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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

5 Dicas para vencer a procrastinação


#1. Analisa o teu ambiente

Um dos meus principais problemas no que toca à concentração é o ambiente em que estou inserido. Desde os tempos de estudante que o quarto é o meu maior inimigo no que toca ao aproveitamento. As distracções são tantas que muitas vezes acabam por se passar horas e não fiz absolutamente nada do que queria. Curiosamente, o melhor local para inverter esta situação é... a casa-de-banho. Parece ridículo, mas já escrevi grandes obras literárias sentado naquele trono de porcelana. Sem nada que me distraia, foi a minha salvação em tempos de testes ou até mesmo de ideias para publicações.

#2. Define metas realistas

Uma das principais razões de adiarmos o que queremos fazer deve-se ao facto de, geralmente, serem metas grandes e vagas. Se forem adeptos de listas, força. Pode revelar-se uma grande ajuda ter uma noção das tarefas a cumprir e respectivo tempo para cada uma delas. Não se armem em super-heróis e queiram, por exemplo, escrever as publicações todas da semana numa assentada. Quase de certeza que o resultado vai ser o inverso e isso só vos vai deixar ainda mais frustrados. 

#3. Pensa no futuro

A preguiça é lixada e se não souberem lidar com ela, podem perder-se para sempre. Dramático? Sim, mas tem o seu quê de verdade. Pessoalmente, enfrento sempre uma luta interna quando me distancio um pouco do blog. Tenho objectivos que gostaria de alcançar mas se depois estiver menos activo, é normal que não se concretizem. Fico de tal forma irritado e stressado com isso que acaba por servir de bebida energética para me mexer. Isto é tudo muito bonito quando as nossas únicas preocupações são a escola e temos horários acessíveis, mas quando entramos no mundo adulto e a sua prisão temporal, é extremamente complicado.

#4. Não penses, age

A velha máxima do "hum, faço amanhã". Quem nunca teve este pensamento uma única vez na vida que atire a primeira pedra. Aliás, se tivesse que definir o meu estado de espírito estudantil, seria exactamente assim. Sempre fui uma daquelas pessoas que deixava tudo para a última da hora. Portfolios, trabalhos de pesquisa, estudar para testes, tudo! No entanto, tinha bons resultados. Hoje em dia, ainda tenho o mesmo duelo com a balança moral. Esse é um dos motivos pelos quais estou a escrever isto de madrugada, em vez de "fazer amanhã numa pausa do trabalho". Right. Quando sentirem uma energia vinda do além, não percam tempo e arregacem as mangas! Por norma são surtos de curta duração que precisam ser aproveitados ao máximo.


#5. Pratica técnicas de "mindfulness" e/ou relaxamento

Para quem não está familiarizado com o termo, mindfulness é um treino mental que ensina as pessoas a lidarem com os seus pensamentos e emoções. Ajuda a distinguir o pensamento útil do inútil que, em certas circunstâncias, chega a ser prejudicial. Se tivermos a consciência total de que precisamos fazer determinada tarefa, quando partirmos para a acção e a terminarmos, vamos sentir-nos extremamente satisfeitos. Extremamente lógico mas nem por isso menos importante. Pode parecer um pouco contraditório mas o relaxamento é essencial para vencerem a procrastinação. Não digo que tenham que ter os chakras alinhados, mas se não conseguirem concentrar-se, tentem meditar ou no meu caso, ver vídeos de ASMR, e garanto-vos que ficam com outro estado de espírito. Não podem é exagerar ou acabam a dormir em vez de trabalhar.


Sofrem de procrastinação? Que métodos utilizam para combatê-la?

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

A Blogosfera estagnou?


Os últimos meses têm sido complicados no que toca a conseguir conciliar trabalho, desgaste e a minha presença online. Enquanto seres humanos e criativos, todos os anos passamos por períodos de crise imaginativa que, consequentemente, nos impedem de escrever o que quer que seja. Juntem a isso uma dose astronómica de preguicite aguda e está o caldo entornado. No passado, referi várias vezes que sofro bastante deste problema e a tendência tem sido piorar. Até ao momento, esta é a maior crise de procrastinação que alguma vez atravessei.

Não querendo apontar dedos a um problema que é meramente interno, existem factores exteriores que também não ajudam à festa. Um deles é a direcção que a blogosfera em geral está a tomar. Pode ser impressão minha mas... o factor novidade perdeu-se. Dou por mim a ler uma constante reciclagem de coisas já escritas, criadas, feitas. Não tenho sentido aquela curiosidade em abrir este e aquele post porque já sei perfeitamente o que vou encontrar, mais do mesmo. São rubricas-clone que nascem mas com um título e número diferente de "coisas" em observação, são os mesmos locais gastronómicos a visitar, as mesmas exposições, os mesmos filmes, os mesmos produtos de cosmética. Bah!

Sei que pode ser uma observação injusta, mas permitam-me que constante um facto que também se aplica a mim. Ao fim ao cabo, sou parte activa nesta problemática e tenho plena consciência disso. Por outro lado, é precisamente por isso que sempre tentei intercalar as ditas publicações em "cadeia" com outras mais aleatórias, por vezes com a sua pitada de wtf. É preciso inovar, sair da zona de conforto e explorar outros caminhos, temas, experiências. Sim, isto é tudo muito bonito mas na prática nem sempre é possível, especialmente se tiverem uma página direccionada a um só público-alvo. Contudo, é algo que estou a tentar com todas as forças aplicar de modo a não vos maçar com tretas.

Cada vez mais o tempo é precioso e ninguém merece desperdiçá-lo a ler um jornal com notícias do mês passado.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Preciso de um clone


Como devem ter percebido, não tenho andado com muito tempo para o blog. Se em tempos longínquos publicava praticamente todos os dias, agora nem os posts intercalados consigo cumprir. Não é que exista uma regra que me obrigue a partilhar conteúdo continuamente, mas sinto que ando a falhar. O ideal era mesmo ter um clone que ficasse encarregue da parte chata da minha vida e me deixasse aproveitar os bons momentos ao máximo.

Visto que este espaço não é a minha fonte de rendimento e não ganho absolutamente nada com ele, se continuo por cá é porque gosto mesmo disto. Verdade seja dita, desde Dezembro que a minha situação laboral está um caos por estar a exercer duas funções distintas (sem receber por isso). Resultado, após 8h sem parar, não tenho tido a mínima vontade/paciência para chegar a casa e escrever. O mesmo aplica-se à leitura. Enquanto no ano passado devorei seis livros, este nem metade de um consegui ler.

Normalmente tento escrever o máximo possível durante o fim-de-semana e agendar tudo porque, de 2ª a 6ª, é impossível. Ou acabo por me deitar às 3h da manhã e acordo ainda mais cansado, ou só tenho o tempo de criar a imagem na noite anterior e deixar a escrita para um furo no trabalho. Além de ser uma pressão terrível, acaba sempre por surgir alguma coisa que me impede de terminar o maldito texto. Pista: quando publico alguma coisa sem ser a esta hora é, na esmagadora maioria, um caso desses.

Com um Ricardo 2.0 a coisa resolvia-se num instante. Era ele que acordava todos os dias às 7h da manhã e chegava a casa às oito da noite; aturava o meu patrão por mim e a necessidade de me ligar de 10 em 10 minutos; levava com os tsunamis lisboetas que me deixam ensopado e semi-careca; ficava na fila interminável para comprar o passe e levava com os germes das pessoas nojentas que utilizam os transportes públicos como se fosse o curral deles. Já eu, podia dormir até ao meio-dia, ver as séries e filmes todos que tenho em atraso e claro, escrever conteúdo interessante para partilhar convosco. Sei que a isso se chama desemprego, mas já me bastou dois anos em casa e não obrigado

Tenho mil e uma ideias (e rascunhos) para dar vida e prometo que vou tentar ser mais disciplinado durante o fds. Igualmente em falta estou com as vossas páginas que não têm recebido o meu habitual contributo opinativo. Não vou ser hipócrita e dizer que leio tudo porque ultimamente não tem acontecido, mas quando o fizer, preparem-se para múltiplas aparições na vossa caixa de correio.

Até lá, vou continuar a torcer por Portugal na Eurovisão apesar de saber que, politicamente falando, é impossível vencermos. Mas que era merecido, era.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

O que fazer quando falta a inspiração


Nada. Esqueçam aquelas dicas da treta que prometem a cura milagrosa para um problema que é mais comum do que os fogos em Portugal. Too soon? 

Todos os dias vou para Lisboa, converso com pessoas, leio, ouço música e vejo séries. Ainda assim, a inspiração que me foi incessantemente assegurada não chegou. E agora? Queres ver que a internet me mentiu? Não posso.

Caso não tenham percebido pelo número reduzido de publicações nas últimas semanas ou comentários nas vossas páginas: não me apetece. Não é preciso nenhum estudo científico ou ir de joelhos até Fátima para perceber. Simplesmente não tenho tido vontade para escrever.

Antigamente esta situação incomodava-me imenso. Aliás, cheguei a partilhar um texto (AQUI) sobre bloqueios criativos no início do ano. A ideia de ser "dia de publicação" e não ter nada organizado, era motivo para me deixar seriamente desnorteado. Agora? Nem pensar.

Não significa que me esteja a desleixar, porque não estou, mas aprendi que por vezes é melhor estar calado do que dizer porcaria. Sim, já pequei por escrever só para encher chouriços mas, como diz a minha namorada na brincadeira, #quemnunca?

Qualquer pessoa passa por momentos em que, literalmente, não tem ideias para nada. É normal. Não se sintam pressionados para oferecer algo aos vossos leitores só porque sim. Não se esqueçam que, para a grande maioria, isto não passa de um hobby, logo não existe qualquer "obrigatoriedade" em estar constantemente a sair material. O mais provável é que os leitores também estejam a passar pelo mesmo ou nem sequer queiram saber. A sério. 

Aproveitem o Verão. Se puderem vão à praia, tirem uma sesta, comam gelados ou passem serões em frente à televisão. Who cares. Quando estiverem preparados para voltar, força. À partida as pessoas não vos vão abandonar por tirarem umas férias, e se acontecer, também não perderam nada.


Costumam ter bloqueios criativos? Incomoda-vos escrever menos publicações?

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Corpo de sonho vs Preguiça


No que toca a exercício físico sou das pessoas mais preguiçosas de sempre. Desde novo que queria ter o chamado "corpo perfeito" mas dá tanto trabalho! Pensar que há pessoas que só por serem magras já tem um six-pack, e a única coisa que consegui quando estive extremamente magro foi parecer uma caveira. Não é justo.

Não posso dizer que já fui "gordo". Sempre tive dentro dos limites aconselhados ao meu índice de massa corporal. O que é certo é que nunca me senti bem com o meu corpo. Todos os dias ouvimos falar da pressão que as mulheres sentem da sociedade para serem magras, mas nunca se fala dos homens. Hoje em dia homem atraente é sinónimo de corpo decente. Longe estão os dias em que bastava ter uma carinha bonita e o trabalho estava feito. Por muito que digam que o importante é a personalidade, não são rapazes "normais" que as raparigas querem ver quando vão à Abercrombie & Fitch.

De tempos a tempos ganho uma motivação que me faz crer que vou conseguir manter-me empenhado em fazer exercício. Houve uma altura em que até utilizava garrafões de água para fingir que eram pesos (há que ser criativo quando não se tem os materiais). Deram-me uma bicicleta para exercício e no início usei-a. Agora é um cabide. Durante um ano fiz 100-200 abdominais por noite, na esperança de finalmente ter os abdominais que sempre quis. Nada. Sou um bocado impaciente, portanto se não vir o mínimo possível de resultados, fico extremamente desmotivado. 

Sempre quis correr mas detestava a ideia de ser visto por alguém que conhecesse. Há uns meses atrás descobri um caminho praticamente deserto, semi-perto da minha casa, e comecei. O primeiro dia foi ridículo. Imaginava-me a correr rapidamente e a fazer umas três voltas sem parar... Uau, como estava enganado. Parecia uma velhota a tentar andar do quarto até à cozinha, foi vergonhoso! Mas tenho que admitir que quando cheguei a casa fiquei feliz por ter tentado. Depois disso, posso dizer que fui correr mais cinco vezes e parei. Porquê? Novamente a preguiça. Ter que acordar cedo e saír da cama quentinha não ajudou nada.

A minha motivadora de serviço (a namorada), falou-me do Insanity. Já tinha ouvido falar, mas resolvi pesquisar. Basicamente é um programa de exercício intensivo de 1h por dia, que garante resultados em dois ou três meses (dependendo do que a pessoa pretende). Não são precisos quaisquer tipo de materiais, e é em formato de vídeo, portanto pode ser que ter alguém a fazer de personal trainer me ajude. Não prometo nada, mas vou tentar fazer esta Insanity. Depois dou-vos updates.

Fazem exercício físico regularmente ou são daqueles que só se lembram quando chega o Verão? Andam num ginásio ou preferem correr ao ar livre?

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