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sábado, 30 de dezembro de 2017

2O17: Um ano de novas experiências


I'm not dead guys!

Lamento este afastamento repentino mas a verdade é que tenho estado completamente submerso pela próxima edição dos Ghostly Awards. Emmys who? Digamos que ver seis filmes no mesmo dia ou passar cinco horas a decidir a ordem dos álbuns musicais do ano tem consumido por completo o meu tempo. Ainda assim, não podia deixar de passar por aqui e falar um pouco sobre este ano que foi tão mau no panorama mundial (o facto de ser número ímpar também não ajuda nada), mas que ainda assim, trouxe algo de novo a nível pessoal.

Pois é, preparem-se para uma publicação super original sobre o meu ano de 2017. Boas notícias, está escrito por pontos curtos e rápidos!

1. Inscrevi-me num ginásio;
2. Pela primeira vez em décadas não chorei no meu aniversário;
3. Deixei de beber coca-cola, algo que pensava ser impossível;
4. Reconheceram-me do blog, na rua;
5. Aprendi que é OK gastar dinheiro comigo (o que explica o próximo ponto);
6. Comprei um par de sapatos no valor de três dígitos;
7. Num dos anos mais quentes de sempre em Portugal, só fui à praia duas vezes;
8. Só li um único livro até ao fim;
9. Apareceu-me um cabelo branco e estou convencido que o fim está próximo;
10. "Dez" é o número de fatias que consigo comer no buffet da Pizza Hut;
11. Vi o mesmo filme três vezes no mesmo ano. Sim, foi o La La Land;
12. Fiquei viciado na banda sonora dos The Descendants e isso incomoda-me;
13. Bebi um cocktail pela primeira vez;
14. Fui ao JNcQUOI e senti-me um pelintra que secretamente precisa daquilo na sua vida;
15. Fui ao salão de chá da Ladurée;
16. Comi chocolates da chocolataria Equador e apesar de bons, não justificam o preço;
17. Comprei prendas para a família.

Não podia deixar de vos desejar um óptimo Ano Novo e agradecer a todos os que me acompanham, independentemente de que plataforma for. Obrigado e até 2018!

Como é que este ano vos tratou? Ansiosos pelo próximo?

domingo, 1 de janeiro de 2017

Happy New Year!


Antes de mais, Feliz Ano Novo!

Pois é, ausentei-me por uma semana mas infelizmente não foi para relaxar. A verdade é que a minha vida profissional sofreu algumas mudanças e, após mil e uma situações de pára-arranca, fiquei inevitavelmente desgastado. Mas não se preocupem, estou bem. Fisicamente exausto, mas bem.

Não podia deixar de desejar a todos vocês, que me acompanham aqui ou por outras redes sociais, um óptimo 2017 e que seja melhor que o anterior. Pode ser cliché, mas espero que consigam realizar os vossos sonhos, por muito difíceis que aparentem ser. O importante é não desistir.

Ainda hoje arrancam os Ghostly Walker Awards, onde celebro os meus favoritos na indústria Musical, Cinematográfica e Televisiva. Não percam!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Para o ano há mais

Até há bem pouco tempo atrás pertencia ao grupo de sonhadores que perdiam tempo a imaginar listas com todos os desejos para o ano seguinte. Numa tentativa desesperada de fazer o génio aparecer e me conceder três, até o sacrifício de comer 12 passas eu ultrapassava. Por entre coisas fúteis ou simplesmente irrealistas, mantinha-me esperançoso, "quem sabe?". O relógio não pára e as raízes, em constante crescimento com que fiquei de tanto esperar, também não.

Não vos vou presentear com todo um texto inspirador no qual relato, detalhadamente, como 2015 foi um ano de crescimento pessoal e de mudanças. Pois. Não. Os meses passaram e os únicos acontecimentos interessantes na minha vida foram colocar uma espécie de aparelho dentário e o aparecimento do primeiro cabelo branco. Arranjem-me um andarilho e ninguém me pára. 

Estagnado há dois anos, deixei-me de ilusões. As probabilidades de ir viver para a Califórnia são inexistentes, e muito menos de me tornar numa estrela musical. "Rapaz noctívago que apesar de realista sonha ganhar um Óscar"  com esta timidez execrável, podes continuar a sonhar, amigo. O meu discurso pode parecer derrotista, mas no meio de tantas publicações, por essa blogosfera fora, repletas de unicórnios e arco-íris, parece-me importante falar sobre o outro lado da moeda. Boa, agora vocês vão ficar a pensar que sou o Grinch do Reivellon.

Sarcasmos de lado, estou ansioso pela passagem de ano. O meu medo é o que vem a seguir. Para alguém que terminou o curso há quase três anos, e no top três da turma, escusado será dizer que não pensei que as coisas fossem tomar este rumo. A sanidade mental decidiu por mim, o meu maior desejo é arranjar um emprego. Tenho evitado ao máximo ceder aos call centers que tanto abomino ou a ofertas do género "Colaborador de Marketing" maneira pomposa de classificar um distribuidor de panfletos — mas não posso continuar eternamente à espera que me respondam. 

Ainda que apreensivo, por saber que nem sempre as coisas correm como nós queremos, estou estranhamente confiante que 2016 será o meu ano. Lá está a veia de "sonhador" que referi no início. Embora o batimento cardíaco esteja baixo, enquanto o coração pulsar, a esperança não morre. Só espero não me arrepender destas palavras.

Tenho estado consumido por um "projecto" há algum tempo e finalmente vou poder partilhá-lo com vocês. Reservei a primeira semana de Janeiro para o "Best of 2015" nas áreas de música, cinema e televisão. Normalmente faço-o (antigos blogs) nos últimos dias de Dezembro, mas digamos que levei mais tempo do que esperava numa certa tarefa. Agora é só esperar.

Visto que esta será o meu último post do ano, queria aproveitar para desejar umas óptimas entradas e agradecer-vos por continuarem aí, desse lado. Muito, muito obrigado!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Passagens de Ano Caseiras

Por incrível que pareça... nunca celebrei uma passagem de ano fora de casa. Para os que estiverem a pensar que "não é nada de mais", relembro-vos que tenho 23 anos. Se mesmo assim não vos fizer confusão, das duas uma, ou são mais novos ou viveram numa redoma de vidro como eu. 

Os meus pais sempre se preocuparam bastante com a minha segurança e do meu irmão. Quando era jovem apelidava-os de mil e um nomes diferentes na minha cabeça, mas com o passar do tempo, apercebi-me que estavam certos. É a velha história de "um dia quando fores pai vais perceber". O certo é que os anos foram passando, os amigos iam-se juntando e o Ricardo ficava para trás. Ao menos não precisava mentir, a desculpa era sempre a mesma "Não posso, vou ficar em casa dos meus tios".

Com o meu primo e tio (irmão da minha mãe) fora, restavam os elementos mais velhos da família. Não me interpretem mal, gosto muito deles, mas aquilo era tão deprimente. Sem grandes conversas distintas às partilhadas na semana anterior (Natal), chegava à meia-noite, via-se o fogo-de-artifício da janela, brindava-se com champanhe  nem sequer gosto  e acabou. Não havia música, dança ou divertimento, a não ser que eu e o meu irmão resolvêssemos rir-nos de alguém. Enquanto imaginava mil e um cenários em como os meus colegas se deviam estar a divertir, e das histórias que iriam azucrinar-me os ouvidos no regresso das férias, sentia os anos a passarem-me entre os dedos. Não estou a gozar, questionava-me se algum dia as coisas mudariam.

Não vou mentir, a ideia de estar numa rua extremamente movimentada, repleta de gente louca, bêbeda e aos gritos, não me parece propriamente o cenário ideal. Aliás, só de pensar nisso fico ansioso. Ainda assim, estando com um grupo decente, sempre seria uma experiência nova. 

Há cinco anos atrás comecei a passar os finais de ano na minha casa com a namorada. O que começou por ser uma maneira de ficarmos mais tempo sozinhos, acabou por se tornar numa espécie de tradição anual. Ou seja, troquei a casa dos tios pela minha. Mas sabem que mais? Não alterava nada. Existem 364 dias em que posso sair à noite com amigos , divertir-me até às tantas e ter os meus ataques de paranóia, mas uma noite de paz e sossego com a pessoa que amamos, é única, literalmente. Estou a revirar os olhos a mim mesmo pelo comentário lamechas, mas foi inevitável.

Não sei se a minha altura festarolas passou de vez  sem nunca a ter vivido , ou se ainda pode voltar, mas o certo é que já não estou minimamente interessado. Vestir o pijama, acender a lareira, ver um ou outro filme (se bem que ela adormece sempre), jantar a comida chinesa que ela tanto adora e o bolo de bolacha, que se eu pudesse devorava-o sozinho, tudo isto sem ter que me chatear ou sair de casa, parece-me muito mais apelativo que enfrentar uma multidão. Fazer o quê? Eu bem disse que estava a ficar velho.


Têm planos para a noite de Ano Novo? Preferem passar em casa com a família ou com amigos?

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