Pages

Mostrar mensagens com a etiqueta 5 coisas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 5 coisas. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

5 Coisas que detesto no Instagram


#1. Ignora contas com +10K seguidores

Não se dêem ao trabalho de seguir de volta contas com mais de 10K. A esmagadora maioria só quer tentar apanhar-vos na teia deles e fazer com que os sigam somente para aumentar ainda mais os seus valores. Assim que têm o que pretendem, deixam de vos seguir num ápice. Por muito que uma conta dita "popular" me agrade, o facto de saber que isto vai acontecer irrita-me profundamente e só surte o efeito oposto.

#2. Likes > Followers

Quando entramos num perfil o que chama mais à atenção não é o feed mas sim o número de seguidores. Neguem quanto quiserem, mas é verdade. Não há anda mais triste que entrar numa conta com um número gordo de followers e depois constatar que as fotos não têm mais do que 100 likes. Além de não fazer qualquer sentido, é um alerta gigante para uma possível utilização de bots de seguidores fantasma  algo cada vez mais comum, especialmente nas contas brasileiras.

#3. Cuidado com as raparigas russas

Calma, não é um comentário xenófobo! Aparentemente as ocasionais contas falsas que surgem nas nossas notificações costumam ser de supostas raparigas russas. Entramos na página e deparamo-nos com meia dúzia de imagens que se ficam por selfies e promoções para ganhar X seguidores. Tenho quase a certeza que aquelas fotos são "roubadas" e tenho imensa pena por as pessoas originais nem fazerem ideia do que está a acontecer. Por esse motivo, a acção automática é reportar. Ninguém precisa de seguidores falsos que não vão interagir com os nossos uploads

#4. O algoritmo dos infernos

Qualquer utilizador do instagram está a par do impacto que o algoritmo pode ter nas vossas contas. Nunca estranharam terem temporadas com imensos likes e depois descerem a pique? Digamos que ter imagens do mesmo tipo com 600 gostos e depois passarem para 180 é algo que não consigo compreender. Além desta brilhante facada nas nossas estatísticas, o facto de a vertente instantânea ter morrido, é absolutamente ridícula. Se antigamente as fotografias apareciam por ordem de publicação, agora é um surtido que pouco ou nada faz sentido. A primeira foto do meu feed tanto pode ser de há quatro dias atrás como de cinco minutos. É absurdo e prejudica imenso os utilizadores.

#5. Seguir e deixar de seguir

Não podia deixar de referir a já tão conhecida prática do "seguir" e "deixar de seguir". O raciocínio é o mesmo do primeiro ponto, mas aqui consegue ser ainda mais mesquinho. Fico possesso quando sigo de volta contas que até são giras, e não têm mais do que uns 700 seguidores, para depois clicarem no unfollow mais depressa do que trocam de cuecas. É tão patético que chega a ser cómico. Quantas vezes a mesma conta me segue 4x no mesmo mês, só porque não retribui o gesto. Inicialmente ainda participava neste jogo do gato e rato, mas agora aborrece-me tanto que são logo bloqueados. Se estão sedentos, lamento mas pararam na fonte errada.


O que é que mais detestam no Instagram? Temos pontos em comum?

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

5 Hábitos nojentos que me fazem morrer por dentro


1. Folhear aquático

Porquê? Porque é que isto existe e é tão comum? Que alminha é que se lembrou de levar a porcaria dos dedos à boca para virar a página de um livro? Compreendo a mecânica da acção, mas não invalida o facto de ser uma valente javardice. Já me deparei com folhas com vida própria e que não queriam ser viradas por nada, mas há sempre uma opção que não inclua saliva na equação. É simplesmente nojento, especialmente quando se trata de um objecto de uso comum ou que vai ser passado a outra pessoa. Digamos que no meu trabalho isso acontece com as facturas e quando chega a parte de segurar nelas, é todo um jogo à missão impossível para me certificar que não toco na área infectada. Por favor, coloquem um fim a isto!

2. Lenços manuais

Não consigo perceber em que altura da vida vos pareceu aceitável assoarem-se para as vossas mãos sem recorrer a um lenço de papel mas precisam de ajuda. A não ser que tenham sido criados por lobos, calculo que os vossos pais devessem fazer o mesmo, só pode. Quantas, mas quantas vezes já testemunhei esta selvajaria em público? No meio da rua, nos transportes públicos, you name it! De tempos a tempos lá me deparo com um ser que resolve utilizar a palma da mão como recipiente para a ranhoca, que depois é estrategicamente limpa nas calças ou "enrolada" de modo a desfazer-se e cair no chão. Tive que fazer uma pausa para não vomitar. Acho que ficamos por aqui.

3. 'rretas no ginásio

O que fazem nas vossas casas é convosco, mas quando frequentam um espaço semi-público e partilhado por outras pessoas, há que ter o mínimo de discernimento. Em cinco dias, são quatro aqueles em que sou alvo de violência sonora enquanto tento descontrair no duche. Numa espécie de chamamento animalesco, ecoam pelos balneários roncos absolutamente execráveis de homens que pouca ou nenhuma educação devem ter. Evidentemente que ninguém está imune a secreções nasais mais intensas, especialmente quando estamos constipados, mas isso não significa que seja aceitável dar todo um espectáculo de horrores em frente a uma plateia que não comprou bilhete. 

4. Unhas maltratadas

É um pouco hipócrita da minha parte falar sobre unhas uma vez que às vezes ainda dou por mim a roer as minhas, mas permitam-me que explique. Não sou o maior fã de pés, é sabido, portanto como se não bastasse ter que levar com eles no Verão, se ainda por cima as pessoas têm unhas nojentas... barf. Não dá, não consigo. Repugna-me imenso e acho inacreditável como é que não se incomodam minimamente por andarem a exibi-las ao mundo. O mesmo aplica-se às mãos. Uma coisa é roer as unhas, outra é quando estão claramente sujas ou a precisar de ser cortadas asap. Infelizmente ambas as situações são extremamente regulares tendo em conta algumas pessoas com que tenho que me relacionar no dia-a-dia. Haja estômago.

5. Grutas de cera

Quanto a vocês não sei mas, não consigo sair à rua sem ter a certeza que os meus ouvidos estão compostos. Aliás, é de conhecimento público que não se deve limpar em demasia o interior das nossas orelhas porque é bastante saudável ter uma pequena camada de cera a proteger os tímpanos. Dito isto, há limites. Não há nada mais nojento que estar em plena hora de ponta no metro e ter a centímetros da minha cara uma orelha com todo um festival de verão lá acampado. Qualquer pessoa com uma higiene minimamente cuidada, não deixaria as coisas chegarem àquele ponto por se esquecer um dia de utilizar cotonetes. Obras daquelas requerem tempo e muito desleixo. Ou então claro, uma condição física que produza quantidades astronómicas de cera.


Quais são os hábitos nojentos que não toleram? Temos pontos em comum?

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Ginásio em 5 pontos


1. Sistema de duplas

Provavelmente uma das coisas que mais me irrita no ginásio é o sistema de duplas no que toca à utilização dos equipamentos. Como sou novo nestas andanças, qual é o meu espanto quando começo a ver pequenas parelhas de duas pessoas a partilharem a mesma máquina. Embora compreenda o pensamento, no sentido de tentar abreviar o período de espera, o facto é que se pensarmos bem, atrasa ainda mais um terceiro elemento que pretenda avançar. Já fui abordado três vezes para entrar nesta espécie de pacto de testosterona e só aceitei por ser alguém simpático que, felizmente, não leva uma eternidade a fazer os exercícios e até altera os pesos para as minhas medidas cada vez que termina um set.

2. Grunhidos 24/7

Soltar-se um ou outro gemido ou som enquanto nos estamos a exercitar é bastante compreensível dado o esforço físico. O que não nos preparam é para a sinfonia que começa na sala dos pesos e continua até ao balneário, através de "ais" ou suspiros por clemência. Pois é, aquela área do ginásio é notoriamente utilizada por elementos do sexo masculino que, por vezes, se entusiasmam nas suas projecções vocais. Como se um gato atropelado se tratasse, aqueles seres com aparência semelhante à de um tomate prestes a explodir, conseguem gritar mais alto e agudo que muitas mulheres quando estão em trabalho de parto. Quantas vezes não olhei instintivamente para o lado, confuso com o que raio se estava a passar. Ao menos ainda dá para nos rirmos, mas sem ninguém ver, claro.

3. Locker Room Talk

Terminei o ensino secundário há alguns anos portanto queiram-me desculpar por já não me lembrar do que era frequentar um balneário. Se tivesse que o fazer, podia dividir os alvos em análise em dois grupos, os calados e os fanfarrões. O primeiro grupo limita-se a fazer a sua rotina, sossegadinho e sem chatear ninguém. O segundo, é todo um circo digno de uma feira bem popularucha. "Mano, já viste o cu da Ângela?" pergunta um deles que tem como resposta, "Ya, puto. É memo grossa. Mas a Liliana não lhe fica atrás". It's just boys being boys, podem dizer os mais antiquados mas, por favor. Uma coisa é falar nesses termos com um amigo outra é fazê-lo com plateia. Este exemplo até nem é nada de mais, o pior é quando começam a tentar falar de coisas que claramente ultrapassam os seus QI's e o resultado é digno de um concorrente da Casa dos Segredos.

4. Antro dos mirones

Como qualquer outro animal, racional ou não, é normal observarmos o que acontece à nossa volta. Se algumas pessoas são mais despistadas ou não querem saber, existem outras que não compreendem quando o olhar fixo atinge o limite predatório. Não há nada mais desconfortável que estarmos a fazer determinado exercício e sentirmos, literalmente, os olhos de alguém postos em cima de nós. Uma coisa passageira e casual é comum e aceitável, mais que isso não, obrigado. Como referi anteriormente, alguém estar com trajes de desporto diminutos ou com roupa interior à mostra não é um convite para olharem. Há que respeitar o espaço pessoal de cada um.

5. Há pessoas que vão pela companhia

Uma realidade triste mas bem presente no dia-a-dia. Muitas vezes apercebo-me de pessoas mais velhas (não necessariamente idosos) que vão para o ginásio pela companhia. Pouco ou nada se exercitam, andam a paço de caracol entre um ou dois locais e acabam por pousar quando encontram alguém com quem conversar. Claro que alguns dos indivíduos que vi podem ter algum tipo de condicionante física que os impede de serem mais activos, mas há certos casos que são bastante óbvios. Sendo verdade, tenho imensa pena. Deve ser tão triste ter que se recorrer a um lugar destes só para ter dois dedos de conversa. Mas há que ver as coisas pelo lado positivo, ao menos saem de casa e sempre convivem com outras pessoas.


Frequentadores de ginásio, concordam com os pontos? 

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

5 Regras básicas de etiqueta no ginásio


Se praticam exercício físico numa área comum, as chances de se terem irritado com algo que outra pessoa fez são mais que muitas. Quer sejam vocês os culpados ou vítimas, o facto é que existem certas regras básicas de etiqueta a seguir no ginásio. Lá por estarmos a dar no duro para conseguir trabalhar alcançar objectivos pessoais, não significa que não possamos facilitar a convivência com os outros durante o processo.


1. Usa desodorizante

Se pensavam que esta era óbvia, estão enganados. Por algum motivo que me ultrapassa, a maioria dos homens só parece preocupar-se em colocar desodorizante depois do banho. O problema é que até lá chegarmos, tivemos que passar por todo um processo tortuoso que envolve um cheiro a suvaqueira digno de um trolha num dia de Verão. Todas as pessoas transpiram, ainda para mais neste contexto, mas há que ter o mínimo de noção. Não se justifica a nuvem aromática de cebola estragada e suor que algumas pessoas arrastam atrás de si. 

2. Limpa o equipamento que usaste

Novamente, algo evidente que escapa à maioria. Por norma, todos os utilizadores de ginásio devem andar sempre com uma toalha atrás. A sua função não é apenas de limpar as gotas de suor que escorrem pela cara, também se aplica ao equipamento que usaram. Não há nada pior que chegarmos a uma máquina e encontrarmos material genético de outra pessoa. Ew. Leva-me a jantar primeiro. No meu ginásio existem funcionários de limpeza que estão constantemente a tratar disso mas, ainda assim, quando vemos que o equipamento que tanto queríamos vagou, não há tempo para esperar por eles, e é o mínimo deixarem tudo composto e não obrigarem os outros a ver a forma das vossas nádegas estampada no assento.

3. Não ridicules ninguém

O que não falta na internet são memes de gym fails e, apesar de ser divertido quando alguém não percebe como uma máquina funciona, eles estão a tentar e não deviam ser ridicularizados por isso. Ninguém nasce ensinado e é normal não acertarem em tudo à primeira. Falo por experiência, sou novo nestas andanças e são mais as coisas que desconheço do que o contrário. Fazer pouco de alguém recém-chegado (ou não) a este mundo, tal como em tempo vocês foram, é simplesmente triste. Em vez disso, sorriam e ajudem a pessoa, não custa nada.

4. Não olhes fixamente para as pessoas

Esta serve tanto para rapazes como para raparigas. Não olhem fixamente! As pessoas estão a trabalhar os corpos e se vos apanham a olhar, vão sentir-se constrangidas e imaginar um de dois cenários: que vocês são creepy e estão à espera de chegarem ao balneário para lhes saltarem em cima ou que estão a fazer pouco deles. Mesmo que uma rapariga esteja com um soutien de desporto ou um rapaz com os boxers à mostra enquanto faz abdominais, não é um convite para olharem. Respeitem o espaço pessoal de cada um.

5. Se não estás a usar, sai

Não há nada mais frustrante que queremos usar uma máquina e estar um marmanjo com o traseiro sentado às sms como se fosse um adolescente com o cio. Se querem exercitar os dedos, existem outros locais mais indicados para o fazerem em vez de estarem a atrasar os treinos de toda a gente. Uma coisa é fazer uma pausa de 1 minuto entre sets outra é os meus netos já terem nascido e os indivíduos continuarem ali, presos ao maldito equipamento sem sequer lhe darem uso.


Frequentam algum ginásio? Partilham de algum destes mandamentos?

segunda-feira, 19 de junho de 2017

5 Motivos pelos quais não adoro o Verão


Como tudo na minha vida, até no que diz respeito ao Verão sou uma contradição andante. Se por um lado sinto-me genuinamente mais "animado" com os "dias mais longos", aumento das temperaturas, bronzeados e afins, por outro detesto o calor infernal, suor e preguiça que vêm de arrasto. Foi a pensar neste pequeno complexo existencial que criei uma lista com cinco motivos pelos quais já não morro de amores pela estação mais cobiçada do ano (além dos incêndios, claro).

'1. Calor

Não me dou bem com o calor. Sim, apesar de detestar o frio e apreciar temperaturas mais elevadas, não significa que goste de sentir que estou a caminhar pelo reino de Lúcifer. Escusado será dizer que estes últimos dias têm sido um autêntico massacre. Dormir está quieto e até acordado só me apetece meter-me dentro do congelador. Pensar que ainda existem cretinos que se recusam a acreditar que o aquecimento global existe. Quanto a vocês não sei, mas não consigo funcionar assim. Não dá. Ao menos em casa posso andar em trajes diminutos como se estivesse numa vitrine do Red Light District, mas e quando tiver que sair, ir trabalhar? Só a ideia do que me espera amanhã (escrevi isto ontem à noite) está a deixar-me assustado. 

'2. Suor

A não ser que estejam numa sauna ou a terminar um treino intenso (e mesmo assim tenho as minhas dúvidas), transpirar não é nada agradável. Pior ainda e acabar de tomar banho e sentir que preciso voltar lá para dentro outra vez. Sofro de transpiração fácil desde muito novo, o que por vezes pode condicionar as minhas escolhas de vestuário. Qualquer cor fora do espectro black & white significa nódoas garantidas depois de uma breve corrida para apanhar o metro, comboio, ou simples locomoção pedestre. Se tiver um acontecimento importante para determinado dia, seja no trabalho ou a nível pessoal, tenho que avaliar sempre os riscos das minhas partes de cima. Levar aquela camisa azul que tanto gosto implica não poder correr o dia inteiro, caso contrário vou parecer que saí de uma luta de balões de água. 


'3. Preguiça

A linha entre entusiasmo e preguiça é muito ténue no Verão. Uma música animada é capaz de me dar uma força incrível para enfrentar o meu dia, mas basta as temperaturas passarem o limite do aceitável e baam, modo gelatina activado. Esta condição é tão séria que até quando andava na escola, o terceiro período era sempre aquele em que baixava as notas, precisamente porque não conseguia ficar com o rabo sentado na cadeira sem deslizar como uma folha de papel. Ainda hoje isto acontece-me inúmeras vezes. Fico como uma espécie de cão, às voltas até finalmente se deitar, só que com menos acção e mais suspiros de desespero. Não tenho vontade de fazer nada, nada! Ir à casa-de-banho é toda uma viagem que leva décadas entre um arrastar do chinelo e o outro. Criatividade, vontade de escrever e criar conteúdo, tudo é evaporado como a minha paciência. Ugh, I just can't

'4. Monstro temperamental

Por falar em falta de paciência, sou um perigo nestes meses mais quentes. A sério, devia andar com um letreiro ao pescoço a dizer "cuidado com o cão". Seria de esperar que alguém consumido por preguiça não teria energia para mais nada, mas não é bem assim. Como o Hulk que fica verde com a raiva, a mim acontece-me o mesmo mas em vez de mudar a tonalidade, destilo ofensas dignas de uma letra de rap. Tudo me irrita, a maneira das pessoas falarem, o tom de voz, a respiração, a forma como comem, como não percebem algo simples, tudo! A Marta diz que é a minha versão de TPM, mas mais irritante (questionável, mas como não quero problemas, não me vou alongar). Costumo fazer um esforço enorme para ser extremamente paciente, ainda que por dentro esteja a morrer com a vossa estupidez, mas nesta altura metade do filtro desaparece. Não sei explicar mas começo a arder, literalmente, e só vejo vermelho como um Touro (hey star sign). Não fosse o meu bom senso, já tinha uma lista de inimigos enorme ou ido parar ao hospital por me meter com a pessoa errada. Até ao dia!

'5. Transportes Públicos

Achavam mesmo que ia perder uma oportunidade de voltar a mencionar o meu (des)amor pelos transportes públicos? Se não estão familiarizados com os actos I, II e a edição especial de Verão do "Auto dos Transportes do Inferno", shame on you então esta é para vocês. Se, tal como eu, enfrentam o metro na hora de ponta, considerem-me um amigo. Só não vos abraço porque este calor não permite. Agora a sério, é impossível explicar o sentimento que nos consome quando a porta da carruagem se abre e nos deparamos com uma manada de pessoas no interior. É como se estivéssemos a caminhar para a morte. Em modo sardinha em lata, levamos com o suor, pisadelas e pior, odores indesejados de alguns sujeitos que parecem recusar-se a utilizar desodorizante. Isto para não falar da lentidão que se abate sobre toda a gente. Sim, também fico em modo vegetal mas... não no meio da rua! É como se estivéssemos num corredor interminável de qualquer centro comercial.


Gostam do Verão? Dão-se bem com as temperaturas elevadas?

sexta-feira, 24 de março de 2017

(+) 5 Factos Sobre Mim


#1. Detector de gravidezes

Parece que o meu faro de cão polícia vai muito além das propriedades olfactivas. A minha veia vidente é bastante activa, especialmente no que toca a desgraças ou o contrário, gravidezes (depende de que lado desta questão vocês se encontram). Até ao momento já adivinhei três, um feito que me deixou orgulhoso e igualmente assustado. Amigas, ou pessoas mais próximas, já temem o dia em que chegue ao pé delas e profira a frase "estás grávida, não estás?". Não vos consigo explicar como nem porquê, mas quando olho para as "sortudas" (ou não), é como se tivessem um sinal luminoso em cima da cabeça.

#2. Sou um sempre-em-pé

Foi só a mim que este sub-título soou um nadinha ordinário? Problemas de mentes perversas. Não, efectivamente o termo "sempre-em-pé" não se deve a conteúdo erótico nem pela forma robusta dos bonecos, mas pelo facto de estarem quase sempre na eminência de cair e se safarem. Em criança, era daqueles miúdos que tinha sempre nódoas negras nas pernas por estar constantemente a cair. Avançamos uns anos e apesar do índice de quedas ter diminuído (se bem que faz hoje duas semanas que me espatifei numas escadas rolantes), estou constantemente a desequilibrar-me. Sim, já sei que isso pode significar problemas de audição, mas já fiz exames e tenho ouvidos de tísico. Certo é que agora já nem estranham quando estou em pé, parado, e do nada tropeço em algo invisível. É isso e as probabilidades de me levantar e ir contra alguma coisa. Enfim, I'm clumsy.

#3. Combino a roupa exterior com a interior

Se há coisa que a moda deixou de ser é matchy-matchy, mas o Ricardinho foi ensinado pela mamã a combinar tudo e agora é complicado sair desse mind set. A mês e meio de completar 25 anos (dói-me imenso escrever isto), ainda mantenho o mesmo raciocínio lógico (discutível) de vestir meias e boxers nos mesmo tons que uma camisola, por exemplo. Acredito piamente que não sou o único a fazer isto, mas não deixa de ser um bocado absurdo. Ia dizer que se um dia me vissem com roupa interior a destoar da exterior é porque algo de errado se passava, mas tudo nessa frase é errado. 

#4. Ando sempre com uma moeda de 1 ou 5 cêntimos comigo

Não me recordo do momento preciso em que esta superstição começou, mas foi algures durante o período universitário. Seja na mochila ou no bolso do casaco, tenho o hábito de andar com uma moeda de 1 ou 5 cêntimos. Tornou-se numa espécie de talismã, não me perguntem porquê. Se trocar de mala e não tiver lá a maldita moeda, penso logo que me vai acontecer alguma coisa. Claro que é uma estupidez, mas fazer o quê.

#5. Em criança falava perfeitamente PT-BR

Não é segredo nenhum que sou apreciador das telenovelas, especialmente brasileiras. Os nossos irmãos do outro lado do oceano são os melhores nesta arte e por isso mesmo, habituei-me a vê-los desde criança. O certo é que este interesse que, na altura, me levava a acompanhar de três a quatro produções televisivas, me tornou fluente em português do Brasil falado. Digamos que se não me conhecessem e falasse com vocês pela primeira vez naquele registo, ficavam convencidos que não era português de gema. Infelizmente com o passar dos anos perdi esta habilidade, mas ainda utilizo algumas expressões como "cafajeste" por as considerar hilariantes.


Temos particularidades em comum? 

quarta-feira, 1 de março de 2017

5 Super-poderes que adorava ter


Esta publicação estava em gestação à tanto tempo que resolvi trazê-la ao mundo de uma vez por todas. Embora não seja o meu género cinematográfico ou televisivo de eleição, a verdade é que sempre me fascinou imenso a diversidade ficcional de "super-poderes" existentes. Confesso que ao longo dos anos foram muitos os minutos que perdi a imaginar-me com esta ou aquela habilidade sobre-humana. Elaborei uma pequena lista com cinco dos que considero essenciais. Também gostava, mas exclui a possibilidade de conseguir voar por ser o mais popular/óbvio de todos.

#1. Controlar o Tempo

Sem dúvida alguma que o poder que mais gostaria de ter é o controlo do tempo. Não, não me refiro a decidir se faz sol ou chuva, mas sim de parar, andar para a frente e para trás tudo e todos. Como sou uma pessoa responsável, juro que não ia utilizar as minhas habilidades para roubar. Por outro lado, imaginem estar no meio de uma discussão com um ser desprezível e fazer uma pequena pausa para lhe dar um estalo e depois voltar ao tempo real? Amazing. Sempre ouvi dizer que alterar o passado pode trazer consequências gravíssimas para o futuro, mas visto que era eu a controlá-lo, tinha muitas oportunidades de remediar qualquer incidente de percurso. Já pensaram que além de podermos antever situações, podíamos precaver ou reviver outras e claro, voltar a ver pessoas que já nos deixaram. Podem ter a certeza que uma das primeiras visitas era ao meu adorado Scooby. Miss you buddy.

#2. Telekinesis

Lá no topo das minhas escolhas está a telekinesis, isto é, a capacidade de manipular e controlar objectos com a mente, podendo levitar, mover, atirar ou até parti-los. Preparem-se para uma confissão vergonhosa. Devido a filmes e séries do género, quando era mais novo fazia sessões intensas de concentração para ver se conseguia mexer alguma coisa com a mente. Ás vezes ainda tento. Pronto, já disse. Riam-se à vontade, mas um dia hei de conseguir ha! NOT. Para uma pessoa preguiçosa como eu, este poder ia revelar-se uma valente ajuda. Estou na cama e queria a minha garrafa de água que está em cima da mesa. Não há problema. Numa questão de instantes, podia "chamá-la" até mim sem ter que sair do vale dos lençóis. Num contexto mais sério, poderia salvar imensas pessoas no caso de uma catástrofe e defender-me em caso de ataque. Já não ia precisar de utilizar o meu guarda-chuva como protecção.

#3. Invisibilidade

A lista de coisas que podia fazer com este super-poder é tão extensa que nem vale a pena perder muito tempo a explorá-la. Desde apanhar pessoas em flagrante (seja a falar mal de mim ou a cometer um crime), espiar ou simplesmente observar porque sim, ser invisível no sentido literal, é fantástico. O meu único medo era não conseguir voltar ao normal. Bem, se calhar um manto de invisibilidade como o do Harry Potter também servia, se bem que no Verão seria muito abafado e nada prático. Mas enfim, melhor que nada.

#4. Teletransporte

É preciso explicar? Penso que qualquer leitor das minhas odisseias pelo mundo dos transportes públicos (AQUI e AQUI) percebe o quão bom seria se nos pudéssemos materializar de um local para o outro. Além de poupar IMENSO dinheiro, acabavam-se os metros em modo sardinha em lata, com pessoas repugnantes a roçarem-se em nós, a tossirem sem a mão à frente e outras javardices que lhes são características. Terminavam os atrasos, além de poupar muito mas muito tempo  saio todos os dias do trabalho por volta das 18h15 e segue-se uma longa viagem até à margem sul  e conseguir ter uma vida pós-horário laboral, podia visitar o mundo inteiro. Neste prisma tinham que existir regras. Ao fim ao cabo, também não queria que alguém aparecesse no meio do meu quarto do nada, hell no. Desde que existisse uma espécie de permissão para a "visita", tudo controlado. Tinha dado imenso jeito neste ano que passei longe da minha namorada. Apetecia-me vê-la em Madrid, dava lá um saltinho, literalmente, e ainda voltava a tempo de jantar em casa. Ah, quem me dera!

#5. Telepatia

Devem ter percebido que tenho uma certa obsessão com os poderes da mente. Não tenho culpa que sejam os mais interessantes e eficazes. A telepatia é provavelmente das habilidades mais completas de sempre. Para quem não está familiarizado, primeiramente, é a capacidade de ler pensamentos de outros ou comunicar-se mentalmente com eles. Também permite alterar a percepção dos outros em relação a nós, nomeadamente, o aspecto físico; curar traumas, ao apagar memórias terríveis, e claro, controlo/possessão mental. Antes que questionem o meu sentido de moralidade, vão dizer que não era óptimo poder travar alguém como o Trump? Bem me parecia.


Se pudessem, que super-poderes gostavam de ter? Temos algum em comum?

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...