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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

5 Coisas que detesto no Instagram


#1. Ignora contas com +10K seguidores

Não se dêem ao trabalho de seguir de volta contas com mais de 10K. A esmagadora maioria só quer tentar apanhar-vos na teia deles e fazer com que os sigam somente para aumentar ainda mais os seus valores. Assim que têm o que pretendem, deixam de vos seguir num ápice. Por muito que uma conta dita "popular" me agrade, o facto de saber que isto vai acontecer irrita-me profundamente e só surte o efeito oposto.

#2. Likes > Followers

Quando entramos num perfil o que chama mais à atenção não é o feed mas sim o número de seguidores. Neguem quanto quiserem, mas é verdade. Não há anda mais triste que entrar numa conta com um número gordo de followers e depois constatar que as fotos não têm mais do que 100 likes. Além de não fazer qualquer sentido, é um alerta gigante para uma possível utilização de bots de seguidores fantasma  algo cada vez mais comum, especialmente nas contas brasileiras.

#3. Cuidado com as raparigas russas

Calma, não é um comentário xenófobo! Aparentemente as ocasionais contas falsas que surgem nas nossas notificações costumam ser de supostas raparigas russas. Entramos na página e deparamo-nos com meia dúzia de imagens que se ficam por selfies e promoções para ganhar X seguidores. Tenho quase a certeza que aquelas fotos são "roubadas" e tenho imensa pena por as pessoas originais nem fazerem ideia do que está a acontecer. Por esse motivo, a acção automática é reportar. Ninguém precisa de seguidores falsos que não vão interagir com os nossos uploads

#4. O algoritmo dos infernos

Qualquer utilizador do instagram está a par do impacto que o algoritmo pode ter nas vossas contas. Nunca estranharam terem temporadas com imensos likes e depois descerem a pique? Digamos que ter imagens do mesmo tipo com 600 gostos e depois passarem para 180 é algo que não consigo compreender. Além desta brilhante facada nas nossas estatísticas, o facto de a vertente instantânea ter morrido, é absolutamente ridícula. Se antigamente as fotografias apareciam por ordem de publicação, agora é um surtido que pouco ou nada faz sentido. A primeira foto do meu feed tanto pode ser de há quatro dias atrás como de cinco minutos. É absurdo e prejudica imenso os utilizadores.

#5. Seguir e deixar de seguir

Não podia deixar de referir a já tão conhecida prática do "seguir" e "deixar de seguir". O raciocínio é o mesmo do primeiro ponto, mas aqui consegue ser ainda mais mesquinho. Fico possesso quando sigo de volta contas que até são giras, e não têm mais do que uns 700 seguidores, para depois clicarem no unfollow mais depressa do que trocam de cuecas. É tão patético que chega a ser cómico. Quantas vezes a mesma conta me segue 4x no mesmo mês, só porque não retribui o gesto. Inicialmente ainda participava neste jogo do gato e rato, mas agora aborrece-me tanto que são logo bloqueados. Se estão sedentos, lamento mas pararam na fonte errada.


O que é que mais detestam no Instagram? Temos pontos em comum?

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Já chega, não? | Don't follow back? Bye


Como reza a tradição, chegou a hora de mais um "Já chega, não?". Sendo o primeiro do ano, parece-me oportuno relembrar que este é um segmento mensal dedicado a críticas à blogosfera ou sociedade em geral. Não é um espaço de maldade ou capítulos soltos de um "burn book" à la Mean Girls, mas sim de diálogo e possível evolução (se for caso para isso). O tema de hoje é algo com que todos nós estamos familiarizados, unfollowers.

Qualquer pessoa com presença online, sabe que uma das formas mais eficazes de saber se o nosso conteúdo chega a alguém, é através dos seguidores. Especialmente no blogspot, por muitas visitas ou comentários que possamos receber, se forem feitos ao acaso, não há garantias de que possam voltar à nossa página. Independentemente dos motivos que nos levam a seguir alguém, (os meus são estes AQUI), a partir do momento em que o faço, é como se estivesse a dar o meu carimbo de qualidade à página.

É importante perceber que da mesma maneira que temos o direito de seguir quem quisermos, o mesmo aplica-se na situação inversa. Confesso que só o fiz uma única vez e porque a pessoa em questão deu uma volta de 180º ao conteúdo, transformando-se numa espécie de confessionário sexual a tempo inteiro. Não sou nenhum pudico, mas digamos que não é esse tipo de leituras que procuro nesta plataforma.

Já perdi uns quantos seguidores aqui no Ghostly Walker  ainda esta semana foi um  e embora seja irritante, a vida continua. O problema é quando alguém o faz só porque não seguimos o blog de volta. Se têm like na página do facebook já sabem desta história, mas basicamente isto aconteceu-me no final de Dezembro. Juntem-se crianças, está na hora do conto.

Era uma vez um daqueles comentadores migratórios (bastante conhecido por muitos de vocês, embora permaneça no anonimato) que aqui vinha quando as estações se alteravam. Numa dessas visitas, deixou a sua opinião que, diga-se de passagem, raramente ultrapassava cinco palavras, e seguiu-me. Passou-se um dia e já tinha levantado voo. Estando numa altura parada, não foi propriamente difícil perceber quem tinha sido o(a) Judas. Para me assegurar que não eram macaquinhos da minha cabeça, resolvi fazer uma pequena experiência: segui-o(a). O relógio não andou mais que duas horas e já tinha voltado ao mesmo número de seguidores. A audácia daquele ser foi tal que teve o descaramento de comentar outro post como se nada fosse. Concluída a minha mini-investigação, dei um unfollow que foi imediatamente correspondido, e fiquei seriamente na dúvida se aquele teria sido o primeiro ataque da ave rara. Vitória, vitória, acabou a nossa história. Dado o teor infantil da sequência de eventos, pareceu-me apropriada a temática.

Esta situação é o pão nosso de cada dia no Instagram mas ao menos está à distância de um mero clique. Pensar que alguém se dá ao trabalho de ir à homepage, depois a lista de leituras onde vai ter que encontrar, no meio de centenas, o terrível blog que cometeu o crime de não os seguir de volta, é no mínimo patético. Uma coisa é já não se identificar/gostar do blogger e/ou respectivo conteúdo, outra é iniciar uma missão criançolas de vingança só porque não teve o que queria. Que pessoa tão, tão triste.

Por incrível que pareça, este tipo de coisas acontece imensas vezes e por baixo dos nossos narizes. Quantas vezes não perdem seguidores e perguntam-se "porquê?". Agora têm outra razão para juntar à vossa lista de possibilidades. Compreendo o entusiasmo e desejo de ver os números a aumentarem  acreditem que faço uma festa sempre que recebo um  mas daí a vender a alma ao diabo vai uma diferença. Posso demorar mais a ganhá-los mas ao menos sei que cada seguidor é genuíno e não veio cá parar por uma troca de favores.

A seguir ainda há um nível pior, as pessoas que instalam programas para ganhar "seguidores fantasma" ou os compram. Sim, se não sabiam desta prática, tenho-vos a dizer que além de não ser nenhuma novidade, é algo cada vez mais comum. A moda começou no tumblr e espalhou-se para o instagram, onde existem contas com 9999 seguidores e fotografias que se ficam pelos 100 likes. Não faz sentido. Não me admira que o blogspot seja o próximo.


Já passaram por uma situação destas? 
Deixam de seguir quem não vos segue de volta? E comprar seguidores, yay or nay?

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