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domingo, 9 de abril de 2017

2 Anos de Ghostly Walker


O auto-proclamado dark horse da blogosfera está de parabéns! Parece que entrámos oficialmente na idade dos terrible twos. Se estão familiarizados com o termo, preparem-se para o que aí vem. Just kidding. Sim, tecnicamente o Ghostly Walker foi criado há mais tempo, mas só a 9 de Abril de 2015 é que criou raízes.

Sinto-me estranho a dizê-lo mas já caminho por estas ruas virtuais há mais de uma década (acabei de ter uma visão hilariante graças a esta frase). Criei o meu primeiro blog quando era um mero adolescente cheio de acne e, desde então, nunca mais arredei o pé. Por muito que goste de todas as minhas concepções como se fossem filhas, nenhuma se aproxima desta página. 

Tenho plena consciência que a minha honestidade, por vezes crua, e a sassyness que alguns de vós gentilmente me atribuíram, nem sempre é bem interpretada, mas asseguro-vos que não é com maldade (a não ser que me irritem a sério, óbvio). Acima de tudo estou aqui para vos divertir, e a mim também, claro. Se consigo ou não, isso já é outra história, ah! Mantendo a coerência e citando o discurso do ano passado, «posso nem sempre ter os tópicos mais "populares", mas acreditem que procuro sempre uma abordagem cómica/satírica em vez da bajulação que se lê por aí». Nada mudou.

Por muito que fique sempre bem dizer que não se liga a essas coisas, os números têm a sua importância e qualquer blogger sabe disso. Apesar de não ser o que me motiva, confesso que pensei que por esta altura tivesse mais seguidores, especialmente por não me restringir apenas a uma área de interesse. Dito isto, fico genuinamente feliz por saber que mantenho praticamente todos aqueles que me acompanham desde o início. Tenho pena que muitas pessoas tenham abandonado as suas páginas mas espero que se um dia voltarem, digam qualquer coisa que estarei cá para vos receber de braços abertos.

Os mais atentos já devem ter reparado que tenho andado um pouco ausente dos vossos blogs mas não se preocupem que não me escapa nada. Infelizmente não tenho tido o tempo que gostaria para me dedicar com mais afinco à página, mas continuo a esforçar-me para redigir conteúdos que considere interessantes e, se for caso para isso, originem diálogo. 

Não seria uma publicação do Ricardo se não tivesse mais do que cinco parágrafos, não é verdade? A todos os que chegaram ao fim deste testamento à espera de uma giveaway, lamento desiludir-vos mas ainda não é desta. Fora de brincadeiras, aos que continuam desse lado, obrigado. Agradeço-vos do fundo do coração pelas vossas leituras, comentários e partilhas com o hipocondríaco dramático que ainda sonha com a estatueta dourada.

Obrigado!

sexta-feira, 20 de maio de 2016

TGW RECOMENDA | Álbuns a ouvir #13



1. Gallant | Ology
MUST LISTEN: BOURBON | COUNTING | CHANDRA | PERCOGESICEPISODE | BONE + TISSUE | WEIGHT IN GOLD

Fãs de Sam Smith e MKNE, não têm de quê. Após um ano a provocar-nos com faixas sublimes como "Talking In Your Sleep", "Weight in Gold" e a colaboração épica com ZHU em "Testarossa Music", chegou finalmente a altura de Gallant lançar o álbum de estreia, Ology. O trabalho composto por 16 faixas é sofisticado, com um pé no R&B e o outro no synthpop, com uma dose industrial de soul graças aos vocais poderosos do jovem nova-iorquino. Ganhei um novo artista favorito.

2. Drake | Views
MUST LISTEN: ONE DANCE (ft. Wiz Kid, Kyla) | HYPE | TOO GOOD (ft. Rihanna) | KEEP IT IN THE FAMILY | CONTROLLA | WITH YOU (ft.PARTYNEXTDOOR)

O quarto álbum de inéditas do Drake é demasiado longo e estranhamente monótono. Com um discurso amargo, mesquinho e altamente desgastado, Views não me convenceu. Apesar da atmosfera negativa, existem um ou outro momentos fantásticos pelo meio, um deles a viciante "One Dance" que actualmente lidera os tops norte-americanos. Aproveitando o sucesso estrondoso e surpreendente da colaboração com a Rihanna em "Work", o rapper retribuiu o favor em "Too Good", que segundo consta, originalmente seria para o disco Anti da cantora dos Barbados mas foi descartada.


3. Meghan Trainor | Thank You
MUST LISTEN: NO | BETTER (ft. Yo Gotti) | ME TOO | KINDLY CALM ME DOWN | CHAMPAGNE PROBLEMS | WOMAN UP

À excepção de "All About That Bass", hit que a colocou no mapa enquanto cantora, confesso que o álbum de estreia da Meghan Trainor passou-me um pouco ao lado. Surpreso pelo anúncio de um novo disco com apenas um ano de diferença do anterior, o lançamento do primeiro single, "NO", deixou-me a querer mais. Thank You começa bem mas a meio parece perder o fio à meada. Liricamente falando, é mais do mesmo, uma carta de amor a si própria. Dito isto, é inegável o potencial tremendo de algumas faixas como a tropical "Better" e a infecciosa "Me Too". A título de curiosidade, a Meghan regravou a música "Woman Up" da Ashley Roberts, ex-integrante das Pussycat Dolls.

4. James Blake | The Colour in Anything
MUST LISTEN: F.O.R.E.V.E.R. | MODERN SOUL | MEET YOU IN THE MAZE | RADIO SILENCE | I HOPE MY LIFE -1-800 MIX | THE COLOUR IN ANYTHING

Um dia em que o James Blake lança música nova é um dia feliz. Se apenas conhecem este nome devido à participação na faixa "Forward" da Beyoncé, deviam ter vergonha! O jovem britânico está algures no pódio dos meus cantores favoritos e não podia estar mais satisfeito com o lançamento do terceiro disco, The Colour In Anything

Considerado por mim como o equivalente masculino da Lana Del Rey, no que diz respeito à melancolia, se ouvirmos com atenção, percebemos que algo mudou. Como ele próprio explicou em entrevistas, este trabalho representa uma mudança de maré, pessoal, musical e geograficamente. Amores perdidos, falta de comunicação e derrota, são os temas centrais, podendo tornar-se verdadeiramente deprimente. Contudo, também existem mensagem importantes como o facto de ser normal estar magoado ou sozinho, e que um desgosto de amor ajuda-nos a andar com a nossa vida para a frente. Além da sonoridade electrónica, apoiada em sintetizadores, que o tornaram conhecido, é nas canções despidas de instrumentos, como "Meet You in the Maze" que atinge o jackpot.

OUTROS ÁLBUNS A OUVIR (AQUI)

Já ouviram algum dos quatro álbuns? Qual é o vosso favorito?

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