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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Sound the Alarm ⤫ Album Reviews #36


MUST LISTEN:
DON'T SAY YOU LOVE ME

SAUCED UP
LONELY LIGHT
HE LIKE THAT

1. Fifth Harmony  Fifth Harmony

Após a saída abrupta, mas nada surpreendente, da Camila Cabello, as restantes integrantes das Fifth Harmony tinham muito a provar. Com a vaga deixada pela come-refrões do grupo, finalmente chegou a oportunidade das outras poderem brilhar. O resultado foi um mini-álbum com sabor a EP pouco inventivo mas eficiente.

Auto-intitulado Fifth Harmony, o conjunto de 10 faixas não é mais que uma reciclagem da sonoridade do projecto procedente, 7/27. Aliás, o primeiro single "Down" é uma tentativa desesperada de recriar o sucesso astronómico de "Work From Home" mas sem o mesmo impacto. Por entre tantas canções super-produzidas, existem boas passagens como a balada "Don't Say You Love Me", a animada "Sauced Up", ou a trap-tastic "Angel". O grande problema, além da falta de originalidade, são as letras. Digamos que não percebo como enchem o peito para dizer que ajudaram a escrevê-las se depois há passagens poéticas como "Pumps and a bump, pumps and a bump / He like the girls with the pumps and a bump". Tenho dito.

MUST LISTEN:
YOUNGER NOW

MALIBU
BAD MOOD
SHE'S NOT HIM

2. Miley Cyrus  Younger Now

Younger Now tinha tudo para ser o canalizador das opiniões políticas que a Miley tanto tem expressado mas não. Em vez disso, o álbum é o mais seguro possível, consistindo numa colecção de canções pop country  que mais parecem ter sido retiradas do arco da velha.

Rapidamente ficamos com a ideia geral do que aí vem, com a combinação das duas faixas iniciais, "Younger Now" e "Malibu". Ambas são óptimas e expressam a mesma ideia de que os tempos da língua de fora foram substituídos por viagens de carro ao longo da costa com o irmão do Thor. Não há nada de errado com mudança e crescimento, mas fiquei não posso deixar de expressar uma valente decepção. De tantos adjectivos que foram utilizados para descrever a Miley nos últimos anos, nunca pensei que enfadonho fosse ser um deles. Dito isto, é impossível negar o poder vocal dela, especialmente em baladas como "I Would Die For You". De salientar também a comovente "She's Not Him" que, se não entenderam pelo título, aborda o tema da bissexualidade.

MUST LISTEN:
BEAUTIFUL ONES
SOMETHING I NEED TO KNOW

PEOPLE LIKE US
CHAPERONE

3. HURTS  Desire

Uoh-oh, os HURTS beberam o kool-aid mainstream. Após oito anos juntos e três álbuns fortes, Desire fica um pouco à quem das expectativas. Nesta quarta produção de inéditas, é evidente que o ambiente está drasticamente mais leve. Batidas dançantes e melodias bem pop não significam necessariamente uma descida de qualidade, mas algo de muito errado se passa aqui.

A faixa de abertura e primeiro single, a soberba "Beautiful Ones", é provavelmente uma das minhas favoritas do ano e o vídeo é absolutamente comovente. Aproveitando tópico da importância da expressão de género, aconselho-vos vivamente a verem o vídeo se ainda não o conhecem. O que se segue é uma falta de direcção bastante óbvia. Não existe um fio condutor que ligue as ideias presentes em Desire e isso é um grande problema. O facto de existir algo como a "Boyfriend", um semi-clone do "Kiss" do Prince", é algo que me supera. Ainda assim, seria um crime catalogar este trabalho como mau. Apenas tem umas arestas por limar. Faixas como "Something I Need To Know" e "Chaperone", são razão mais que suficiente para darem uma oportunidade a este Desire.

MUST LISTEN:
WATCH

COPYCAT
OCEAN EYES

MY BOY

4. Billie Eilish  Don't Smile At Me

Decorem este nome: Billie Eilish. Numa altura em que o mercado está saturado de ritmos tropicais e cantores de playback, é tão refrescante quando surgem pérolas como esta jovem de 15 anos. Sim, fiquei perplexo quando descobri a idade desta legend-in-the-making.

Don't Smile At Me é o primeiro EP da Billie e é um dos melhores do ano. As comparações à Lorde e Melanie Martinez são inevitáveis, mas a diversidade artística da Eilish e excelente composição de letras é extraordinária, especialmente para alguém da sua idade. Cheia de atitude e ironicamente hilariante, estou rendido. Com uma voz etérea capaz de nos hipnotizar, as fundações para uma carreira de sucesso já estão criadas e agora só nos resta acompanhá-la na viagem. Bravo!


(+) ALBUM REVIEWS (HERE)

Já ouviram algum dos quatro álbuns? Qual é o vosso favorito?

domingo, 1 de outubro de 2017

MUSIC ⤫ SEP'17 Playlist


Com o final de Setembro chegou mais uma playlist recheada de músicas novas. Desta feita, não poderia ser mais diversificada. Há um pouco de tudo para todos os gostos, do habitual POP e indie/alternativo, ao R&B e até Rap.

A Demi Lovato conquistou o público com Tell Me You Love Me, o melhor disco da sua carreira e que nos presenteou com a fantástica "You Don't Do It For Me Anymore". A Taylor Ssswift quebrou uma data de records com a underwhelming yet catchy "Look What You Made Me Do" e o Sam Smith voltou a partir os nossos corações com a balada "Too Goot At Goodbyes". Ainda na corrente de comebacks, uma das minhas cantoras britânicas favoritas, a Jessie Ware, estreou a genial "Selfish Love" e ainda não consegui parar de a ouvir.

Numa parceria inesperada mas certeira, o Zayn uniu forças com a Sia na viciante "Dusk Til Dawn"; a Kelly Clarkson provou ser a melhor vencedora do American Idol com a triunfante "Love So Soft", e a Lana resolveu escolher "White Mustang" como single sabe-se lá porquê. A Fergie Ferg também resolveu antecipar a prenda de Natal e divulgou um vídeo para cada canção do álbum Double Dutchess, do qual a "You Already Know", com a Nicki Minaj, foi escolhida como single

Após décadas, finalmente cedi à Cardi B e a sua "Bodak Yellow" que não só tirou a Ssswift do #1 na Billboard Hot 100, como se tornou na primeira canção a solo de uma rapper a atingir o pódio desde 1998. Ainda na lista encontram-se autênticos underdogs como Sofi Tukker, Nadine Coyle, Mollie King, Leo Kalyan e TOTEM

Para não perderem nenhuma actualização e, possivelmente, conhecerem músicas novas, já sabem! Sigam a página do Ghostly Walker no Spotify.


Conheciam todas as canções? Que músicas têm ouvido ultimamente?

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Music Videos ⤫ Fresh Out the Oven Vol. 6


Não vos disse que estávamos a entrar na época de caça do entretenimento? Nas últimas semanas têm chovido tantos videoclips que uma pessoa até estranha. Não é segredo nenhum que a componente visual de um projecto é extremamente importante para mim. Em alguns casos é o suficiente para me fazer gostar de uma música que considerava insignificante ou ficar a ferver por ver desperdiçado um single com aquele acompanhamento estético. Não me posso queixar, o conjunto de hoje é bastante positivo.

Neste sexto volume da rubrica "FRESH OUT THE OVEN", reuni cinco que considerei mais interessantes. Venham eles!


..1.. JESSIE WARE  SELFISH LOVE

Um dos meus guilty pleasures britânicos é a Jessie Ware. Acompanho-a há alguns anos e até ao momento, nunca me decepcionou. Dona de um timbre absolutamente angelical e aveludado, tudo aquilo que lança vale ouro. Como tal, fiquei rendido ao seu "Selfish Love". Arrisco-me a dizer que entrou automaticamente para o pódio dos seus melhores trabalhos, tanto a nível sonoro como visual. Só os cenários são capazes de me transportar para uma realidade alternativa que adorava estar a viver.

Lançado há quatro dias, o videoclip faz-me lembrar um pouco a atmosfera vivida no filme Stoker (2013). Com um ritmo a gritar Sade na sua época de glória, estamos perante um verdadeiro festim criativo. Além do mais, conhecemos a prequela dos acontecimentos do primeiro single, "Midnight". Estou sedento pelo álbum, que chegue rápido!


..2.. HURTS  READY TO GO

Por falar em tesouros britânicos, a dupla HURTS continua a preparar terreno para a chegada do quarto disco, Desire, a 29 de Setembro. Em Abril presentearam-nos com o emocionante "Beautiful Ones" e agora chegou a vez de "Ready To Go" receber o tratamento visual. Estrelado pelo vocalista Theo Hutchcraft, acompanhamos a ida ao velório da sua namorada with a twist. Apesar do contexto, o cantor já afirmou que a letra da música tem uma mensagem positiva que pretende celebrar a vida ao máximo. Não foge a projectos anteriores e talvez por isso não surpreenda. De qualquer forma, é mais uma estrela dourada para a caderneta de vídeos dos artistas.


..3.. MOLLIE KING  HAIR DOWN

Após o surpreendente single de estreia, "Back To You", no ano passado, a integrante de um dos meus grupos favoritos do Reino Unido (The Saturdays), está de volta com novo material a solo. Desta vez, deixou as baladas de lado e apresentou um verdadeiro banger. Produzido por Xenomania, é pop no sentido mais trash possível. O pior é que... adoro. A batida é absolutamente infecciosa e, embora ela esteja longe de ser uma vocalista de mão cheia, dá para o gasto. 

Com coreografia do início ao fim e extremamente colorido, o vídeo é a prova viva de que bastam uns ângulos bem jogados, trocas de guarda-roupa e muitas luzes para tornar uma produção escandalosamente limitada em algo minimamente cativante. 


..4.. ST. VINCENT  NEW YORK

Confesso que não acompanho ou sou o maior apreciador do trabalho da St. Vincent mas graças a este vídeo talvez isso mude. Sem previsão de novo álbum no horizonte, a cantora norte-americana estreou o videoclip para a faixa "New York" e é fantástico! Com a direcção de Alex Da Corte e a própria Annie Clark (nome verdadeiro da artista), parece ter sido feito à medida para a criação de gifs. Cada frame é visualmente brilhante e estou boquiaberto. A canção em si é uma balada sobre o fim de uma relação mas sob um tom irónico. Get into it!


..5.. ROSE GRAY  WE GET BY

Estou constantemente em busca de novos artistas e o sentimento que tenho quando encontro algo bom é impagável. Apresento-vos uma das minhas mais recentes descobertas, a Rose Gray. Narrada por uma voz poderosa e igualmente etérea, a canção "We Get By" é de longe uma das minhas favoritas do ano. Aquilo que poderia ter sido a típica balada de piano, é muito mais que isso. A cantora explicou numa entrevista que todos nós sofremos várias pressões e por vezes as expectativas são tantas que se torna tudo too much. "Sometimes it’s ok to just put your hands up and say right now I’m not great, but we will get through this", explicou à Hiskind.

Dirigido por Graham Bryan, a simplicidade dos visuais conseguiu capturar a honestidade necessária à mensagem da letra. Embora possam estar a passar por um momento terrível, eventualmente tudo vai melhorar. O facto da canção ter sido gravada em apenas um take é a cereja no topo do bolo.


Conheciam os vídeos? Qual é o vosso videoclip/música favoritos?

domingo, 30 de abril de 2017

MUSIC ⤫ ABR'17 Playlist


Como quem não quer a coisa, este segmento musical acabou por se tornar mais numa espécie de resumo-relâmpago dos meus meses do que uma simples partilha de canções. Pela primeira vez em muitos anos, Abril não foi sinónimo de "águas mil" mas sim de pré-Verão. Com a mudança drástica de temperaturas entre o início e meio dos dias, não me escapei à gripe e desta vez até uma amigdalite me calhou na rifa. Estou todo podre, isso sim.

Felizmente pude contar com a companhia de inúmeros lançamentos por parte de artistas que adoro ou estou a começar a desenvolver uma ligação mais séria. A Lady Gaga encontrou a cura para a Joanne se tornar mais comercial; a Lana Del Rey perdeu-se no espaço e revelou uma "Lust For Life"; a Minzy iniciou oficialmente a carreira a solo após o fim das 2NE1 com a incrível "Ninano"; os Bleachers solidificaram o meu amor pela década dos anos '80 com a infecciosa "Don't Take The Money", enquanto o duo HURTS atropelou-me com os visuais e sonoridade da "Beautiful Ones".

Focando-me mais especificamente no universo pop que, como sabe, é o meu guilty pleasure, a Pixie Lott finalmente conseguiu um retorno digno de um hit com "Baby"; a Shakira está a vender felicidade na faixa "Me Enamoré"; a Tinashe tem sede de vingança com a "Flame"; a Kat Graham despediu-se dos Vampire Diaries ao colocar os patins na viciante disco-flavour "Sometimes", e os DNCE juntaram-se à Nicki Minaj numa excursão para "Kissing Strangers". 

Também as soundtracks provaram que as séries televisivas estão cada vez melhores. Big Little Lies e 13 Reasons Why  ambas serão apresentadas oficialmente no próximo volume da rubrica "Welcome to the Family"  deram-me, respectivamente, a deliciosamente chill "Cold Little Heart" do Michael Kiwanuka e uma cover modesta da icónica "Only You" dos Yazoo, por parte da Selena Gomez (a original continua 100% melhor, mas dado o contexto da trama... comoveu-me).



Conheciam todas as canções? Que músicas têm ouvido ultimamente?

sábado, 2 de janeiro de 2016

TGW Presents: Top 10 Underrated Singles of 2O15



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Antes de mergulhar de cabeça em 2016, chegou a altura de recordar o melhor do ano passado na área de entretenimento. Durante esta semana vou partilhar os meus favoritos das indústrias Musical, Cinematográfica e Televisiva. Realizo estas listagens há alguns aninhos, mas sendo o primeiro na blogosfera portuguesa, desconhecia que fosse uma prática comum. Dito isto, foi com enorme alívio que constatei ser o único a utilizar este modelo de vídeo  esperemos que continue assim. É trabalhoso, mas dá-me tanto prazer criar tudo de raiz que o resto não interessa.

Comecemos com aquela que é a lista dos underdogs musicais, dedicada exclusivamente aos singles que, apesar da sua qualidade e potencial, são pouco conhecidos ou não atingiram o sucesso merecido. Ou seja, não tem nada a ver com "melhores músicas do ano".
Em Novembro comecei a organizar os escolhidos e só me consegui decidir quanto ao pódio, durante o processo de edição do vídeo  tanto que a canção em terceiro lugar esteve durante muito tempo em primeiro. Gosto genuinamente das três canções como se fossem minhas filhas. Quero morrer ao som da terceira, saltar em cima da cama ao som da segunda, e cantar a primeira num bar dos anos 80.

Aproveito para realçar que isto não é nada mais que uma selecção de gosto pessoal, como tal, é normal que possam discordar das posições/escolhas. Sem mais demoras:

20. Delta Goodrem - Wings
19. Hurts - Some Kind of Heaven
18. MØ - Kamikaze
17. Pia Mia - Do It Again
16. Troye Sivan - Wild
15. CL - Hello Bitches
14. Elliphant - Love Me Badder
13. Chvrches - Leave a Trace
12. Ciara - Dance Like We're Making Love
11. Brandon Flowers - Lonely Town

Descubram o TOP 10 no vídeo a baixo:


Conheciam as músicas? Quais são as vossas favoritas?

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Música | News #2


Ultimamente sinto que estou sempre a ouvir as mesmas músicas. Já enjoa. Felizmente houve um mini-surto de novidades musicais no campo mainstream. Seleccionei 5 músicas, com estilos um pouco diferentes, para animar o vosso fim-de-semana.

1. HURTS - "Some Kind of Heaven"

O duo de synthpop britânico, HURTS, está mais pop e menos dark do que é costume. O primeiro single do novo projecto, sucessor de 'Exile' (2013), não tem nada a ver com os trabalhos anteriores de Theo Hutchcraft e Adam Anderson. Arrisco-me a dizer que foi influenciado pela parceria com Calvin Harris em "Under Control". Dito isto, não esperem batidas electrónicas genéricas. Pelo contrário, a música mantém a sofisticação a que a dupla nos habituou, com os vocais poderosos do Theo acompanhados de uma melodia que quase chega a roçar no gospel.



2. MS MR - "Painted"

Mais do mesmo não é mau quando está perto da perfeição. O novo single da dupla norte-americana não surpreende, mas como cartão de visita para o segundo álbum, 'How Does It Feel', não diminui as expectativas.
Com a direcção de Tabitha Denholm de "How Big How Blue How Beautiful" (Florence + the Machine) e "Falling" (HAIM), o vídeo é fortemente inspirado no cineasta Kubrick, assim como no documentário 'A Vida Secreta Das Plantas', dos anos 70.




3. Disclosure - "Holding On" feat. Gregory Porter

Depois do sucesso do brilhante álbum de estreia, 'Settle' (2013), as expectativas para o novo trabalho dos irmãos britânicos estão muito altas. "Holding On" conta com a voz do vencedor do Grammy de Melhor Álbum Jazz, Gregory Porter, numa aposta mais pop. A base garage continua presente, mas peca em comparação a singles como "Latch", "White Noise", e "When a Fire Starts to Burn". 
Resta-me esperar que o novo disco tenha alguma versatilidade sonora, além da imersão da electrónica no mundo pop.



4. Yelle - "Ba$$in"

Vi a performance desta música no Coachella e fiquei fã. Não percebo nada do que a cantora, Julie Budet está a dizer, é um facto. (pensar que tive três anos de francês e com boas notas, miséria). Mas parece que ela adivinhou. O vídeo tem legendas em inglês!
"Ba$$in" é o segundo single oficial do terceiro álbum de estúdio, 'Complèment Fou' do grupo Yelle.
O vídeo está propositadamente absurdo, mas isso não interessa nada. É impossível não abanar o pezinho, ou devo dizer, rabinho, quando ouvimos esta canção. 

5. Ciara - "Give Me Love"

A Ciara é das artistas mais underrated da indústria musical. Ela canta, ela dança, ela até é a nova cara da colecção Outono/Inverno da Cavalli, e nem assim a vemos nos tops. Tenho esperança que isso mude com o fantástico novo disco 'Jackie'.
Inicialmente o segundo single ia ser a "Dance Like We're Making Love" (uma das melhores faixas do álbum), mas foi mudado à ultima hora para a viciante "Give Me Love". Se esta música dance-pop não a trouxer de volta ao top 20 da Billboard, não sei o que a trará.


Já conheciam as músicas? Gostaram de alguma?

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