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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Abandono Animal no Verão


Na longa lista de problemáticas que não consigo compreender, o abandono dos animais na época balnear ocupa um dos lugares cimeiros. Pois é, as férias de Verão continuam a ser sinónimo desta prática tão pouco humana que, apesar de diversas campanhas de sensibilização e alterações legislativas, parece não ter fim.

Uma das frases que mais profiro é que "odeio pessoas". A sério, a cada dia que passa perco mais a esperança na humanidade. A quantidade de atrocidades que acontecem diariamente é inacreditável, e nem os pobres animais estão livres de perigo. Sou um eterno animal lover, sem conotações de bestialidade, e incomoda-me imenso ver cães (também há gatos, mas todos sabemos que a esmagadora maioria é do primeiro tipo) a vaguear pelas ruas. Aliás, a minha cadela era uma destas vítimas de abandono e que acolhemos de braços abertos. 

Como é que existem monstros capazes de abrir a porta do carro, muitas vezes em andamento, e deitarem o seu animal de estimação porta fora, como se de um pedaço de lixo se tratasse? Muitos acabam por ser atropelados ou ficar gravemente feridos. Tudo isto porque querem ir de férias e os seus companheiros de quatro patas se tornam num estorvo? Não dá. Recuso-me a aceitar isto.

São muitos os indivíduos que ainda olham para o animal como um objecto. Na hora de o adquirirem, seja por compra ou adopção, pensam nele como uma espécie de acessório fofinho, desconsiderando por completo o facto de ele ir crescer, comer e eventualmente exigir alguns gastos extras com a sua saúde. A partir do momento em que acolhem um animal nas vossas casas, ele torna-se automaticamente um membro da família, como se de um filho vosso se tratasse. É inconcebível o tratamento que estas pobres almas recebem por parte daqueles que deveriam zelar por eles.

Está a custar-me imenso escrever este texto porque imagino o horror que os animais não devem sentir quando percebem que os donos os abandonaram e deixaram completamente sozinhos, sem lar, companhia, comida e água. Não se podem esquecer que, tal como nós, eles têm a capacidade de sentir prazer e dor, física e psicológica, de ter emoções e percepções de bem e mal-estar. São seres puros que nos oferecem o seu amor incondicional e é esta a paga que recebem? Não!

As leis podem existir mas enquanto as mentalidades não mudarem, vai ficar tudo na mesma. Sim, porque o abandono dos animais por aqueles que têm o dever de cuidar deles, é punido com pena de prisão até 6 meses ou multas que podem ir dos 500 aos 3.740 euros. 

Não sei o que os criminosos que cometem estes actos têm na cabeça, mas sei perfeitamente o que lhes fazia.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

5 Motivos pelos quais não adoro o Verão


Como tudo na minha vida, até no que diz respeito ao Verão sou uma contradição andante. Se por um lado sinto-me genuinamente mais "animado" com os "dias mais longos", aumento das temperaturas, bronzeados e afins, por outro detesto o calor infernal, suor e preguiça que vêm de arrasto. Foi a pensar neste pequeno complexo existencial que criei uma lista com cinco motivos pelos quais já não morro de amores pela estação mais cobiçada do ano (além dos incêndios, claro).

'1. Calor

Não me dou bem com o calor. Sim, apesar de detestar o frio e apreciar temperaturas mais elevadas, não significa que goste de sentir que estou a caminhar pelo reino de Lúcifer. Escusado será dizer que estes últimos dias têm sido um autêntico massacre. Dormir está quieto e até acordado só me apetece meter-me dentro do congelador. Pensar que ainda existem cretinos que se recusam a acreditar que o aquecimento global existe. Quanto a vocês não sei, mas não consigo funcionar assim. Não dá. Ao menos em casa posso andar em trajes diminutos como se estivesse numa vitrine do Red Light District, mas e quando tiver que sair, ir trabalhar? Só a ideia do que me espera amanhã (escrevi isto ontem à noite) está a deixar-me assustado. 

'2. Suor

A não ser que estejam numa sauna ou a terminar um treino intenso (e mesmo assim tenho as minhas dúvidas), transpirar não é nada agradável. Pior ainda e acabar de tomar banho e sentir que preciso voltar lá para dentro outra vez. Sofro de transpiração fácil desde muito novo, o que por vezes pode condicionar as minhas escolhas de vestuário. Qualquer cor fora do espectro black & white significa nódoas garantidas depois de uma breve corrida para apanhar o metro, comboio, ou simples locomoção pedestre. Se tiver um acontecimento importante para determinado dia, seja no trabalho ou a nível pessoal, tenho que avaliar sempre os riscos das minhas partes de cima. Levar aquela camisa azul que tanto gosto implica não poder correr o dia inteiro, caso contrário vou parecer que saí de uma luta de balões de água. 


'3. Preguiça

A linha entre entusiasmo e preguiça é muito ténue no Verão. Uma música animada é capaz de me dar uma força incrível para enfrentar o meu dia, mas basta as temperaturas passarem o limite do aceitável e baam, modo gelatina activado. Esta condição é tão séria que até quando andava na escola, o terceiro período era sempre aquele em que baixava as notas, precisamente porque não conseguia ficar com o rabo sentado na cadeira sem deslizar como uma folha de papel. Ainda hoje isto acontece-me inúmeras vezes. Fico como uma espécie de cão, às voltas até finalmente se deitar, só que com menos acção e mais suspiros de desespero. Não tenho vontade de fazer nada, nada! Ir à casa-de-banho é toda uma viagem que leva décadas entre um arrastar do chinelo e o outro. Criatividade, vontade de escrever e criar conteúdo, tudo é evaporado como a minha paciência. Ugh, I just can't

'4. Monstro temperamental

Por falar em falta de paciência, sou um perigo nestes meses mais quentes. A sério, devia andar com um letreiro ao pescoço a dizer "cuidado com o cão". Seria de esperar que alguém consumido por preguiça não teria energia para mais nada, mas não é bem assim. Como o Hulk que fica verde com a raiva, a mim acontece-me o mesmo mas em vez de mudar a tonalidade, destilo ofensas dignas de uma letra de rap. Tudo me irrita, a maneira das pessoas falarem, o tom de voz, a respiração, a forma como comem, como não percebem algo simples, tudo! A Marta diz que é a minha versão de TPM, mas mais irritante (questionável, mas como não quero problemas, não me vou alongar). Costumo fazer um esforço enorme para ser extremamente paciente, ainda que por dentro esteja a morrer com a vossa estupidez, mas nesta altura metade do filtro desaparece. Não sei explicar mas começo a arder, literalmente, e só vejo vermelho como um Touro (hey star sign). Não fosse o meu bom senso, já tinha uma lista de inimigos enorme ou ido parar ao hospital por me meter com a pessoa errada. Até ao dia!

'5. Transportes Públicos

Achavam mesmo que ia perder uma oportunidade de voltar a mencionar o meu (des)amor pelos transportes públicos? Se não estão familiarizados com os actos I, II e a edição especial de Verão do "Auto dos Transportes do Inferno", shame on you então esta é para vocês. Se, tal como eu, enfrentam o metro na hora de ponta, considerem-me um amigo. Só não vos abraço porque este calor não permite. Agora a sério, é impossível explicar o sentimento que nos consome quando a porta da carruagem se abre e nos deparamos com uma manada de pessoas no interior. É como se estivéssemos a caminhar para a morte. Em modo sardinha em lata, levamos com o suor, pisadelas e pior, odores indesejados de alguns sujeitos que parecem recusar-se a utilizar desodorizante. Isto para não falar da lentidão que se abate sobre toda a gente. Sim, também fico em modo vegetal mas... não no meio da rua! É como se estivéssemos num corredor interminável de qualquer centro comercial.


Gostam do Verão? Dão-se bem com as temperaturas elevadas?

quarta-feira, 29 de março de 2017

Mau tempo, mau humor


A quantidade de publicações que já escrevi sobre o tempo são quase tantas como o número de séries que acompanho. Se isso é uma coisa positiva, é que já não sei. Agora a sério, é de senso comum que o nosso humor é directamente afectado pelo clima. As taxas de suicídio são mais elevadas em países mais frios, e as pessoas são mais alegres em lugares quentes. Há quem deteste vento ou dias chuvosos, e outros que só são felizes com o calor do sol a bater-lhes na cara. Provando que sou um cliché, também eu alvo desta disparidade emocional provocada pela alterações estacionais.

Apesar de sofrer com temperaturas muito elevadas e conhecer os inúmeros perigos do sol, a verdade é que prefiro o Verão ao Inverno. Sim, em termos de roupa a última estação do ano é melhor, nem que seja para esconder as gorduras indesejadas, mas tudo o resto é terrível. Por muito que aprecie a chuva enquanto estou deitado a ver um filme e a beber uma chávena de café com leite, não é um cenário suficientemente apelativo para aguentar uma semana de inconvenientes. Ele é ventos que nos deixam descabelados, são carros que passam por cima de poças e nos encharcam, e por aí fora.

Todos os anos passo pelo mesmo ciclo temperamental. No início de Novembro a ficha cai e começo a sentir os efeitos da falta de exposição à luz solar. Segue-se um longo período semi-depressivo em que não me apetece sequer sair da cama. A desmotivação é tamanha que chego a isolar-me no meu canto, como se estivesse a hibernar. Avançamos uns quatro, cinco meses e os primeiros indícios de Primavera dão um switch no meu cérebro e ganho uma energia que pensava estar perdida. Depois entramos no reino de Hades e sofro de uma preguiça invertida, devido ao calor das labaredas.

Sempre me ri do povinho que ao mínimo indício de calor vai logo queimar as bordas do rabo para a praia, mas cada vez mais compreendo-os. Estes meses antes de Julho e Agosto são a melhor altura do ano. E não digo isto por ter nascido em Maio. Os dias estão mais "longos", o céu está limpo (maioritariamente), as temperaturas estão medianas e não sentimos um frio polar ou calor infernal. É a combinação climática perfeita. Não imaginam a felicidade que sinto por já não chegar a casa de noite cerrada. Mesmo que quisesse negar as minhas origens não posso, sou latino e como tal, o bom tempo é essencial na minha vida.


O vosso humor é afectado pelas mudanças climatéricas? Preferem o Inverno ou Verão?

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Vacation ⤫ Life's a beach


Enxaguem essas lágrimas, estou de volta! Se não ficou implícito na última publicação, estava seriamente a precisar de me desligar do mundo e recarregar baterias. Aproveitando a estadia temporária da minha namorada por terras lusitanas, tirei uma semana de férias. Já agora, acreditam que logo no primeiro dia off recebo três chamadas (ignoradas, claro) do meu patrão? Sem comentários.

Não querendo entrar para a estatística de portugueses que todos os Verões arredam o pé para o Algarve, passei três dias fantásticos de praia, sopas e descanso, em Portimão. Por entre pores-do-sol, muitos mergulhos e alguns escaldões  não necessariamente meus , ainda percorremos uma mini-rota de praias: Alvor, Rocha, Almograve e Vila Nova de Mil Fontes.

Embora a estadia tenha sido curta, foi muito bem aproveitada. Há anos que não sabia o que era entrar numa água do mar clara e quente. Boas vidas, é o que vos digo. O único senão foram as viagens de comboio. Só para terem uma ideia, na volta apanhámos uma velhota que veio quatro horas, quatro, a falar da gata, de uma loba, cobra, cadela, tudo. Um autêntico zoológico vocalizado por uma bela sopinha de massa do mais chato possível. Ao menos deu para rir, vá. 

De volta à civilização, tentámos compreender o appeal gastronómico de locais trendy como Frankie e Domino's. Sobre isso... reservarei a minha opinião para uma publicação dedicada exclusivamente a este tema.

Até lá, deixo-vos com algumas fotografias que tirei na minha pequena viagem pelo sul de Portugal.












E vocês, onde costumam passar férias? São adeptos do Sul de Portugal?

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Auto dos Transportes do Inferno x Summer Edition


A barca está de volta. Com dois actos mais abrangentes sobre situações caricatas que vivo diariamente nos transportes públicos, esta edição é dedicada exclusivamente ao Verão. Estação favorita do ano para uns, é um autêntico terror para os que já não podem gozar dos três meses de férias ou não têm carro, claro.

Comparativamente ao Inverno, noto que custa mais entrar/aguentar na rotina com as temperaturas elevadas. As corridas outrora supersónicas para apanhar o metro a tempo, foram substituídas por uma espécie de marcha repleta de murmúrios. Curiosamente, a abundância de passageiros parece ter triplicado. Para uma altura marcada pelas férias dos portugueses, é interessante.


1. Fenómeno sardinha em lata
Aguentar uma viagem apertado é mau, mas no Verão é ainda pior. Derrubando por completo a questão da invasão de espaço, que nestes casos, pura e simplesmente não existe, a quantidade de suor e calor é algo que não desejo a ninguém. Contei-vos uma dessas situações (AQUI) e recentemente passei por outra, mas num dia de 38ºC. Nunca fiquei tão feliz por estar a usar roupa escura, caso contrário seria um forte candidato ao título de mister t-shirt molhada. 

2. Odores corporais amplificados
"Respira pela boca", dizem. Está bem. Suster a respiração durante a passagem momentânea de um camião do lixo é uma coisa, fazê-lo durante uma viagem de meia-hora é simplesmente impossível. Já tentei de tudo. Fingir que adormeci com um livro aberto na cara, apoiar estrategicamente a mão na cara e até respirar o mínimo possível. Não adianta. Contra o cheiro a suvaqueira, só mesmo um bom banho. Bolas, há pessoas que cheiram mesmo, mesmo mal.

3. Fluídos indesejados
Arrisco-me a dizer que ninguém gosta de levar com o suor de desconhecidos. Se não for o caso, good for you! Não existem palavras para descrever o quão nojento é sentir que a pessoa ao nosso lado está, literalmente, a escorrer. Pertenço ao clube de indivíduos que transpira imenso e com bastante facilidade, mas daí a esfregar-me nos outros passageiros, vai uma grande diferença. No Inverno o contacto acidental até pode ser acolhedor, na medida em que nos aquece, mas agora? Atrevam-se.

4. Sujidade sazonal
Areia, areia por todo o lado! Compreendo a necessidade de utilizar transportes públicos para se deslocarem a áreas balneares mas não custa nada passar as patinhas pela toalha. Além da escorregadela ocasional do gang do reumático, até os bancos ficam contaminados. É isso e papéis/manchas de gelado. Podem não ter um lenço de papel à mão, mas tratando-se de um espaço comum, não vos custava nada limparem a vossa sujeira.

5.  Pessoas ainda mais lentas
É mais que sabido que não tenho a mínima paciência para gente lenta. Se antes os associava aos zombies do Walking Dead, agora nem tenho comparação possível. Sou o primeiro a admitir este tempo é um óptimo aliado à preguiça mas, estando na rua, que remédio se não mexer as perninhas. Aqui entre nós, já cheguei a perder propositadamente alguns transportes por não conseguir mais. Como vêem, nem eu estou imune às labaredas do inferno. Ainda assim, a vontade de chegar a casa para poder arrancar a roupa do corpo é toda a motivação que preciso. Pessoas que insistem em manter-se paradas, feito mulas, no meio das escadas rolantes, encostem-se à direita. Fica o apelo.


Já presenciaram situações destas? Gostam dos transportes públicos no Verão?

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Só no Verão é que se lembram


Verão. Altura em que as temperaturas aumentam e as roupas diminuem. Ao mínimo raio solar, multidões arrastam-se para a praia, movidas por um desejo incessante de colocar os presuntos a assar. Dos 8 aos 80, fatos de banho, ainda a cheirar a mofo, são retirados das gavetas e, apertados ou não, colocados sob corpos suados a precisar de arejar.

Mundialmente, existe toda uma preparação pré-época balnear. Podemos identificar dois grupos distintos de aficionados: aqueles que ao soar das 12 badaladas, e sob pretexto de resolução de ano novo, se inscrevem no ginásio, e aqueles que esperam até Abril/Maio para levar o corpo à exaustão em prol de selfies à beira da água.

Um pouco por todo o lado somos relembrados de que o relógio não pára e se queres dar um mergulho no mar, é bom que faças alguma coisa em relação a esse saco de gelatina a que chamas corpo. O ultraje. Começa a enchente de receitas à base de saladas, água e para os mais desesperados, um dedo na goela.

Seria hipócrita se dissesse que nunca sucumbi a este problema (não me refiro ao dedo na goela). Sim, raparigas que ainda pensam ser as únicas afectadas pelas pressões da sociedade em relação à imagem, o cromossoma Y passa pelo mesmo. Quando começo a pensar no suplício que é tirar a t-shirt em público sem ter um six-pack, sinto-me automaticamente uma porcaria.

É o "culto do corpo", dizem. A questão é, só devemos seguir um estilo de vida saudável de Junho a Agosto? Por onde andam essas reportagens, anúncios e publicações durante o resto do ano? Trata-se de uma generalização e como tal, existem excepções. No entanto, a esmagadora maioria das pessoas tem este tipo de pensamento, governado pelo receio de fazer má figura no seu fio dental ou calçonete.

É o que digo, só no Verão é que se lembram.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

No longer a son of a beach


Um romance bonito, mágico até, mas chegou ao fim. O meu amor por praia está temporariamente fora do ar. O ano passado fiquei destroçado por não ter usufruído, agora não percebo o motivo para tanto drama.

Em criança não havia nada que gostasse mais que passar um dia inteiro na praia a fazer túneis na areia, e o mais importante, mergulhar como se a minha vida dependesse disso. Com o passar do tempo tenho começado a apreciar cada vez menos a época balnear passada em praias. Processem-me, mas prefiro piscina. Como se não bastasse, ultimamente parece que tudo me irrita nas pessoas que decidem fazer do areal uma feira.

Quanto a vocês não sei, mas fui educado a respeitar o espaço das outras pessoas. Correr não era uma opção pois poderia encher alguém de areia. Não colocava música a dar porque ninguém é obrigado a ouvir o mesmo que eu. Gritarias e afins ficam em casa. Resumindo, não me devia comportar como um autêntico animal. Não sei se tenho pouca sorte nas praias que frequento, mas são raras as pessoas sabem ser civilizadas.

Há sempre aquele miúdo irritante que adora correr mesmo ao lado da minha toalha e me enche de areia não uma ou duas, mas oito vezes. O pior é que nunca lhes podemos dizer nada. Para os papás "são crianças, têm que se divertir". Ninguém diz o contrário, mas não percebo que criaturas estão a criar desta maneira. Tudo lhes é permitido devido à idade, depois admiram-se que formem tiranos.

Na terça-feira fui à praia com o meu pai e irmão e depois de algum tempo, lá conseguimos um lugar para estender as toalhas. Se soubessem a quantidade de espaços "vazios" que não podíamos utilizar por estarem "marcados" com toalhas e chapéus. Quando é que vão perceber que se querem sair e ir almoçar, lanchar o que seja, deviam levar a tralha atrás? Da última vez que verifiquei, a praia era um local público, não tiveram que pagar nenhuma caução para deixar o estaminé ali montado. Enquanto os plebeus lutam por um pedacinho de areia, os senhores têm sempre o deles garantido.

Agora juntem as sessões fotográficas à beira mar e os senhores que de 5 em 5 minutos berram "Olhá bólínhááááá" e está criado o cenário paradisíaco dos meus sonhos. Pois, não. Se não fosse o facto de me sentir um peixe dentro de água e adorar passar horas a nadar, já tinha desistido de praia. 

Gostam de praia ou preferem piscina? O que acham das pessoas que deixam lugar marcado?

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Lacoste Soft Sun Collection


Com o Verão praticamente à porta, é altura de apostar em roupas mais leves e descontraídas. Se ainda não sabem o que vestir, a nova colecção Soft Sun da Lacoste oferece um diversificado leque de peças inspiradas na atmosfera da praia. 


Subtis e fluídas, as peças adoptam materiais como o algodão, linho e tons pastel que combinam padrões de riscas coloridos com outros mais minimalistas. A colecção é sem dúvida descontraída, mas sem perder a elegância a que a Lacoste já nos habituou.

Verde mar, azul lagoa, amarelo sol e soft pink compõem a delicada palete de cores pastel, branqueadas pelo sol.


Calças chino, t-shirts leves, pólos em tons pastel, vestidos de cintura marcada e sandálias são alguns dos ingredientes chave de uma colecção masculina e feminina com cheirinho a maresia.

Já conheciam a colecção Soft Sun da Lacoste? Quais são as vossas peças favoritas?

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Roupa de Verão Low Cost

Até custa acreditar que ainda não estamos no Verão. Se as temperaturas já estão elevadas desta maneira, nem quero pensar como vai ser quando a estação se alterar. Sou daquelas pessoas que gosta do calor, mas que passa mal com ele. 

Por estar sempre a arder que nem uma mulher na menopausa, quanto menos roupa tiver que vestir, melhor. Como não pratico nudismo, fiz uma selecção de t-shirts e calções, mas em versão low cost. Não há nada pior que ir às compras e ver roupa gira mas que custa mais que a conta da luz. 


Só para que conste, quando me refiro a roupa low cost, estou a falar de roupa mesmo barata. Não é como certas que ouço por aí "Ai sei lá, 40 eurus por uma blusa, que máximo". Pois, não. Para as t-shirts impus um limite de €13 e fiquei surpreso com a quantidade de produtos interessantes que encontrei. Dos sites que visitei, a Pull&Bear e a Bershka têm as melhores opções. 


Como tudo o que é partes de baixo para homens é ridiculamente caro, tive que deixar o limite de custo para calções nos €20. Não sei se era capaz de os usar, mas estou um bocadinho fascinado com os calções cor-de-rosa com flamingos (1). Em termos de calçonetes, a H&M e a Zara têm um leque de opções variado e com preços, minimamente, acessíveis.

Gostaram de algumas t-shirts e/ou calções? São adeptos de compras low cost?

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