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| Classificação IMDb: 6.7/10 Classificação Ghostly Walker: 7/10 |
OPINIÃO: Há uns meses atrás resolvi ter uma Mary Elizabeth Winstead movie night e assisti a alguns dos seus projectos. Tenho uma queda para um bom filme indie, isto é, produções que apesar de baixo orçamento, são ricas em criatividade. Sem conhecer o trailer ou sinopse, não fazia ideia que a história abordava o tópico "cultos" — brilhantemente trabalhados como em Martha Marcy May Marlene (2011).
Embora não seja tão séria como a história referida a cima, Faults é um mistério que nunca acaba, nem quando a tela escurece. Aliás, não me admirava se a cena final fosse um autêntico choque para a maioria dos espectadores. A visão do escritor e director Riley Stearns é fascinante por nos colocar no lugar das personagens, deixando-nos completamente desorientados. Aliado a prestações hipnotizantes do duo de protagonistas, Winstead e Leland Orser, aconselho vivamente a visualização deste filme.
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| Classificação IMDb: 5.8/10 Classificação Ghostly Walker: 6/10 |
SINOPSE: Viciada no trabalho, a vida de Alex é virada do avesso quando o marido a deixa. Agora, terá que enfrentar a sua nova realidade que passa por momentos banais a completamente catastróficos. No processo, a jovem advogada uma vulnerabilidade e força interior que desconhecia.
OPINIÃO: Ao contrário do anterior, este filme não me encheu totalmente as medidas. Não é bom nem é mau, é morno. No que toca à representação, acertaram no jackpot ao escolher a Mary Elizabeth Winstead como protagonista. A intensidade que coloca nas diferentes camadas da Alex são impressionantes e revelam uma excelente capacidade interpretativa.
O verdadeiro problema desta produção é o roteiro. A narrativa não é exactamente interessante, e sinceramente fiquei com a sensação que nem era essa a intenção. A moral da história é importante, especialmente porque é um problema sofrido por milhares de pessoas: a vida não é só trabalho e responsabilidades, é preciso apreciar as coisas que damos por garantidas. Não existe problema nenhum em apresentar um tema comum, mas ao menos que o façam de forma a manter o espectador colado ao ecrã. Não sei, fiquei a querer mais.
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| Classificação IMDb: 7.3/10 Classificação Ghostly Walker: 8/10 |
SINOPSE: Socialmente incapaz e altamente impopular, Oliver Tate considera-se um autêntico génio literário e um cool guy. Para o Verão, o jovem de 15 anos estabeleceu dois objectivos: perder a virgindade antes do seu próximo aniversário, com Jordana, e evitar que a mãe troque o seu pai por um "guru" new age.
OPINIÃO: Anos. Levei anos a assistir a este filme e quando finalmente o fiz, só me quis esbofetear por ter demorado tanto. Submarine está mergulhado num mar de sarcasmo e, por vezes, chega a tornar-se irritante. Especialmente por causa do protagonista. Dei por mim a querer saltar para dentro da acção e abanar, tanto o Oliver como o panhonha do pai, a ver se eles acordavam para a vida.
Tecnicamente, adorei o modo de gravação em sequência. Com várias cenas visualmente apelativas, a banda sonora foi uma tacada de génio. Na voz de Alex Turner, vocalista dos Arctic Monkeys, as seis faixas são um autêntico festim para os meus ouvidos. É por todos estes factores que Submarine é uma aposta vencedora.
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| Classificação IMDb: 5.2/10 Classificação Ghostly Walker: 6/10 |
SINOPSE: Acabado de sair da prisão, Kermit volta a casa, um parque de roulotes em Mississipi, EUA. Enquanto se tenta meter longe de problemas, conhece Rachel, a vizinha que trabalha como stripper para pagar as contas médicas da mãe. Determinados a superar as suas circunstâncias, o casal de amantes tenta uma última jogada antes de partirem rumo a uma nova vida.
OPINIÃO: Mais uma para a lista interminável de produções sobre ex-presidiários e strippers. Ainda que bem mais dramático, foi impossível não me lembrar do filme Bare do qual falei (AQUI).
Confesso que nem tinha chegado a meio e já estava farto. Os clichés eram tantos que só mesmo o núcleo de actores competentes é que conseguiu elevar a fasquia da narrativa tão cansada e pouco original.
Uma das particularidades interessantes deste filme é o facto das interpretações dos actores secundários serem largamente superiores ao duo de protagonistas. A conhecida cantora country, Faith Hill, foi uma autêntica revelação no papel de mãe do Kermit. Foi refrescante vê-la num registo completamente diferente àquele a que nos habituou ao longo dos anos.
Já viram algum dos quatro filmes? Qual é o vosso favorito e o que gostaram menos?





























































