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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Séries ⤫ Welcome to the Family #4


A televisão voltou, oficialmente, aos seus dias de glória. A lista de actores norte-americanos que trocou os sets cinematográficos pelos televisivos aumenta a olhos vistos. Os motivos prendem-se, essencialmente, ao facto de existirem papéis mais ricos e variados, especialmente para mulheres a cima dos 40 anos, e narrativas inteligentes e criativas.

Longe estão os dias em que as pessoas preferiam ver um filme a uma série. Há distância de um comando ou de um clique no computador, a pessoa nem precisa levantar o rabo do sofá para desfrutar de um catálogo enorme e variado de séries. Não é por acaso que os tv shows com 1h de duração começam a tornar-se cada vez mais comuns.

Anunciados os finais de oito das séries que acompanho (por enquanto) - Penny Dreadful, Orphan Black, GIRLS, Bates Motel, The Strain, Pretty Little Liars, Teen Wolf e The Vampire Diaries -, felizmente o mercado não pára e tenho 10 substitutos. Se ainda não fizeram as contas... sim, vejo um total de 69 séries - isto sem contar com reality shows como "Project Runaway", "The X Factor (UK)" ou "The Biggest Loser (US)", se não já íamos a caminho dos 80.

Apesar de já ter terminado Stranger Things, no último capítulo desta rubrica (AQUI), surge agora com a respectiva crítica. Das restantes aquisições, só uma conta com mais do que uma season. Todas as classificações atribuídas a produções com apenas alguns episódios emitidos estão sujeitas a alterações até ao final oficial da temporada. Ou seja, Westworld, por exemplo, tem 8/10 mas poderá subir ou descer consoante o "apanhado geral".

Como entretanto já tenho outra para acrescentar à colecção, e que ficará para o próximo volume, o melhor é passarmos à apresentação, aleatória, dos novos membros da família.


#1. Stranger Things
NOTA: 9/10 | TRAILER: AQUI

SINOPSE: Numa noite aparentemente normal, depois de passar o dia a jogar com os amigos, Will Beyers desaparece a caminho de casa. Na manhã seguinte, os seus companheiros vão procurá-lo na floresta perto de casa deles e encontram Eleven, uma rapariga com habilidades no mínimo peculiares. Enquanto a família e polícia tentam encontrar respostas, todos os intervenientes acabam por mergulhar num extraordinário mistério que envolve experiências secretas do governo e forças sobrenaturais.

OPINIÃO: Não me queria precipitar mas o entusiasmo é mais forte. Stranger Things é a melhor série do ano. Situada no início dos anos 80, os mais nostálgicos vão entrar em coma visual. Como é hábito em produções originais da Netflix, tecnicamente, a série é perfeita. Além de uma boa ambientação e inúmeras referências à pop culture da década em questão (destaque evidente para E.T. e Alien), é impossível não ser transportado de volta ao passado, mesmo que nunca o tenham vivido, como é o meu caso. O espectador é levado numa aventura sci-fi com homenagens aos Stephens, King e Spielberg. Além da componente estética, a banda sonora também funciona bem, ainda que um pouco cliché, mas bem executada ao surgir discretamente em momentos apropriados. O núcleo de actores parece ter sido escolhido a dedo. Tanto os mais novos como os veteranos como a brilhante Winona Ryder, deram a uma narrativa já de si interessante, a densidade necessária às suas personagens tão complexas. Com apenas 8 episódios, não percam mais tempo e devorem a primeira temporada.


#2. Exorcist
NOTA: 8/10 | TRAILER: AQUI

SINOPSE: À primeira vista, a família Rance é igual a tantas outras mas nem tudo é o que parece. A matriarca, Angela, começa a suspeitar que existe algo na casa. Com o passar do tempo, fica convencida que a uma das suas filhas está possuída por um demónio. Desesperada, implora por ajuda ao Padre da paróquia, Thomas.

OPINIÃO: 40 anos após o seu lançamento em 1973, The Exorcist, segue como um clássico do cinema norte-americano e um dos poucos filmes de terror premiados com pela academia (com 10 nomeações, incluindo "Melhor Filme" e "Melhor Director", venceu o Óscar nas categorias de "Argumento Adaptado" e "Som"). Investidos em capitalizar até à exaustão a história de sucesso de William Peter Blatty, a adaptação televisiva não traz propriamente nada de novo ao género, mas mantém-se fiel à atmosfera tensa e assustadora do original. Apesar da série recorrer a alguns jump scares aka sustos fáceis, é inegável o terror puro de algumas cenas. O território que Outcast tentou replicar mas fracassou, aqui foi uma aposta vencedora. As interpretações dos actores são um dos pontos positivos, especialmente da icónica Geena Davis e da jovem Hannah Kasulka.


#3. UnREAL
NOTA: 8/10 | TRAILER: AQUI

SINOPSE: UnREAL retrata os bastidores do programa "Everlasting", onde um solteirão pretende encontrar a sua futura esposa. É aqui que conhecemos Rachel, uma das produtoras que, após sofrer um ataque psicótico volta ao trabalho. Subordinada de Quinn, a directora e braço direito de Chet, o criador do formato, o seu trabalho consiste em manipular os participantes para conseguir as melhores filmagens possíveis custe o que custar.

OPINIÃO: Nunca me vou perdoar por não ter acompanhado a primeira temporada de UnREAL quando começou. É tão, mas tão boa que garanto-vos que ocuparia um lugar no meu top 10 do ano passado. Falem mal dos reality shows mas a verdade é que muitas pessoas os vêem, nem que sejam aqueles que referi no início da publicação. É precisamente esse mundo venenoso e de ilusões que esta série retrata. Não só acabamos investidos nos produtores para que exponham as concorrentes ao máximo, como damos por nós a torcer para que algumas delas se mantenham na competição, exactamente como se estivéssemos a acompanhar uma temporada real de "Everlasting". Esta capacidade de transportar o espectador para dentro da acção, sem sequer se aperceber, é simplesmente genial. Dominado pelo elenco feminino, UnREAL tem várias personagens cativantes. A dinâmica amor-ódio entre a anti-heroína Rachel (Shiri Appleby) e terrivelmente fantástica Quinn (Constance Zimmer) é, sem dúvida, um dos pontos mais fortes da trama.


#4. Westworld
NOTA: 8/10 | TRAILER: AQUI

SINOPSE: Westworld conta a história de um parque temático futurista que simula o ambiente do Velho Oeste norte-americano. A diferença é que os habitantes são robôs com inteligência artificial. O desejo de humanizar cada vez mais as suas criações, leva a que uma actualização por parte do Dr. Robert Ford, origine um glitch no sistema de alguns modelos, tornando-os uma ameaça para os visitantes.

OPINIÃO: Baseada no filme homónimo de 1973, Westworld é descrita pela HBO como "uma odisseia obscura sobre a aurora da consciência artificial e evolução do pecado", explorando um mundo onde todos os desejos humanos, até os mais macabros, são tolerados. Apontada como a grande sucessora de Game of Thrones  basta verem o genérico e percebem logo as semelhanças , o episódio-piloto já entrou para a história como um dos mais caros de sempre, superando a terra dos dragões. Com o elenco mais rico da tv americana (Anthony Hopkins, Evan Rachel Wood, Ed Harris, James Marsden, Thandie Newton, Jeffrey Wright, entre outros), esta espécie de Disneyland para adultos milionários deixa-nos com os ânimos à flor da pele. Com apenas três episódios no ar, o meu veredicto é bastante positivo. A narrativa é provocadora e bastante ambiciosa, não se resume a superficialidades. As interacções pessoais entre humanos e máquinas são tão profundas e complexas que só comprova a ideia de que o futurismo e classicismo podem coexistir de forma natural.


#5. Divorce
NOTA: 7/10 | TRAILER: AQUI

SINOPSE: Casada há 17 anos, Frances resolve colocar um ponto final na relação depois de ver uma das suas melhores amigas apontar uma arma ao marido que detesta. Decidida a ficar com o amante, Frances acaba por ser rejeitada, decidindo repensar a separação. O problema é que o marido descobre a traição e toma a decisão por ela.

OPINIÃO: Divorce segue as pisadas de produções como Transparent e Orange is the New Black, ao combinar comédia + drama enquanto acompanhamos os altos e baixos do processo de separação dos protagonistas. Dito isto, temo que o público a considere demasiado "real". Posso estar enganado, mas as pessoas procuram na televisão um escape às suas angústias, portanto é bom que comecem a introduzir momentos de puro riso. Como ainda não vi o segundo capítulo (emitido ontem nos EUA), a minha opinião baseia única e exclusivamente no episódio piloto, sendo por isso, bastante superficial. Confesso que não consigo olhar para a Sarah Jessica Parker sem pensar imediatamente na Carrie Bradshaw, e talvez por isso, ainda não a consigo levar a sério no papel de Frances mas acredito que isso vá mudar.


#6. Better Things
NOTA: 7/10 | TRAILER: AQUI

SINOPSE: Better Things retrata a rotina de uma actriz de Hollywood, Sam, enquanto lida com os obstáculos de criar três filhas como mãe solteira e manter-se relevante na profissão. 

OPINIÃO: Não é fácil transcrever ou representar a realidade de forma a que pareça, efectivamente, real. Contudo, quando é feito da maneira correcta, é um autêntico espectáculo merecedor da nossa atenção. Better Things é isso mesmo, uma comédia semi-autobiográfica produzida e assinada por Pamela Adlon e Louis C.K. Adlon afimou em entrevistas que a série é sobre a sua experiência pessoal na criação das suas filhas. Segundo a protagonista, a intenção é revelar o lado mais honesto do meio artístico. Sinceramente não me recordo o que me fez começar a ver este tv show mas ainda bem que o fiz! Os conflitos geracionais recordam-me tantas situações vividas por mim ou amigos que é impossível não nos rirmos da nossa própria estupidez. Os episódios de 20 minutos passam a correr e a abertura é simultaneamente viciante e comovente.


#7. Luke Cage
NOTA: 8/10 | TRAILER: AQUI

SINOPSE: Luke Cage foi preso por um crime que não cometeu. Na prisão, é sujeito a uma experiência sabotada que lhe dá super-força e resistência. Após escapar, os seus planos de viver uma vida comum são interrompidos devido à criminalidade e corrupção nas ruas de Harlem.

OPINIÃO: Se há coisa em que a Marvel acertou foi em colaborar com a Netflix. Daredevil e Jessica Jones conseguiram o selo de aprovação da crítica e do público, solidificando-se como duas das melhores séries de super-heróis da actualidade. Agora chegou a vez de Luke Cage. Apesar de não superar as outras duas, é igualmente aterradora. Contrariamente ao Mathew Murdock que foi movido pelo desejo de varrer o mal das ruas e à Jessica que se envolve numa missão pessoal, a única ambição de Luke é ser um homem normal. Não gosta daquilo em que foi transformado e do que já sofreu por isso. O bairro de Harlem é por si só uma espécie de personagem principal. Diferente do que estamos habituados, o clima das ruas parece pertencer a um universo alheio ao cliché do filtro escuro das outras produções do género. Faltando alguns episódios para terminar a temporada, posso dizer que Luke Cage é uma ode à cultura negra. Esta afirmação não se prende ao facto de praticamente a totalidade do elenco ser afro-americano, mas sim pelo uso de inúmeras referências, expressões dialéticas e até mesmo banda sonora (magnífica), que nos envolve. A história central envolve tráfico, corrupção e guerra de gangues com uma vertente policial bastante activa, cujo objectivo não é chocar mas criticar e reflectir.

#8. This Is Us
NOTA: 7/10 | TRAILER: AQUI

SINOPSE: This Is Us segue um grupo de pessoas cujos caminhos se cruzam, fazendo com que as suas histórias se entrelacem de maneiras deveras curiosas. Vários deles partilham a mesma data de nascimento e muito mais do que possamos imaginar...

OPINIÃO: Peço desculpa pela sinopse deplorável mas é impossível descrever o enredo sem desvendar uma grande peça desta puzzle - se já viram sabem do que estou a falar. This Is Us foi provavelmente a produção televisiva mais badalada dos últimos meses. Tanto é que o trailer oficial superou 70 milhões de visualizações só numa semana. Aqui entre nós, não compreendo tanto alarido. Existe uma clara construção da história com o objectivo de comover o público através de situações tanto sérias como triviais. Nesse campo, superaram largamente o plano. Embora não seja uma obra-prima, é daquelas séries que nos faz soltar um "aww" de tão melosa que é. Um dos factores positivos é optarem por uma narrativa simples, sensível e sem exageros à la Grey's Anatomy (que adoro, diga-se de passagem). Aproveitando a polémica do racismo/sexismo em Hollywood, os produtores caíram nas graças do mundo por criarem um elenco bastante diversificado. Tirando dois ou três casos pontuais, não é comum ver uma actriz plus size protagonizar uma série. Aplaudo de pé o facto da "Kate" não ser uma personagem bastante complexa e nada unidimensional.


#9. Casual
NOTA: 7/10 | TRAILER: AQUI

SINOPSE: Uma família disfuncional volta a viver debaixo do mesmo tecto. Alex, solteiro, e a sua irmã recém-divorciada, Valerie, mergulham no mundo dos relacionamentos ao mesmo tempo que tentam criar Laura, a filha adolescente e de Valerie.

OPINIÃO: Casual é daquelas séries que precisa ser consumida de seguida. Assisti às duas temporadas, separadamente, de uma assentada e sem dúvida que a história vai melhorando ao longo dos episódios. O início não é fácil, não nos prende necessariamente à acção ou personagens, mas com o avançar da trama, vamos ficando vidrados naquele trio familiar extremamente complexo. Classificada como dramedy, é mais sarcástica que cómica, mas tem observações absolutamente certeiras sobre as expectativas geradas sobre o amor e as suas idealizações. A grande estrela do show é a Michaela Watkins que desempenha uma Valerie inteligente mas extremamente humana, onde acessos de loucura não faltam.


#10. The Good Place
NOTA: 6/10 | TRAILER: AQUI

SINOPSE: Ao chegar ao céu, Eleanor apercebe-se de algo terrível, está no local errado. Graças a um erro no sistema que a trocou com outra pessoa do mesmo nome, a jovem vai ter que fazer tudo por tudo para não ser descoberta e ir parar ao inferno. Para isso, vai contar com o apoio de Michael, a suposta alma-gémea, que a vai ajudar a tornar-se numa pessoa melhor.

OPINIÃO: Pela premissa perceberam que a história é tudo menos séria, mas ao menos prima pela criatividade. Ainda que o tema e algumas das personagens sejam um pouco... ridículas, a decisão de colocar a Kristen Bell como protagonista foi certeira. É impossível não gostarmos da sua Eleanor, mesmo sabendo que ela era uma terrível pessoa. The Good Place é um daqueles casos raros de humor inteligente com momentos mais emotivos que nos fazem derreter o coração. As actuações são dignas mas ainda não consegui levar a narrativa a sério. A boa notícia é que ainda tenho o resto da season para mudar de opinião.


Acompanham alguma das 10 séries? Ficaram curiosos com alguma?

11 comentários:

  1. Comecei à pouco a ver The Strain, não está má mas ainda não me prendeu muito.

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  2. Não é nada fácil comentar estes posts. É muita coisa! Por isso, vou tentar ser simples.
    Para começar, já vi Stranger Things e adorei. Se não te lembrares do que escrevi sobre ela, na altura, LEMBRASSES. haha (Foi quando assumi que não gostava do Alien.)
    Exorcist e WestWorld não me chamam a atenção, sequer. Vejo constantemente a segunda a ser mencionada, mas não há curiosidade.
    Gosto imenso de UnREAL. Desprezo a Rachel, mas amo a Shiri. Que papelão que ela faz. A senhora merecia imenso ter sido nomeada para um Emmy, como aconteceu com a Constance (que também já te disse, noutra altura, que venero - sempre que a vejo noutras séries, quase dou pulinhos).
    Divorce também não me chamou a atenção. E preferi nem ler o que escreveste, para não mudar de ideias. (Tem de ser! xD)
    Comecei a ver Better Things e não vou dizer que não gostei, mas senti a necessidade de a abandonar. Já tenho imensas a ocupar-me tempo. No entanto, Casual está na minha lista, para espreitar. haha Haja coerência!
    Por This is Us é amor. Eu preciso daquele tipo de fofice na minha vida. Não vejo mais nenhuma do género e esta enche-me as medidas por completo. Adoro os actores, principalmente o Sterling K. Brown (conquistou-me mesmo com ACS).
    Estou, neste momento, a ver Luke Cage e faço das tuas as minhas palavras. Subscrevo tudinho, tudinho! :) Estava desanimada, porque tinha lido que estava fraquinha, mas não estou a concordar nada com isso.
    Finalmente, The Good Place. Ai, eu rio-me tanto com algumas coisas. A piada do Colombo, a perfeição da Beyoncé... Por acaso, foi uma boa surpresa, porque não dava nada por ela, antes de começar a ver. Se não fosse a Kristen, se calhar, nem começava. Mas ainda bem que o fiz, porque estou a adorar.

    Pronto, vou ficar-me por aqui. Um aplauso às séries! Não há passatempo melhor, para mim. ^^
    E obrigada pelas tuas reviews. Normalmente, não me estás a dar novidades, mas adoro ler a tua opinião. :D

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  3. Não vejo nenhuma das séries que apresentas MAS, a única que estou MUITO curiosa para ver é a do Luke Cage!
    E sei que, assim que começar a ver vou desaparecer para o mundo... Tal como aconteceu com agents of shield lol

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  4. A semana passada queria começar uma série nova, mas não sabia qual. Ainda bem que desisti de escolher uma porque tu acabaste de tornar essa escolha mais fácil :p

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  5. As séries que eu mais gostei nos últimos tempos não passaram da primeira temporada como Melrose Place, Camelot e Flashforward. Depois dessas fiquei fã de Once Upon a Time e Revenge. Passei para House of Cards e agora estou numa onda de Game of Thrones. Ultimamente só consigo ver uma série de cada vez. Quando não estou a ver Game of Thrones tenho a televisão ligada na FOX, por exemplo, e vejo Hawai Five-O que adoro.

    Cátia ∫ Meraki

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  6. Sem dúvida que Westworld será a próxima série que irei ver.

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  7. Quero muito começar a ver Stranger Things, mas estou um pouco preocupada com a quantidade de séries que vejo. Acho que já é patológico! :p

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  8. Concordo 100% contigo, Stranger Things é a melhor série do ano. Eu quando li a sinopse não dava nada por ela, pensei que seria mas uma série passada nos anos 80, mas bastou-me o 1º episódio para contrariar tudo o que pensei. A produção é óptima, retrata tão bem o ambiente vivido na década de 80, da qual tenho poucas lembranças, pois nasci no final da década.
    Fiquei interessado em Exorcist, gosto da temática e ter a Geena Davis no elenco, já é motivo para ver. Unreal, Westworld e Luke Cage já estão na minha lista, mas primeiro tenho de terminar de ver outras. A única que não desperta-me interesse é Divorce.

    Linha Reta | Facebook | Instagram | Twitter

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  9. Ensina-me a ver tantas séries ao mesmo tempo!!! É de génio, juro!
    Sempre que venho aqui, dou-me com conteúdos mega interessantes e as tuas opiniões ajudam sempre na hora de decisão! De todas as séries, comecei a ver "Stranger Things", mas ainda não a terminei. Contudo, fiquei bastante curiosa com algumas das produções que aqui tens! E, uma vez mais, a minha watchlist vai engordar ahahah.
    Beijinhos!

    A Vida de Lyne

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Eventuais questões serão respondidas aqui, na respectiva publicação.

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