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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

5 Hábitos nojentos que me fazem morrer por dentro


1. Folhear aquático

Porquê? Porque é que isto existe e é tão comum? Que alminha é que se lembrou de levar a porcaria dos dedos à boca para virar a página de um livro? Compreendo a mecânica da acção, mas não invalida o facto de ser uma valente javardice. Já me deparei com folhas com vida própria e que não queriam ser viradas por nada, mas há sempre uma opção que não inclua saliva na equação. É simplesmente nojento, especialmente quando se trata de um objecto de uso comum ou que vai ser passado a outra pessoa. Digamos que no meu trabalho isso acontece com as facturas e quando chega a parte de segurar nelas, é todo um jogo à missão impossível para me certificar que não toco na área infectada. Por favor, coloquem um fim a isto!

2. Lenços manuais

Não consigo perceber em que altura da vida vos pareceu aceitável assoarem-se para as vossas mãos sem recorrer a um lenço de papel mas precisam de ajuda. A não ser que tenham sido criados por lobos, calculo que os vossos pais devessem fazer o mesmo, só pode. Quantas, mas quantas vezes já testemunhei esta selvajaria em público? No meio da rua, nos transportes públicos, you name it! De tempos a tempos lá me deparo com um ser que resolve utilizar a palma da mão como recipiente para a ranhoca, que depois é estrategicamente limpa nas calças ou "enrolada" de modo a desfazer-se e cair no chão. Tive que fazer uma pausa para não vomitar. Acho que ficamos por aqui.

3. 'rretas no ginásio

O que fazem nas vossas casas é convosco, mas quando frequentam um espaço semi-público e partilhado por outras pessoas, há que ter o mínimo de discernimento. Em cinco dias, são quatro aqueles em que sou alvo de violência sonora enquanto tento descontrair no duche. Numa espécie de chamamento animalesco, ecoam pelos balneários roncos absolutamente execráveis de homens que pouca ou nenhuma educação devem ter. Evidentemente que ninguém está imune a secreções nasais mais intensas, especialmente quando estamos constipados, mas isso não significa que seja aceitável dar todo um espectáculo de horrores em frente a uma plateia que não comprou bilhete. 

4. Unhas maltratadas

É um pouco hipócrita da minha parte falar sobre unhas uma vez que às vezes ainda dou por mim a roer as minhas, mas permitam-me que explique. Não sou o maior fã de pés, é sabido, portanto como se não bastasse ter que levar com eles no Verão, se ainda por cima as pessoas têm unhas nojentas... barf. Não dá, não consigo. Repugna-me imenso e acho inacreditável como é que não se incomodam minimamente por andarem a exibi-las ao mundo. O mesmo aplica-se às mãos. Uma coisa é roer as unhas, outra é quando estão claramente sujas ou a precisar de ser cortadas asap. Infelizmente ambas as situações são extremamente regulares tendo em conta algumas pessoas com que tenho que me relacionar no dia-a-dia. Haja estômago.

5. Grutas de cera

Quanto a vocês não sei mas, não consigo sair à rua sem ter a certeza que os meus ouvidos estão compostos. Aliás, é de conhecimento público que não se deve limpar em demasia o interior das nossas orelhas porque é bastante saudável ter uma pequena camada de cera a proteger os tímpanos. Dito isto, há limites. Não há nada mais nojento que estar em plena hora de ponta no metro e ter a centímetros da minha cara uma orelha com todo um festival de verão lá acampado. Qualquer pessoa com uma higiene minimamente cuidada, não deixaria as coisas chegarem àquele ponto por se esquecer um dia de utilizar cotonetes. Obras daquelas requerem tempo e muito desleixo. Ou então claro, uma condição física que produza quantidades astronómicas de cera.


Quais são os hábitos nojentos que não toleram? Temos pontos em comum?

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