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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

MTV VIDEO MUSIC AWARDS 2O17


Se não resistiram à tentação e preferiram assistir à final do Game of Thrones em vez dos VMA's, parabéns! Foram inteligentes o suficiente para evitar mais um espectáculo atroz produzido pela MTV. Cumprindo a tradição dos últimos anos, a gala foi um desfile de mediocridade do início ao fim. 

O Kendrick Lamar iniciou as apresentações com uma performance bastante a cima daquilo que a ocasião merecia, das canções "DNA" e "Humble". Apesar de não apreciar o género musical e, particularmente, os trabalhos musicais dele, é impossível negar a criatividade visual que coloca em todas as produções, sejam elas em vídeo ou ao vivo. Começou a noite como o artista com o maior número de nomeações (8) e terminou com 6 vitórias. O vídeo "Humble" foi distinguido com os prémios de Melhor do Ano, Melhor Vídeo Hip-Hop, Melhor Fotografia, Melhor Direcção, Melhor Direcção de Arte e Melhores Efeitos Visuais.

Apesar de ser a cantora mais nomeada da noite, a Katy Perry não só foi um flop como apresentadora do evento, como não levou uma única estatueta para casa. Digam o que disserem, o título de Melhor Vìdeo Pop deveria ter ido para o fantástico "Chained To The Rhythm" em vez do aborrecidíssimo "Down" das Fifth Harmony. Por falar no grupo, o quarteto actuou uma mashup das músicas "Angel" e "Down" e ainda aproveitou para mandar uma mensagem bastante explícita para a antiga integrante, Camila Cabello. Aqui entre nós, foi uma das highlights da cerimónia.

O Ed Sheeran foi considerado o Artista do Ano, enquanto o Khalid conseguiu derrotar a Julia Michaels e levar o troféu de Melhor Artista Revelação. Nas categorias de dance music, o Melhor Vìdeo do género foi para a colaboração "Stay", do Zedd com a Alessia Cara, e a Melhor Coreografia, merecidamente, para o "Fade" do Kanye West. Quanto ao Rock, o vídeo "Heavydirtysoul", dos Twenty One Pilots" foi distinguido como o Melhor do género.

Mesmo sem estar presente, a Taylor Swift conseguiu roubar todas as atenções para ela. Além de vencer no grupo de Melhor Colaboração, juntamente com o Zayn, pelo vídeo "I Don't Wanna Live Forever", ainda aproveitou para lançar o tão aguardado vídeo do venenovo single, "Look What You Made Me Do". Continuo sem saber ao certo se gostei ou se achei a maior piroseira de todos os tempos. Talvez um pouco de ambos.


A P!nk foi a grande homenageada desta edição dos VMA's com o prémio Michael Jackson Video Vanguard Award, e fez uma apresentação de 7min com alguns dos seus maiores hits, incluindo o mais recente "What About Us". No fim ainda fez um discurso incrível direccionado para a sua filha mas importante para todas as pessoas.

Em termos de actuações houve de tudo um pouco. Uma Katy Perry em cima de uma bola de basketball gigante, os 30 Seconds to Mars com sensores de temperatura, uma Demi Lovato em directo de Las Vegas e uma Lorde que não cantou, mas "dançou" ao som da música "Homemade Dynamite". Com gripe, esteve a soro e foi impedida de cantar pelo médico para não ferir as cordas vocais. Em vez de cancelar a actuação não, presenteou o público com algo bizarro mas que tendo em conta a moda do playback, tem a sua pitada de ironia.

        
Lista completa de vencedores (AQUI).

O que acharam dos vencedores? Qual foi a vossa actuação favorita?

terça-feira, 22 de agosto de 2017

CINEMA ⤫ Blast From the Past


O meu amor pela sétima arte é do mais puro possível. Em criança ouvi o chamamento das sereias e fiquei deslumbrado com o mundo do faz-de-conta. Desde os cenários, ao guarda-roupa, até os filtros que utilizam para filmar, tudo no cinema me enche as medidas.

Contrariamente à maioria dos jovens, sou um grande apreciador dos chamados "filmes antigos". Noto pelo meu irmão mais novo que mal ouve "preto e branco" torce o nariz e recusa-se a assistir ao que quer que seja. Ugh. Alguns dos filmes que considero como os melhores de sempre, são precisamente os chamados "clássicos". Confesso que ainda existem muitos que preciso ver, mas pelo menos não me oponho a tal.

Foi a pensar neste amor pela cinematografia vintage que criei esta rubrica. "Blast from the Past" vai focar-se em duas produções distintas, longe dos holofotes do cinema actual. Para começar, nada melhor que uma dupla de filmes que adoro e já mencionei anteriormente, What Ever Happened to Baby Jane? e Blade Runner.


What Ever Happened to Baby Jane? (1962)

Após anos a fio a ouvir contínuas referências ao icónico WTHTBJ, na pop culture, no ano passado cumpri um desejo antigo e resolvi vê-lo de uma vez por todas. O timming não podia ter sido perfeito, visto que depois foi anunciada a adaptação televisiva pelas mãos do Ryan Murphy.

A história foca-se em Jane Hudson, uma criança famosa conhecida por "Baby Jane". Com o passar dos anos, caiu no esquecimento do público e acabou a viver com a irmã, Blanche - uma antiga actriz que ficou paraplégica -, na sua mansão. Face a decadência evidente, Jane mantém vivo o sonho de voltar a pisar os palcos. Para que isso aconteça, está disposta a cometer as maiores atrocidades contra a própria irmã.

Foram duas horas da minha vida que não trocava por nada. Colocando de parte os atritos, altamente publicitados, vividos pela dupla de protagonistas durante a gravação do filme, o produto final superou as minhas expectativas. A Bette Davis desempenhou a infantil e degenerada "Jane" com tamanha entrega que ainda não consegui digerir o facto de não ter vencido o Óscar de Melhor Actriz a que estava indicada  já sabemos que foi culpa da arqui-inimiga, mas still. A caracterização também está de parabéns e seria um crime terminar este sucinto comentário sem referir a Joan Crawford que, embora mais contida, foi a co-protagonista ideal para a trama.

Classificado como "terror", o género está mais para crime e thriller, portanto se forem medricas, não têm desculpa para embarcarem nesta viagem pelo old Hollywood.




 Blade Runner (1982)

Por esta altura não deverá ser segredo que adoro os trabalhos do Ridley Scott. Além da franchise Alien que é a minha favorita de sempre, existem pérolas como Blade Runner que são absolutamente intemporais. Quem diria que as sessões de cinema nas aulas de Psicologia me iam apresentar a produções de alta qualidade.

Inspirado no livro Do Androids Dream of Electric Sheep (1968) de Philip K. Dick, Blade Runner é considerado pela crítica como o melhor filme de ficção científica de sempre, e um dos pioneiros no estilo neo-noir.

A narrativa passa-se em Los Angeles, num futuro próximo, 2019. Com a deterioração do planeta e a consequente extinção de animais, o uso de "replicantes" (andróides) tornou-se num modo de vida. Produzidos pela corporação Tyrell, estes seres geneticamente modificados, assemelham-se em praticamente todos os aspectos aos seres humanos, excepto na falta de empatia. Os replicantes são exclusivamente utilizados como escravos para o trabalho pesado em colónias fora do planeta, estando proibidos de viajar para a Terra. Aqueles que desafiem a proibição e voltem, são caçados e "aposentados" (mortos), por agentes especiais da polícia conhecidos como "Blade Runners". O enredo centra-se no polícia Rick Deckhard (Harrison Ford), cuja missão é capturar quatro replicantes desesperados por saberem o segredos para prolongar a sua longevidade.

Com a sequela agendada para Outubro deste ano, são vários os receios que me assombram. Por muito que gostemos de saber o que aconteceu a determinadas personagens, quando um produto é bom às vezes é melhor deixá-lo assim, intocável. Felizmente, pelos trailers, o estilo sombrio, as paisagens urbanas nocturnas repletas de luz e a estética futurista continuam presentes. Agora resta saber se as narrativas filosóficas que perpetuamente questionam a ideia do que significa estar vivo e consciente, não foram esquecidas. Toda esta questão existencial típica dos humanos intriga-me tanto que espero ver a ideia desenvolvida no Blade Runner 2049.


Conhecem os filmes? Já viram algum? Qual o vosso favorito?

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

SEND NUDES

Obrigado Marta pela ideia de meter o emoji na imagem!
O envio de nudes, ou seja, fotos íntimas para parceiros ou engates, tem ganho muitos adeptos nos últimos tempos. Tornou-se algo de tal forma comum entre jovens e adultos que, por vezes, esquecem-se dos riscos que podem estar a correr. A questão é, vale a pena?

Há uns tempos li um artigo bastante interessante de um estudo do Departamento de Psicologia da Universidade Drexel, na Filadélfia (EUA), onde referiam que o sexting  para os leigos, é o envio de sms/imagens sensuais, sexo virtual, entre outras práticas , está directamente ligado à satisfação sexual. Segundo a pesquisa, 87,7% dos adultos inquiridos mandam nudes.

Verdade seja dita, quando eram mais novos (ou não), nunca passaram pela fase em que achavam piada tirar fotos mais provocantes a armarem-se em bons para ver se recebiam atenção? É triste, mas o fenómeno é bem real. Os rapazes com os troncos nus escanzelados que ninguém pediu para ver e as meninas com os trajes diminutos e rabiosque empinado. De certeza absoluta que conhecem alguém que, a dada altura da sua vida, se tenha inserido nestes exemplos.

Este tópico de enviar nudes é muito dispare no que toca às opiniões. Se uns acham uma falta de decência, outros conseguem ser inconvenientes e enviar imagens relâmpago que vos fazem deixar o telemóvel cair ao chão por não estarem a contar com aquilo que apareceu no vosso ecrã.

Namoro há sete anos com a mesma pessoa e confesso que já enviei fotografias mais ousadas. Esta frase fez-me gargalhar portanto vou precisar de um momento. Além de ser uma óptima forma de apimentar a relação, especialmente se não estão juntos com regularidade, é algo que considero bastante saudável se feito com alguém de confiança.

Existem alguns cuidados que devem ser tomados para evitar que algo inofensivo se torne num pesadelo e exponha a vossa intimidade ao público geral. A regra número se quiserem enviar nudes é nunca, sob hipótese alguma, mostrarem a cara. Os casos de revenge porn, isto é, quando ex-namorados divulgam fotografias íntimas dos ex-parceiros, dispararam a pique e por isso mesmo, por muito que confiem no destinatário, todo o cuidado é pouco. É importante evitar que a fotografia contenha qualquer elemento que possa ser facilmente identificável. Além da cara, também devem ter em atenção tatuagens (como estão a pensar com a cabeça errada, os homens esquecem-se sempre disto) e marcas de nascença.

O mais indicado seria eliminarem tudo quando a brincadeira terminasse. Se por acaso as quiserem guardar, é de extrema importância que não deixem nada na maldita cloud que tantas celebridades expôs, e guardem tudo a sete-chaves com passwords até aos dentes. Até no que toca a certas apps como o Whatsapp que estão encriptadas, há sempre forma da informação vazar. O mesmo se aplica ao Snapchat, por exemplo, que apesar de só mostrar a imagem durante alguns segundos e depois a apagar, correm o risco de fazerem print screen.

Respondendo à questão inicial, vale a pena enviar nudes? Depende de vocês e das pessoas com quem o fazem. Se forem estranhos o grau de excitação pode ser maior mas em compensação também é o risco. É preferível ser com alguém que conhecem do que serem surpreendidos. Aliás, se for algo mútuo, têm sempre forma de contra-atacar se for necessário. Just saying.


Sejam sinceros, já enviaram/receberam nudes? Gostam ou reprovam este comportamento?

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Sound the Alarm ⤫ Album Reviews #32


MUST LISTEN:
⤫ PRAYING
⤫ BOOTS
⤫ LET 'EM TALK
⤫ LEARN TO LET GO
⤫ BASTARDS
⤫ RAINBOW

1. Kesha  Rainbow

Raras são as vezes que um projecto musical consegue a proeza de nos arrancar o coração e trazer-nos de volta à vida. Rainbow foi um desses casos.

Cinco anos desde o lançamento do último álbum de inéditas, Warrior, a Kesha renasceu e abençoou-nos a todos com o melhor trabalho da sua carreira. A cantora convidou-nos a entrar no seu íntimo e a assistir de camarote a uma preview de todos os momentos bons e maus que passou na vida. "Bastards" é a escolha perfeita para abrir o disco e forma as bases do que se segue, um conjunto de faixas banhadas a ouro.

Inevitavelmente, são várias as referências à batalha judicial travada com o produtor Dr. Luke, e a respectiva editora, mas o discurso nunca é de vítima. Pelo contrário, ela aceita o passado e segue em frente, chegando até a sentir empatia por quem lhe fez mal. Neste contexto, nasceram autênticas pérolas como "Praying" - mantém-se intacto como o melhor single do ano -, a faixa-título e a de fecho, "Spaceships". Mas nem tudo é melancólico. Sem perder o sentido de humor que nos fez apaixonar por ela, é impossível não sorrir ao som de "Woman" e "Let 'Em Talk" ou derreter com a ternurenta "Godzilla".

Tal como alguns colegas o fizeram mas nem sempre de forma tão eficaz, Kesha apostou em combinações sonoras surpreendentes. Num registo mais indie/rock/country/pop, as colaborações com os Eagles of Death Metal e Dolly Parton são a cereja no topo do bolo multicolor que é este Rainbow. A Glitter Queen continua lá (ouçam a "Boots", uma das minhas favoritas e que me lembra imenso a "Americano" da Gaga), mas transcendeu para algo digno de adoração. Não é por acaso que os seus vocais estão mais fortes do que nunca. Sem dúvida um dos meus álbuns favoritos deste ano.


MUST LISTEN:
WHO DAT BOY
BOREDOM
WHERE THIS FLOWER BLOOMS

2. Tyler, The Creator  Flower Boy

Até custa a acreditar que o responsável pelo som claustrofóbico de Goblin (2011) alguma vez iria produzir algo tão acessível como Flower Boy.

À semelhança dos projectos anteriores, Tyler, The Creator, volta a apostar num rap biográfico, falando do seu estado de espírito. A Solidão e necessidade de companhia são abordadas ao longo do álbum com uma sinceridade e maturidade inesperadas pelo artista. A entrega caótica das mensagens deram lugar a uma calma de intensidade que permite que a transição entre canções seja natural e quase majestosa.

Claramente influenciado pelo trabalho do amigo Frank Ocean em Blonde / Endless (2016), o rapper transporta para este projecto um catálogo de ritmos e batidas efervescentes, por vezes poético. A evolução na mentalidade do artista é clara. Houve um crescimento, entendimento e aceitação dos erros do passado. O resultado é uma linha de pensamento coesa do início ao fim do álbum, com a mesma vivacidade e vigor que demonstra desde o início da carreira.


MUST LISTEN:
COMFORTABLE
(NOT) THE ONE

3. Bebe Rexha  All Your Fault Pt. 2

Porque lançar um álbum convencional já não está com nada, a Bebe Rexha decidiu inovar e dividir o disco de estreia em duas partes. Em Fevereiro conhecemos a primeira, intitulada All Your Fault Pt. 1, e se bem se recordam, deixou-me um sabor amargo na boca. Houve uma pequena evolução nesta Pt. 2 mas não o suficiente para fazer deste um projecto vencedor.

Se juntarmos os dois EP's num álbum completo, falta um ingrediente chave, identidade. Sem uma direcção clara, a Bebe parece navegar sem rumo pelo mundo do POP e R&B mainstream, numa tentativa gritante de conseguir um hit. A julgar pelo primeiro single desta segunda colectânea, a medíocre "The Way I Are", com o agoniante Lil' Wayne, estamos mal parados. Quando vejo uma lista de seis canções nas quais quatro são parcerias, algo de errado se passa.

All Your Fault Pt. 2 não vai mudar o cenário musical ou tão pouco influenciar a vossa vida, mas pelo menos ofereceu-nos a surpreendente jam "(Not) The One".


MUST LISTEN:
ISSUES
WORST IN ME
PINK
DON'T WANNA THINK

4. Julia Michaels  Nervous System

Todos os dias agradeço aos céus a decisão da Julia Michaels trocar os bastidores pelos holofotes. Compositora de mão cheia e responsável por vários hits de artistas como Selena Gomez, Britney Spears e Ed Sheeran, a jovem de 23 anos é uma lufada de ar fresco.

Nervous System é o primeiro EP da sua promissora carreira e se o single de estreia, "Issues", não foi indicativo suficiente, permitam-me que esclareça: salvou a música POP. O conteúdo lírico é honesto e serve como uma espécie de diário. As letras são bem elaboradas mas sem nunca perder o carácter "simples" que caracteriza a Julia. É nessa simplicidade que ela brilha e de que maneira. As baladas "Worst In Me" e "Don't Wanna Talk" são sublimes e a sua voz rivaliza com a de um anjo. 

Com temas que abordam relações amorosas e até sexuais, Nervous System é um dos grandes candidatos à minha lista de "Melhores EP's de 2017". A experimentação musical aqui presente é estranha e não podia estar mais satisfeito. Os instrumentais "despidos" de instrumentos e apoiados em sons produzidos por ela própria, são simplesmente geniais. A sério, estão à espera do quê para ouvir este trabalho?


(+) ALBUM REVIEWS (HERE)

Já ouviram algum dos quatro álbuns? Qual é o vosso favorito?

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

5 Regras básicas de etiqueta no ginásio


Se praticam exercício físico numa área comum, as chances de se terem irritado com algo que outra pessoa fez são mais que muitas. Quer sejam vocês os culpados ou vítimas, o facto é que existem certas regras básicas de etiqueta a seguir no ginásio. Lá por estarmos a dar no duro para conseguir trabalhar alcançar objectivos pessoais, não significa que não possamos facilitar a convivência com os outros durante o processo.


1. Usa desodorizante

Se pensavam que esta era óbvia, estão enganados. Por algum motivo que me ultrapassa, a maioria dos homens só parece preocupar-se em colocar desodorizante depois do banho. O problema é que até lá chegarmos, tivemos que passar por todo um processo tortuoso que envolve um cheiro a suvaqueira digno de um trolha num dia de Verão. Todas as pessoas transpiram, ainda para mais neste contexto, mas há que ter o mínimo de noção. Não se justifica a nuvem aromática de cebola estragada e suor que algumas pessoas arrastam atrás de si. 

2. Limpa o equipamento que usaste

Novamente, algo evidente que escapa à maioria. Por norma, todos os utilizadores de ginásio devem andar sempre com uma toalha atrás. A sua função não é apenas de limpar as gotas de suor que escorrem pela cara, também se aplica ao equipamento que usaram. Não há nada pior que chegarmos a uma máquina e encontrarmos material genético de outra pessoa. Ew. Leva-me a jantar primeiro. No meu ginásio existem funcionários de limpeza que estão constantemente a tratar disso mas, ainda assim, quando vemos que o equipamento que tanto queríamos vagou, não há tempo para esperar por eles, e é o mínimo deixarem tudo composto e não obrigarem os outros a ver a forma das vossas nádegas estampada no assento.

3. Não ridicules ninguém

O que não falta na internet são memes de gym fails e, apesar de ser divertido quando alguém não percebe como uma máquina funciona, eles estão a tentar e não deviam ser ridicularizados por isso. Ninguém nasce ensinado e é normal não acertarem em tudo à primeira. Falo por experiência, sou novo nestas andanças e são mais as coisas que desconheço do que o contrário. Fazer pouco de alguém recém-chegado (ou não) a este mundo, tal como em tempo vocês foram, é simplesmente triste. Em vez disso, sorriam e ajudem a pessoa, não custa nada.

4. Não olhes fixamente para as pessoas

Esta serve tanto para rapazes como para raparigas. Não olhem fixamente! As pessoas estão a trabalhar os corpos e se vos apanham a olhar, vão sentir-se constrangidas e imaginar um de dois cenários: que vocês são creepy e estão à espera de chegarem ao balneário para lhes saltarem em cima ou que estão a fazer pouco deles. Mesmo que uma rapariga esteja com um soutien de desporto ou um rapaz com os boxers à mostra enquanto faz abdominais, não é um convite para olharem. Respeitem o espaço pessoal de cada um.

5. Se não estás a usar, sai

Não há nada mais frustrante que queremos usar uma máquina e estar um marmanjo com o traseiro sentado às sms como se fosse um adolescente com o cio. Se querem exercitar os dedos, existem outros locais mais indicados para o fazerem em vez de estarem a atrasar os treinos de toda a gente. Uma coisa é fazer uma pausa de 1 minuto entre sets outra é os meus netos já terem nascido e os indivíduos continuarem ali, presos ao maldito equipamento sem sequer lhe darem uso.


Frequentam algum ginásio? Partilham de algum destes mandamentos?

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