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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

MUSIC ⤫ NOV '17 Playlist


Nada como uma playlist para encerrar oficialmente o capítulo "Novembro". Com imensos lançamentos no panorama musical, havia muito por onde escolher mas fiquei-me por aquelas que mais vezes passaram pelo meu radar.

Se havia dúvidas que as irmãs Aly & Aj tinham voltado para recuperar a coroa do pop, foram completamente esmagadas com o lançamento do sensacional novo single, "I Know". A P!nk conquistou-me com a fantástica "Beautiful Trauma" e, por muito que me custe admitir, a "Call It What You Want" da Ssswift é pretty good. A Lauren Jauregui continua a aventurar-se no mundo das parcerias, desta vez com o Steve Aoki, em "All Night", e a Miss American Idol, Kelly Clarkson, ofereceu-me um dos meus guilty pleasures com a "Would You Call That Love".

Demi, Demi, Demi. Deves ter sido terrível em outra vida para estar a pagar tudo nesta. Após criar o melhor álbum da sua carreira, nem uma única nomeação conseguiu receber para os Grammys? Poupem-me. Não faz sentido nenhum e sinceramente só descredibiliza ainda mais a cerimónia que há muito se converteu num concurso de popularidade. Ao menos ficamos com canções efémeras como "Tell Me You Love Me" ou a inesperada "Échame La Culpa" com o Sr. Despacito.

O Ed Sheeran voltou a presentear-nos com a sua especialidade, cheesy songs, e não é que resulta? "Perfect" é daquelas coisas irritantemente fofinhas que ficam presas aos nossos ouvidos e não arredam pé. A Tove Lo continua na sua viagem pelo mundo dos ácidos em "Disco Tits", os N.E.R.D. regressaram com a ajuda da Rihanna em "Lemon", enquanto o Eminem se juntou à Beyoncé numa parceria que tinha tudo para ser explosiva e se revelou uma valente trampa, "Walk On Water".

Enquanto me recomponho da ampulheta da Ana Malhoa, convido-vos a seguirem a página do Ghostly Walker no Spotify! 

Conheciam todas as canções? Que músicas têm ouvido ultimamente?

quarta-feira, 22 de março de 2017

Sound the Alarm ⤫ Álbuns a ouvir #28


1. Zara Larsson  So Good
MUST LISTEN: ONE MISSISSIPISYMPHONY | LUSH LIFE | NEVER FORGET YOU

Dois anos e cinco singles depois, o primeiro álbum internacional da Zara Larsson foi finalmente lançado. Infelizmente, não faz jus ao nome. So Good é o exemplo perfeito de uma artista cheia de potencial com uma crise de identidade. A cantora sueca é perita em absorver o som de outros colegas, mas ainda não conseguiu encontrar o seu. Perdida entre batidas de discoteca, baladas/midtempos desnecessárias e faixas à la Rihanna ("Sundown"), estamos perante uma grande confusão.

Nem tudo é negativo. Além de uma voz absolutamente fenomenal, especialmente destacada na minha canção favorita, "One Mississipi", a jovem de 19 anos está no seu melhor na eterna summer jam, "Lush Life", uma das melhores faixas pop dos últimos anos. O mesmo se aplica à "Never Forget You", em parceria com o MNEK, e a mais recente colaboração com os Clean Bandit, "Symphony decisão sábia incluir esta, é de longe uma das melhores do álbum. 

Estou bastante decepcionado com o resultado final. Gosto bastante da Zara mas além de pouco coesa, a qualidade das letras é desastrosa. Se é ela a escrever ou alguém por ela, precisam praticar o quanto antes. Permitirem que a frase de abertura da "Only You" seja I don't wanna shower even if I stink, é simplesmente ridículo e só contribui para o desastre que é essa faixa. Espero que depois de ouvir o cd umas 20x o sentimento seja mais positivo.

2. Jessica Sutta  I Say Yes
MUST LISTEN: DISTORTION | FOREVER | REIGN | CAN'T TAKE NO MORE

Provavelmente não conhecem o nome Jessica Sutta, mas se vos disser que ela era uma das Pussycat Dolls, talvez se faça uma luz. Após uma eternidade de singles, incluindo o hit "Show Me" que lhe valeu um #1 no top de Dance Club Songs da Billboard, feito repetido com a genial "Distortion", chega-nos o álbum de estreia I Say Yes. Sob o nome artístico de JSutta, a cantora norte-americana tornou-se numa espécie de rainha da música POP electrónica underground, graças a uma colecção de faixas prontas para as pistas de dança.

Tendo em conta que a Jessica é uma artista independente, há que aplaudir a dedicação e força de vontade em partilhar o seu trabalho. Os vídeos podem não ter o orçamento que outras estrelas do meio possuem, mas o mais importante está lá, música boa. Se é o meu género favorito? Não, mas quando um produto é bom, só me resta admiti-lo. A meio deste projecto de 15 faixas, as coisas descambam um bocado, em parte por causa das colaborações questionáveis, mas de uma maneira geral, estou bastante impressionado. Não só provou que, de facto, canta, como nos brindou com autênticas jams como a "Distortion", "Forever" e "Reign".

3. Khalid  American Teen
MUST LISTEN: AMERICAN TEEN | LOCATION | YOUNG DUMB & BROKE | 8TEEN | LET'S GO

Uma das melhores coisas da indústria musical é o facto de estar constantemente a sair fornadas de novos artistas. Ainda melhor que isso é quando eles são geniais como o Khalid. Com apenas 19 anos de idade, lançou um brilhante álbum de estreia. American Teen é uma ode à juventude, liberdade e lida com temas como a tecnologia, amor e auto-descoberta. Ou seja, se há alguém que compreende e sabe vocalizar o que é ser jovem, é o jovem norte-americano.

O disco é coeso, a narrativa flui bem e os vocais do Khalid são divinais. Ele consegue ter uma voz gentil e simultaneamente poderosa, mantendo uma qualidade melódica a cima da média. Acredito piamente que se o guiarem bem, estamos perante uma estrela in the making. Apesar de sete das 15 canções do álbum terem sido anteriormente lançadas como singles, não perde em momento nenhum o brilho. Num misto de Frank Ocean e Gallant, garanto-vos que não se vão arrepender de ouvir este trabalho.

4. Ed Sheeran  ÷
MUST LISTEN: SHAPE OF YOU | CASTLE ON THE HILL | GALWAY GIRL | HAPPIER

Oh Ed, what have you done? No mês passado assumi publicamente que não apreciava o Ed Sheeran e que este Divide seria o primeiro álbum dele que iria ouvir por estar viciado na "Shape of You". Assim o fiz e... meh. Do pouco que conheço do Multiply, este disco não parece mais que uma tentativa gritante de superar o sucesso do anterior, em especial da canção "Thinking Out Loud".

O meu maior problema com este projecto é a (des)organização das faixas. Incomoda-me imenso que não exista qualquer tipo de cuidado em seguir um raciocínio lógico e melódico. Em vez disso levamos com um vai-vem de "balada vs. animação". Que o Ed Sheeran seja um óptimo escritor musical nós já sabemos, mas desta vez ele abusou nos clichés românticos banhados a azeite. Pior que isso foi a faixa "New Man", onde faz pouco do rapaz com quem a ex-namorada está, por "branquear" o rabo, acompanhar as Kardashians e usar uma mala de homem. Vindo de alguém que já referiu imensas vezes que não era o rapaz mais popular e provavelmente também deve ter sido gozado, conseguiu revelar-se um verdadeiro asshole

Feitas as contas, as duas melhores fatias desta colectânea mantêm-se os singles "Shape of You" (aka. a irmã mais nova da "Cheap Thrills" da Sia) e "Castle on the Hill". Muitos detestam a "Galway Girl", mas adoro a influência irlandesa na produção. 

OUTROS ÁLBUNS A OUVIR (AQUI)

Já ouviram algum dos quatro álbuns/ep's? Qual é o vosso favorito?

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

MUSIC ⤫ JAN'17 Playlist


Ainda a meio gás, foram poucas as novidades musicais lançadas este mês. De qualquer forma, consegui manter um repertório semi-decente de canções para me acompanhar no meu dia-a-dia. Como não gosto de repetir faixas de playlist para playlist, a amostra que aqui vos apresento não é de todo a única que ouço. Apesar de me parecer evidente, nunca é de mais relembrar.

Desta feita, Janeiro foi claramente marcado por alguns regressos, entre eles o de Ed Sheeran com o single "Shape of You", do meu grupo do coração, os London Grammar e a assombrosa "Rooting For You", e da nossa eterna maneater promiscua Nelly Furtado e a "Cold Hard Truth" numa versão mais POP alternativo. 

As Little Mix e Tinashe ofereceram visuais apelativos para as infecciosas "Touch" e "Company", respectivamente, e o mesmo se aplicou ao Troye Sivan ("Heaven") e as M.O ("Not In Love"). De realçar a estreia de Julia Michaels, — compositora de uma mãe cheia de hits como "Sorry" do Bieber e metade dos álbuns Revival da Selena, Glory da Britney e This is What The Truth Feels Like da Gwen — com a magnífica e extremamente viciante "Issues", que ainda toco constantemente nas minhas viagens para Lisboa. 

Desta vez, no entanto, não me limitei a passear por territórios do pop mainstream, estando mais evidenciada  a vertente indie, mas por pouco, vá. Já sabem que detesto labels, portanto, desde que me soe bem, isso é que interessa.

Para não perderem nenhuma actualização e, possivelmente, conhecerem músicas novas, já sabem, sigam a página do Ghostly Walker no Spotify!


Conheciam todas as canções? Que músicas têm ouvido ultimamente?

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Music Videos | Fresh out the oven #4


Para muitos o mês de Janeiro representa mudança. Para mim não só é sinónimo de regresso das séries televisivas e award season, como de música nova ou, neste caso, visuais. Nas últimas semanas foram vários os cantores do universo POP/ALTERNATIVO que nos brindaram com videoclips emocionantes e um tanto ao quanto criativos. Resultado, sem me aperceber, acabou por nascer uma nova rubrica que já conta com três volumes, "FRESH OUT THE OVEN". Tal como fiz nas edições anteriores, em vez de falar de cada um deles individualmente, juntei alguns dos meus favoritos do momento nesta publicação. 


..1.. BANKS  Trainwreck

As oferendas ao The Altar da Banks continuam a chegar. Após as produções visualmente apelativas dos singles, "Fuck With Myself" e "Gemini Feed", segue-se um dos meus favoritos, "Trainwreck".

No vídeo, a cantora é uma espécie de estrela de um grupo de... personagens peculiares. Pelo meio temos coreografias interessantes e quase absurdas mas que no contexto, resultam. A imagem de marca semi-mórbida e creepy da jovem norte-americana continua bastante presente e ainda bem! Posso estar enganado, mas noto uma certa influência cinematográfica de Alfred Hitchcock e David Lynch, ambos apostas certeiras.



..2.. Snakehips & MØ  Don't Leave

Ainda que em escalas mais modestas, 2016 foi um grande ano tanto para os Snakehips como para a . Os produtores britânicos acertaram no jackpot com a colaboração sensacional com o Zayn na viciante "Cruel", e a cantora dinamarquesa conseguiu algum reconhecimento mundial com os singles "Final Song", "Drum" e "Cold Water parceria com Major Lazor e Justin Bieber.

Este ano as duas frentes uniram forças em "Don't Leave", uma canção que combina a atmosfera típica dos Snakehips  sintetizadores pulsantes e batidas R&B  com a voz rouca da MØ. A produção e letras desta balada pop-electrónica são perfeitas, e o vídeo só vem a solidificar essa ideia. Na popular trama do rapaz que andava com duas raparigas ao mesmo tempo, a vocalista é a protagonista e principal lesada. O desempenho da cantora foi genial, transmitindo um rol de emoções necessários para a história.



..3.. Troye Sivan ft. Betty Who  HEAVEN

Quase dois anos depois, Troye Sivan continua a promover o disco de estreia Blue Neighbourhood - ocupou a #8ª posição no "TOP 50 ALBUMS OF 2015". Depois de "Wild", "Youth", "Fools" e "Talk Me Down", chegou a vez de dar vida à faixa "Heaven", em parceria com a australiana Betty Who.

Considerada pelo jovem como a sua música mais importante, "Heaven" fala sobre a luta interior de aceitação da sexualidade e género. "Without losing a piece of me / How do I get to Heaven? / Without changing a part of me / How do I get to Heaven?", canta.

Filmado a preto e branco, o videoclip intercala cenas do cantor sul-africano abraçado a um rapaz com imagens de pessoas que lutaram pelos direitos LGBTQ ao longo dos anos, desde Harvey Milk a manifestações populares. O resultado é simples e eficaz, especialmente devido ao timming. Lançado na véspera da posse do conservador Trampa & Companhia, "este vídeo é dedicado a todos os que lutaram pela nossa causa antes de mim, e a todos os que continuam a lutar. Em momentos sombrios ou iluminados, vamos sempre amar-nos", explicou o youtuber.



..4.. Little Mix — Touch

Se este não é o vídeo do momento, digam-me qual é! Na passada sexta-feira, dia 20, as Little Mix divulgaram o tratamento visual para "Touch", o mais recente e certeiro single do álbum Glory Days. Quando escrevi a review (AQUI) deste quarto projecto de estúdio, frisei que a qualidade sonora me tinha surpreendido. Não contava era que a sofisticação se estendesse para os vídeos.

Dirigido pelo icónico Director X e a coreógrafa Parri$ Goebel, o quarteto britânico está numa espécie de labirinto colorido onde a única forma de escapar é através da dança. Enquanto girlband elas já nos tinham mostrado uns passinhos aqui e ali, mas nada a esta escala. Elas não param do início ao fim! Fiquei de queixo caído. Divertido, jovem e vibrante, entrou oficialmente para a lista de melhores deste ano.



..5.. Ed Sheeran  Castle On The Hill

Devo ser o único, mas nunca achei muita piada ao Ed Sheeran. Pronto, está dito. Digam o que quiserem mas cada vez que ouvia uma música dele na rádio ou televisão, tinha que mudar rapidamente se não ficava logo saturado. Este ano, tudo mudou. Assim que ouvi a "Shape of You" -aquela canção que é uma rip-off da "Cheap Thrills" da Sia - gostei instantaneamente. O mesmo aconteceu com o single "Castle on the Hill".

Dirigido por George Belfield e filmado na sua terra natal, Framlingham, no condado inglês de Suffolk, o vídeo conta com a presença de vários estudantes do liceu que o músico frequentou, na adolescência. A produção é simples - lembra um pouco o que Zayn fez com "BeFoUr" - e é uma forma de mostrar aos fãs como foram os teen years do britânico.

"÷", lê-se Divide, chega às lojas no próximo dia 3 de Março e vai ser o primeiro álbum do Ed Sheeran que vou ouvir do início ao fim.


Conheciam os vídeos? Qual é o vosso videoclip/música favoritos?

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

American Music Awards 2O15




Numa gala de duetos improváveis, poucos prémios, e um tributo comovente às vítimas dos atentados em Paris, a 43ª edição dos American Music Awards, ocorreu ontem, dia 22, em Los Angeles.

Votado pelos fãs, Taylor Swift confirmou as expectativas e dominou a entrega de prémios ao receber três. A cantora estava nomeada para 6 categorias, levando as estatuetas de "Música do Ano" (Blank Space), "Melhor Álbum Pop/Rock" (1989) e "Melhor Artista Adulto Contemporâneo".

Em segundo lugar nas indicações (5), os The Weeknd venceram "Melhor Cantor Soul/R&B" e "Melhor Álbum Soul/R&B" (Beauty Behind the Madness), e o Ed Sheeran não conseguiu conquistar uma sequer  ao contrário dos seus conterrâneos, One Direction. Além de "Melhor Grupo Pop/Rock", o quarteto britânico ganhou pelo segundo ano consecutivo o prémio mais importante da noite: "Melhor Artista", batendo nomes como Swift, Nicki Minaj, Ariana Grande, Sam Smith, The Weeknd, e o próprio Sheeran.

Tanto a Ariana Grande como a Rihanna tinham apenas duas nomeações, recebendo os troféus de "Melhor Cantora Pop/Rock" e "Melhor Cantora Soul/R&B", respectivamente. Na categoria de Rap/Hip, a Minaj foi premiada com "Melhor Artista" e "Melhor Álbum" (The Pinkprint).

Jennifer Lopez - Medley

A anfitriã, Jennifer Lopez, deu início ao show com um playback descarado do seu clássico Waiting For Tonight (versão balada), seguindo-se um número de dança cheio de energia, ao som dos maiores hits do ano  a coitada até recebeu um olhar torto da Minaj quando a Anaconda começou a dar.


Demi Lovato - Confident |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||| Selena Gomez - Same Old Love

Quando me apercebi que a Demi Lovato e a Selena Gomez iam cantar "Confident" e "Same Old Love", respectivamente, pensei "mas continuam a insistir nisso porquê? Move on!". Embora mantenha a opinião de que ambas deviam lançar terceiros singles e esquecer estes, não posso negar que causaram furor. A Demi tem um vozeirão como todos sabemos, mas desta vez esmerou-se, nem o público ficou indiferente! Quando à Gomez, estou tão habituado a que ela utilize vocais pré-gravados, que parte de mim acha que ela fez playback. Se não for o caso está de parabéns, finalmente conseguiu encontrar o registo adequado à sua voz.

Os duetos memoráveis incluíram a Alanis Morissette e a Demi a cantarem a música que colocou a Morissette no mapa, You Oughta Know de 1995 (VÍDEO AQUI); a Megan Trainor e o Charlie Puth aka o rapaz com a sobrancelha escavacada, com as músicas Like I'm Going To Lose You e Marvin Gaye — que terminou com os dois loucamente aos beijos.

Celine Dion - Hymne à L'Amour |||||||||||||||||||||||||||||||||||||| Gwen Stefani - Used to Love You

O vocalista dos 30 Seconds To Mars e vencedor de um Óscar, Jared Leto, deu uma homenagem emocional às vítimas dos atentados em Paris, assim como às vítimas de violência no mundo inteiro, seguindo-se uma performance de Celine Dion com a canção francesa Hymne à L'Amour da Edith Piaf, com imagens da "cidade das luzes" a passarem no fundo.

||||||||||||||| Ariana Grande - Focus |||||||||||||||||||||| Justin Bieber - What Do You Mean?, Where Are U Now?, Sorry

Não estava nada à espera deste tema para a Focus e sinceramente não achei muita piada. O vestido parecia da loja dos trezentos e a peruca não era tão boa como a que utilizou no vídeo, mas ao menos deu para variar no maldito rabo-de-cavalo do costume. Do ponto de vista vocal não há nada a apontar, a Ariana é fantástica. O Bieber encerrou o espectáculo com um medley dos seus hits, uma mini versão acústica da What Do You Mean, porque é isso que ele precisa, enfatizar que não canta nada, e depois pode dançar ao ritmo da Where Are U Now  vencedora do prémio "Melhor Colaboração" com Skrillex and Diplo  e fazer playback mais que evidente na Sorry. Que final tão fraquinho.

A cerimónia contou ainda com performances de Coldplay, One Direction, Nick Jonas e The Weeknd, Walk The Moon, Carrie Underwood, 5 Seconds of Summer, Macklemore & Ryan Lewis e Leon Bridges. Quando publicarem mais vídeos actualizo os que falta.

Para a lista completa de prémios: CLICAR AQUI.


Gostaram dos vencedores? Qual foi a vossa performance favorita?

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