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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Vacation ⤫ Life's a beach


Enxaguem essas lágrimas, estou de volta! Se não ficou implícito na última publicação, estava seriamente a precisar de me desligar do mundo e recarregar baterias. Aproveitando a estadia temporária da minha namorada por terras lusitanas, tirei uma semana de férias. Já agora, acreditam que logo no primeiro dia off recebo três chamadas (ignoradas, claro) do meu patrão? Sem comentários.

Não querendo entrar para a estatística de portugueses que todos os Verões arredam o pé para o Algarve, passei três dias fantásticos de praia, sopas e descanso, em Portimão. Por entre pores-do-sol, muitos mergulhos e alguns escaldões  não necessariamente meus , ainda percorremos uma mini-rota de praias: Alvor, Rocha, Almograve e Vila Nova de Mil Fontes.

Embora a estadia tenha sido curta, foi muito bem aproveitada. Há anos que não sabia o que era entrar numa água do mar clara e quente. Boas vidas, é o que vos digo. O único senão foram as viagens de comboio. Só para terem uma ideia, na volta apanhámos uma velhota que veio quatro horas, quatro, a falar da gata, de uma loba, cobra, cadela, tudo. Um autêntico zoológico vocalizado por uma bela sopinha de massa do mais chato possível. Ao menos deu para rir, vá. 

De volta à civilização, tentámos compreender o appeal gastronómico de locais trendy como Frankie e Domino's. Sobre isso... reservarei a minha opinião para uma publicação dedicada exclusivamente a este tema.

Até lá, deixo-vos com algumas fotografias que tirei na minha pequena viagem pelo sul de Portugal.












E vocês, onde costumam passar férias? São adeptos do Sul de Portugal?

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

The Boy & The Beach


Por fim, fui à praia. Só agora que estou a trabalhar é que apreciei devidamente o luxo que é poder meter os pés na areia e mergulhar de cabeça no oceano. Se pudesse, largava tudo e tornava-me num surfista  mesmo sem nunca ter chegado perto de uma prancha , só para chamar o mar de casa.

Posso acreditar ou não em muita coisa, mas uma certeza tenho, noutra vida fui um peixe. Desde miúdo que só vejo uma coisa à frente, água. Não estou a exagerar quando digo que se pudesse passava o dia inteiro de molho. Só é pena a pele engelhada. Por muito divertida que a construção de túneis fosse, nada supera o êxtase que é mergulhar e deixar-me levar pelas ondas. Arrisco-me a dizer que é um dos grandes prazeres da minha vida.

Saturado do trabalho e temperaturas elevadas, na semana passada tirei três míseros dias de férias e fiz-me à estrada, quer dizer, ao areal. Na companhia das minhas duas fieis escudeiras, de há uma década, diverti-me e consegui fazer algo que pensava impossível: relaxar. Cortar na casaca, jogar uno e ao "olho do cu"  perdoem-me mas o título alternativo de "baldinhos de merda" não é muito melhor , foram o suficiente para recarregar 30% de bateria.

No ano passado escrevi uma publicação (AQUI) onde basicamente anunciei o fim do meu namoro com a praia. Abram o champanhe, fizemos as pazes. Não nego que adore piscina e dada a hipótese, provavelmente ganhava, mas ao menos a aversão diminuiu drasticamente. Continuo a detestar as ocasionais criancinhas que armadas em Obikwelu nos enchem de areia e o facto das pessoas se amontoarem umas em cima das outras mas, desta vez, não presenciei nada disso.

Tudo se resume à escolha de praias. Finalmente vi-me livre de Sesimbra e foi a melhor coisa que podia ter acontecido. Por muito fantástica que seja a temperatura e o facto de não haver ondas (pessoalmente, não me incomoda alguma agitação), não compensa as dores de cabeça. Tendo em conta a minha área de residência, optámos pela Fonte da Telha e o Portinho da Arrábida  não ia lá há anos e anos, mas fiquei rendido à paisagem.

Deixo-vos com algumas fotografias que tirei.

(Fonte da Telha)
(Fonte da Telha)
(Arrábida)
(Arrábida)
(Arrábida)

Têm ido à praia? Preferem estar no mar ou na toalha?

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

No longer a son of a beach


Um romance bonito, mágico até, mas chegou ao fim. O meu amor por praia está temporariamente fora do ar. O ano passado fiquei destroçado por não ter usufruído, agora não percebo o motivo para tanto drama.

Em criança não havia nada que gostasse mais que passar um dia inteiro na praia a fazer túneis na areia, e o mais importante, mergulhar como se a minha vida dependesse disso. Com o passar do tempo tenho começado a apreciar cada vez menos a época balnear passada em praias. Processem-me, mas prefiro piscina. Como se não bastasse, ultimamente parece que tudo me irrita nas pessoas que decidem fazer do areal uma feira.

Quanto a vocês não sei, mas fui educado a respeitar o espaço das outras pessoas. Correr não era uma opção pois poderia encher alguém de areia. Não colocava música a dar porque ninguém é obrigado a ouvir o mesmo que eu. Gritarias e afins ficam em casa. Resumindo, não me devia comportar como um autêntico animal. Não sei se tenho pouca sorte nas praias que frequento, mas são raras as pessoas sabem ser civilizadas.

Há sempre aquele miúdo irritante que adora correr mesmo ao lado da minha toalha e me enche de areia não uma ou duas, mas oito vezes. O pior é que nunca lhes podemos dizer nada. Para os papás "são crianças, têm que se divertir". Ninguém diz o contrário, mas não percebo que criaturas estão a criar desta maneira. Tudo lhes é permitido devido à idade, depois admiram-se que formem tiranos.

Na terça-feira fui à praia com o meu pai e irmão e depois de algum tempo, lá conseguimos um lugar para estender as toalhas. Se soubessem a quantidade de espaços "vazios" que não podíamos utilizar por estarem "marcados" com toalhas e chapéus. Quando é que vão perceber que se querem sair e ir almoçar, lanchar o que seja, deviam levar a tralha atrás? Da última vez que verifiquei, a praia era um local público, não tiveram que pagar nenhuma caução para deixar o estaminé ali montado. Enquanto os plebeus lutam por um pedacinho de areia, os senhores têm sempre o deles garantido.

Agora juntem as sessões fotográficas à beira mar e os senhores que de 5 em 5 minutos berram "Olhá bólínhááááá" e está criado o cenário paradisíaco dos meus sonhos. Pois, não. Se não fosse o facto de me sentir um peixe dentro de água e adorar passar horas a nadar, já tinha desistido de praia. 

Gostam de praia ou preferem piscina? O que acham das pessoas que deixam lugar marcado?

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