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terça-feira, 3 de outubro de 2017

CINEMA ⤫ Pocket Reviews #29




SINOPSE: Com destino a um planeta remoto do outro lado da galáxia, a tripulação da nave Covenant descobre o que acredita ser um paraíso desconhecido. Não contavam é que na realidade fosse um estranho e perigoso mundo. Quando encontram um ameaça além daquilo que imaginavam ser possível, tentam uma angustiante fuga.

OPINIÃO: Por esta altura do campeonato é escusado dizer que sou um fã assumido da Alien franchise. É a minha favorita de todos os tempos e, como tal, fui ver este capítulo ao cinema quando estreou, em Maio. Meh é a palavra que melhor descreve o que senti. Contrariamente ao antecessor, o brilhante Prometheus, esta segunda prequela promove mais elementos de terror e acção, mas no que toca ao conteúdo, perde descaradamente.

À medida do que aconteceu no anterior, as origens das criaturas extraterrestres, conhecidas como Xenomorfos, estão no centro da trama, mas pouco ou nada ficamos a saber em relação à primeira prequela. Por outro lado, ficamos a conhecer o desfecho de Elizabeth Shaw e David, que em Covenant solidifica o seu papel de vilão com um enorme complexo divino.

Em suma, este sexto filme da saga icónica de Ridley Scott acaba por desiludir por não acrescentar nada de relevante ao contexto geral do universo em que está inserido.















SINOPSE: Numa sociedade futurista, os humanos conseguiram uma forma de unir a consciência humana com os computadores e tecnologia (o "fantasma" que habita no invólucro do corpo artificial). Motoko Kusanagi, conhecida como Major, é um cyborg com experiência militar que comanda um esquadrão de elite especializado em combater crimes cibernéticos.

OPINIÃO: Não é preciso ser-se um expert de anime para já ter ouvido falar de Ghost In The Shell. Aliás, a protagonista tornou-se numa personagem de culto da cultura pop nipónica e asiática. Como tal, a escolha de Scarlett Johansson, em vez de uma actriz asiática para a personificar, deixou uma multidão enfurecida. Dito isto, o próprio director, Mamoru Oshii, defendeu a decisão, argumentando que um cyborg é uma entidade sintética e sem raça, lançando farpas aos preconceitos políticos que estão cada vez a afectar cada vez mais o mundo das artes e o cinema em especial.

De facto, a falta de imaginação de Hollywood é algo que me incomoda há muitos anos. A necessidade de recorrerem a continuações constantes, remakes de filmes cada vez mais recentes, blockbusters de super-heróis e agora, até o mercado manga querem explorar, não sei qual será o futuro da indústria cinematográfica.

Controvérsias de lado, Ghost In The Shell vale pela componente visual apelativa e uma protagonista à altura do papel que lhe foi proposto. A Scarlett carregou o filme às costas e a dinâmica expressiva e emocional de um ser que apesar de ter consciência devido ao cérebro humano, foi criado em laboratório, é bastante interessante. Infelizmente os elogios ficam-se por aí. Não é um mau filme, mas encontra-se longe de um expoente máximo de acção/fantasia.



SINOPSE: Life conta-nos a história de seis membros da tripulação da Estação Espacial Internacional, no momento em que a mesma se depara com uma das mais importantes descobertas na história da humanidade: a primeira prova de existência de vida extraterrestre em Marte. À medida que a tripulação inicia a pesquisa, os seus métodos acabam por ter consequências indesejadas e a forma de vida mostra ser mais inteligente do que alguma vez esperaram.

OPINIÃO: O conceito não é novo mas o realizador Daniel Espinosa conseguiu homenagear o Alien com um thriller espacial repleto de tensão desde o primeiro minuto. Aproveitando as características do clássico, como o ambiente claustrofóbico, corredores infinitos e mortes violentas, consegue diferenciar-se com o pouco uso de sangue e um twist audaz que me deixou à beira de cair do sofá.

Com um elenco repleto de estrelas como Gyllenhaal e Reynolds, é mesmo Rebecca Fergunson que sobressai, numa espécie de versão alternativa da Sigourney Weaver.

Life não introduz nada de novo ao género e o argumento sofre algumas limitações que se reflectem na perda de gás ao longo da história, mas é uma obra feita para os fãs do Alien de '79.






 
SINOPSE: Enquanto uma ameaça do outro mundo paira sobre Angel Groove, cinco adolescentes com super-poderes, escolhidos pelo destino, têm de ultrapassar os obstáculos mundanos e as suas divergências, e aprender a trabalhar em equipa para salvar a humanidade da vilã Rita Repulsa.

OPINIÃO: O filme que ninguém pediu: Power Rangers. Como muitos de vocês, pertenço à geração que acordava mais cedo ao fim-de-semana para ver as cinco personagens coloridas na SIC. Gostava de tal modo da série que até as figuras oficiais tinha, agora imaginem. Tendo em conta o resultado miserável que a adaptação cinematográfica do Dragon Ball teve, não percebo como é que arriscaram sequer voltar a entrar neste território que simplesmente não resulta em modo blockbuster.

O elenco é questionável a ponto de me perguntar se estão sequer familiarizados com o termo "representação". Como um crítico referiu brilhantemente, "as personagens têm tanta profundidade e carácter como os robôs que andam e falam automaticamente". Não podia ter dito melhor.

Se são apreciadores da série juvenil americana (que por sua vez era inspirada na japonesa "Super Sentai"), que se tornou mundialmente famosa durante os anos 1990, poupem o vosso tempo e não se dêem ao trabalho de ver isto. Só mesmo a Elizabeth Banks é que se salva no meio desta calamidade cinematográfica.


Já viram algum dos quatro filmes? Qual é o vosso favorito e o que gostaram menos?

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Growing up sucks!


Quem nunca ouviu de um adulto para "aproveitar a vida enquanto somos crianças porque não temos preocupações", (esta era a parte em que diria para mandarem uma pedra, mas é Dia da Criança portanto não parece bem) que atire o primeiro pega-monstro.

Detesto admitir mas, todas as pessoas que me disseram que ser criança era a melhor fase da nossa vida, estavam certas. Tenho saudades de acordar aos fins-de-semana de manhã para ver Dragon Ball, Sailor Moon e Power Rangers, e de cantar a icónica "Sabes que começou no A, A-A-A, e a seguir vem o E, E-E-E, inteligente é com o I, I-I-I, o U depois do O, faz o A-E-I-O-U!", do Buéréré. Belos tempos em que os meus problemas se resumiam a não ter tazos repetidos e fazer colecção de canetas com cheiro.

Pensar que tudo o que eu queria quando era mais novo era crescer. Que idiota. Ser adulto é uma m#$%@. Deixamos de depender dos papás para tudo. Temos que trabalhar, pagar impostos, tempos de lazer nem vê-los, e até as nossas consultas do médico temos que ser nós a marcar. Ainda vivo em casa dos meus pais portanto, estou a aproveitar os últimos tempos que me restam antes de abandonar o ninho.

Sinceramente nunca dei muita importância ao Dia da Criança... Até conhecer a minha namorada. Oh meu Deus, isto soou tão mal! Calma, ela tem a minha idade. Continuando, somos o completo oposto um do outro no que toca a esta ocasião. Enquanto que para ela era motivo de festa, com direito a presentes e tudo, eu nunca festejei ou recebi prendas. Para mim é, e sempre foi, um dia como outro qualquer. 

Desde que estamos juntos já perdi a conta da quantidade de vezes que vi filmes da Disney e das vergonhas que ela me faz passar em público. Para terem noção, parece que estou a passear com a minha irmã (não tenho uma). Se estiver entusiasmada com algo ou se vir um unicórnio numa montra, vai começar a saltar e a falar num tom de voz querido mas assustador, tendo em conta os seus 23 anos. Resumindo, agora em adulto é que dou valor ao dia 1 de Junho.

Celebravam o Dia da Criança? Quais são as vossas memórias favoritas de quando eram mais novos?

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