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quarta-feira, 12 de julho de 2017

5 Passos para não deixares o teu blog morrer


#1. Agenda publicações

Se tal como eu não fores um blogger a full time, as chances de não conseguires escrever publicações todos os dias são mais que muitas. Criar um blog nas férias de Verão é muito bonito, mantê-lo quando as obrigações voltam é que nem tanto. Ao acordar todos os dias às 7h da manhã e chegar a casa às 20h da noite, rapidamente percebi que precisava planear melhor a minha agenda. Na maioria das vezes o cansaço é tal que nem existe paciência para pensar em redes sociais. Como alternativa comecei a escrever os posts aos fins-de-semana e a agendá-los ao longo da semana seguinte. Se consigo sempre cumprir este método? Não. Ultimamente a ronha tem vencido, mas não é uma regra. Portanto não há desculpas para deixares a tua página ao abandono.

#2. Comenta Blogs

Já o referi inúmeras vezes: sem promoção, mais vale fechares as portas. A não ser que sejas um blogger estabelecido ou daqueles que quando chega a um número confortável de visitas começa a cagar (desculpem a expressão) nos comentários alheios, é fulcral divulgares a tua página. Não digo que seja necessário responder a todas as pessoas que te visitam, até porque muitas vezes não vai acrescentar nada, mas se não te deres a conhecer, como é que estás à espera que mais gente te encontre? Tenho pecado imenso neste ponto e peço desde já desculpa por isso. Graças à rotina e cansaço que referi a cima, a vontade de comentar seja o que for é praticamente nula, mas tenho que tentar quebrar este ciclo vicioso ou então não posso estar à espera de milagres.

#3. Não publiques por obrigação

Uma das piores coisas que se pode fazer é publicar só porque sim. Os chamados posts para encher chouriços são uma constante na blogosfera e precisam ser exterminados como uma infestação de baratas. Lamento imenso mas prefiro estar calado a dizer porcaria. Claro que este tópico é muito subjectivo, porque aquilo que me parece interessante pode ser uma baboseira para ti, mas existe um mínimo lógico do aceitável. Atenção, se fores daquele tipo de bloggers que se contenta em colocar uma fotografia à la VSCO com umas frases soltas sobre a ida ao café com o Kiko, força. Afinal de contas, existe público para tudo. Pessoalmente, evito esse tipo de publicações por não acrescentar nada à minha existência ou sequer me fazer rir.

#4. Aponta tudo o que te vier à cabeça

Sempre achei piada a ter um caderno com ideias para posts. Sei que tenho um, algures, mas se no início começo muito disciplinado, com o tempo acabo por deixar as coisas de lado porque ain't nobody got time for that. Um erro que contornei de forma muito simples: telemóvel. Pois é, há alguns meses, durante as minhas longas viagens de comboio, comecei a adoptar o sistema de escrever tudo o que me vier à cabeça nos lembretes. Aqui entre nós, é muito mais prático, fácil e menos pesado. Confesso que já cheguei a escrever publicações inteiras na dita aplicação do aparelho telefónico e nem consigo explicar o alívio que foi poder fazer copy-paste, editar e done! É uma óptima maneira de gerir o tempo morto em que estou fechado na carruagem. Além do mais, por muito idiota que uma ideia possa soar, é sempre bom apontá-la pois pode originar algo hilariante.

#5. Olha em redor, inspira-te

A inspiração é como o mau ambiente numa relação amorosa, vai e volta. Todos nós passamos por fases mais e menos produtivas do ponto de vista criativo, e é importante estarmos atentos ao nosso redor. Graças a isto já escrevi publicações como os populares volumes do "Auto dos Transportes do Inferno", e uns quantos "Já chega, não?". É a parte boa de ter um blog generalista, tenho liberdade total de explorar qualquer tema sem estar preso a um assunto específico. Aproveitem-se disso e explorem tudo à vossa volta. Seja uma ida à mercearia ou um jantar de família. Existe sempre um ângulo de onde podem criar uma história, mas isto já é o jornalista em mim a falar.


Já cometeste o erro de deixar o teu blog morrer? Aplicas algum destes pontos no teu dia-a-dia?

domingo, 9 de abril de 2017

2 Anos de Ghostly Walker


O auto-proclamado dark horse da blogosfera está de parabéns! Parece que entrámos oficialmente na idade dos terrible twos. Se estão familiarizados com o termo, preparem-se para o que aí vem. Just kidding. Sim, tecnicamente o Ghostly Walker foi criado há mais tempo, mas só a 9 de Abril de 2015 é que criou raízes.

Sinto-me estranho a dizê-lo mas já caminho por estas ruas virtuais há mais de uma década (acabei de ter uma visão hilariante graças a esta frase). Criei o meu primeiro blog quando era um mero adolescente cheio de acne e, desde então, nunca mais arredei o pé. Por muito que goste de todas as minhas concepções como se fossem filhas, nenhuma se aproxima desta página. 

Tenho plena consciência que a minha honestidade, por vezes crua, e a sassyness que alguns de vós gentilmente me atribuíram, nem sempre é bem interpretada, mas asseguro-vos que não é com maldade (a não ser que me irritem a sério, óbvio). Acima de tudo estou aqui para vos divertir, e a mim também, claro. Se consigo ou não, isso já é outra história, ah! Mantendo a coerência e citando o discurso do ano passado, «posso nem sempre ter os tópicos mais "populares", mas acreditem que procuro sempre uma abordagem cómica/satírica em vez da bajulação que se lê por aí». Nada mudou.

Por muito que fique sempre bem dizer que não se liga a essas coisas, os números têm a sua importância e qualquer blogger sabe disso. Apesar de não ser o que me motiva, confesso que pensei que por esta altura tivesse mais seguidores, especialmente por não me restringir apenas a uma área de interesse. Dito isto, fico genuinamente feliz por saber que mantenho praticamente todos aqueles que me acompanham desde o início. Tenho pena que muitas pessoas tenham abandonado as suas páginas mas espero que se um dia voltarem, digam qualquer coisa que estarei cá para vos receber de braços abertos.

Os mais atentos já devem ter reparado que tenho andado um pouco ausente dos vossos blogs mas não se preocupem que não me escapa nada. Infelizmente não tenho tido o tempo que gostaria para me dedicar com mais afinco à página, mas continuo a esforçar-me para redigir conteúdos que considere interessantes e, se for caso para isso, originem diálogo. 

Não seria uma publicação do Ricardo se não tivesse mais do que cinco parágrafos, não é verdade? A todos os que chegaram ao fim deste testamento à espera de uma giveaway, lamento desiludir-vos mas ainda não é desta. Fora de brincadeiras, aos que continuam desse lado, obrigado. Agradeço-vos do fundo do coração pelas vossas leituras, comentários e partilhas com o hipocondríaco dramático que ainda sonha com a estatueta dourada.

Obrigado!

terça-feira, 30 de junho de 2015

Ninguém esquece o primeiro... blog


Em 2006 duas amigas minhas criaram o meu primeiro blog como surpresa de aniversário. Na verdade era um fotolog, e foi onde comecei, de maneira amadora, a trabalhar com edição de imagens.

O conceito do Music Don't Stop (sei que não está gramaticalmente correcto, mas era a única maneira disponível), era simples: encontrar a música do momento. A ver se consigo explicar: por exemplo, tinha 20 músicas a concurso, o que resultava em 10 duelos musicais (música vs música), as vencedoras passavam para a fase seguinte, e por aí fora até chegar à vencedora. Resumindo, foi o primeiro blog do género e passados dois anos, tinha o limite máximo de amigos/favoritos permitido pelo fotolog. Para terem noção, a minha página ficou de tal modo "conhecida" que até apareceu num programa argentino (na altura seguidores mandaram-me o vídeo e nem quis acreditar).

Sempre fui apaixonado por música portanto adorava passar dias inteiros a tratar das imagens, organizar as músicas em competição, tudo. A beleza do projecto era mesmo a interacção directa com as pessoas. Ao fim ao cabo, sem os votos delas, era impossível o blog andar para a frente.

Após quase quatro anos e milhares de visitas de todos os cantos do mundo, foi terminado sem qualquer aviso prévio. É impossível explicar como me senti ao ver todo o trabalho que tive durante tanto tempo a ir por água a baixo. Ninguém me tira da cabeça que foi um dos vários copycats invejosos que arranjaram maneira de fechar a conta.

Podem ter passado quase 10 anos mas ainda tenho pena do que aconteceu. Quem sabe onde o MDS me poderia ter levado (ou não) se ainda estivesse activo. Julguem-me se quiserem, mas dava tudo para ter o blog de volta.

O vosso blog actual é o primeiro? Se não, como foi a vossa primeira experiência na blogosfera?

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