade Dynamite". Com gripe, esteve a soro e foi impedida de cantar pelo médico para não ferir as cordas vocais. Em vez de cancelar a actuação não, presenteou o público com algo bizarro mas que tendo em conta a moda do playback, tem a sua pitada de ironia.

        
Lista completa de vencedores (AQUI).

O que acharam dos vencedores? Qual foi a vossa actuação favorita?

terça-feira, 22 de agosto de 2017

CINEMA ⤫ Blast From the Past


O meu amor pela sétima arte é do mais puro possível. Em criança ouvi o chamamento das sereias e fiquei deslumbrado com o mundo do faz-de-conta. Desde os cenários, ao guarda-roupa, até os filtros que utilizam para filmar, tudo no cinema me enche as medidas.

Contrariamente à maioria dos jovens, sou um grande apreciador dos chamados "filmes antigos". Noto pelo meu irmão mais novo que mal ouve "preto e branco" torce o nariz e recusa-se a assistir ao que quer que seja. Ugh. Alguns dos filmes que considero como os melhores de sempre, são precisamente os chamados "clássicos". Confesso que ainda existem muitos que preciso ver, mas pelo menos não me oponho a tal.

Foi a pensar neste amor pela cinematografia vintage que criei esta rubrica. "Blast from the Past" vai focar-se em duas produções distintas, longe dos holofotes do cinema actual. Para começar, nada melhor que uma dupla de filmes que adoro e já mencionei anteriormente, What Ever Happened to Baby Jane? e Blade Runner.


What Ever Happened to Baby Jane? (1962)

Após anos a fio a ouvir contínuas referências ao icónico WTHTBJ, na pop culture, no ano passado cumpri um desejo antigo e resolvi vê-lo de uma vez por todas. O timming não podia ter sido perfeito, visto que depois foi anunciada a adaptação televisiva pelas mãos do Ryan Murphy.

A história foca-se em Jane Hudson, uma criança famosa conhecida por "Baby Jane". Com o passar dos anos, caiu no esquecimento do público e acabou a viver com a irmã, Blanche - uma antiga actriz que ficou paraplégica -, na sua mansão. Face a decadência evidente, Jane mantém vivo o sonho de voltar a pisar os palcos. Para que isso aconteça, está disposta a cometer as maiores atrocidades contra a própria irmã.

Foram duas horas da minha vida que não trocava por nada. Colocando de parte os atritos, altamente publicitados, vividos pela dupla de protagonistas durante a gravação do filme, o produto final superou as minhas expectativas. A Bette Davis desempenhou a infantil e degenerada "Jane" com tamanha entrega que ainda não consegui digerir o facto de não ter vencido o Óscar de Melhor Actriz a que estava indicada  já sabemos que foi culpa da arqui-inimiga, mas still. A caracterização também está de parabéns e seria um crime terminar este sucinto comentário sem referir a Joan Crawford que, embora mais contida, foi a co-protagonista ideal para a trama.

Classificado como "terror", o género está mais para crime e thriller, portanto se forem medricas, não têm desculpa para embarcarem nesta viagem pelo old Hollywood.




 Blade Runner (1982)

Por esta altura não deverá ser segredo que adoro os trabalhos do Ridley Scott. Além da franchise Alien que é a minha favorita de sempre, existem pérolas como Blade Runner que são absolutamente intemporais. Quem diria que as sessões de cinema nas aulas de Psicologia me iam apresentar a produções de alta qualidade.

Inspirado no livro Do Androids Dream of Electric Sheep (1968) de Philip K. Dick, Blade Runner é considerado pela crítica como o melhor filme de ficção científica de sempre, e um dos pioneiros no estilo neo-noir.

A narrativa passa-se em Los Angeles, num futuro próximo, 2019. Com a deterioração do planeta e a consequente extinção de animais, o uso de "replicantes" (andróides) tornou-se num modo de vida. Produzidos pela corporação Tyrell, estes seres geneticamente modificados, assemelham-se em praticamente todos os aspectos aos seres humanos, excepto na falta de empatia. Os replicantes são exclusivamente utilizados como escravos para o trabalho pesado em colónias fora do planeta, estando proibidos de viajar para a Terra. Aqueles que desafiem a proibição e voltem, são caçados e "aposentados" (mortos), por agentes especiais da polícia conhecidos como "Blade Runners". O enredo centra-se no polícia Rick Deckhard (Harrison Ford), cuja missão é capturar quatro replicantes desesperados por saberem o segredos para prolongar a sua longevidade.

Com a sequela agendada para Outubro deste ano, são vários os receios que me assombram. Por muito que gostemos de saber o que aconteceu a determinadas personagens, quando um produto é bom às vezes é melhor deixá-lo assim, intocável. Felizmente, pelos trailers, o estilo sombrio, as paisagens urbanas nocturnas repletas de luz e a estética futurista continuam presentes. Agora resta saber se as narrativas filosóficas que perpetuamente questionam a ideia do que significa estar vivo e consciente, não foram esquecidas. Toda esta questão existencial típica dos humanos intriga-me tanto que espero ver a ideia desenvolvida no Blade Runner 2049.


Conhecem os filmes? Já viram algum? Qual o vosso favorito?

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