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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Sound the Alarm ⤫ Álbuns a ouvir #18


1. Shura | Nothing's Real
MUST LISTEN: 2SHY | TOUCH | WHAT'S IT GONNA BE?
Após conquistar a crítica com o brilhante single "Touch", Shura não se deixou abalar pela pressão e criou um disco de estreia brilhante. Nothing's Real é tudo aquilo que eu precisava neste momento, música à la anos 80, simultaneamente bem-disposta e chilled, com um enorme sentimento nostálgico. Podemos dizer que segue a mesma linha criativa do pop-alternativo do momento  leia-se, Days Are Gone das Haim, E•MO•TION da Carly Rae Jepsen, e até a "Everything is Embarrassing" da Sky Ferreira , mas mais polida. A voz suave da jovem inglesa juntamente com os seus depoimentos genuínos demonstram que não é preciso a mensagem ser demasiado complexa para tocar o coração de uma multidão. 




2. Anoraak | Figure
MUST LISTEN: WE LOST (ft. SLOW SHIVER) | FIGURE | ODDS ARE GOOD
Em 2011 não ganhei apenas um filme favorito com Drive, também fui apresentado a uma nova corrente de artistas do mundo electrónico. Anoraak (aka Frédéric Rivière), foi um deles. Mantendo-se fiel ao seu estilo, o músico francês presenteou-nos com a banda sonora ideal para este Verão. Só tem um defeito, serem apenas quatro faixas e um remix. Figure é um EP pequeno em quantidade mas grande em conteúdo. Por entre batidas synthpop e melodias hipnotizantes é impossível ficar indiferente a tamanha genialidade.


3. Gnash | Us
MUST LISTEN:  I HATE U, I LOVE U (Ft. Olivia Brien) | RUMORS (Ft. Mark Johns) | U JUST CAN'T BE REPLACED (Ft. Rosabeales)
Se vos perguntar quem é o Gnash provavelmente vão pensar que é o nome de uma personagem de um desenho animado, mas aposto que já devem ter ouvido a canção "I Hate U, I Love U". Na sequência dos EP's U e Me lançados no ano passado, chega-nos a última peça do puzzle, Us. Num registo mais radio friendly, o jovem produtor de Los Angeles prova o porquê de ser apontado como um dos nomes promissores da indústria musical. Aos 23 anos, Gnash leva-nos numa viagem pessoal pelos altos e baixos da vida até alcançarmos o amor próprio. Apoiado de um leque de colaborações bem conseguidas  Buddy, Goody Grace, Mark Johns, Liphemra, Wrenn, Quin e Rosabeales  a combinação minimalista de R&B com alternativo, é estranhamente perfeita.


4. Hana | Hana
MUST LISTEN:  UNDERWATER | CLAY | WHITE

Tropecei acidentalmente no EP Hana e foi das melhores coincidências dos últimos tempos. O trabalho homónimo composto por cinco faixas é minimalista mas eficaz. Etérea ou até mesmo mística, o único senão desta colectânea é a pouca variedade sonora. Se não forem fãs da canção de abertura, provavelmente não vão achar piada ao resto. Felizmente, não pertenço a esse grupo. Com uma dualidade vocal fascinante que lhe permite cantar de forma suave e igualmente poderosa, o potencial de Hana é enorme. Agora só nos resta esperar por um álbum de estúdio ou novos EP's.

OUTROS ÁLBUNS A OUVIR (AQUI)

Já ouviram algum dos quatro álbuns? Qual é o vosso favorito?

6 comentários:

  1. A última música é linda, excelente selecção! :)

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  2. Nunca sequer tinha ouvido falar de nenhum dos artistas. Que vergonha! Vou tratar de os conhecer.

    Já agora, o meu sentimento pelo Drive é muito parecido com o meu sentimento pelo Alien. Haha Deve ser por não estar familiarizada com muitos aspectos a que dás importância. Achei tãaaao enfadonho.

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  3. OBRIGADO! Fiquei apaixonada pelas primeiras músicas.
    Esta tua rubrica é do caneco!
    (não conhecia nenhum!)

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  4. Não conheço nenhum destes artistas, mas terei o cuidado de pesquisar acerca deles! :P

    A Vida de Lyne

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  5. Não conhecia nenhum dos artistas, mas fiquei agrada com algum do seu trabalho. Gostei especialmente da Shura. E apesar de considerar que a artista é consideravelmente diferente das HAIM, vejo bem o que quiseste dizer com fazerem parte do mesmo género. Eu diria que as HAIM são uma versão mais "bruta" do género (especialmente pelas vozes rocas das irmãs, que eu simplesmente adoro), enquanto que a Shuma é mais "polida" como disseste (especialmente pelo contrário ter uma voz mais doce e suave). Gostei muito da "What's It Gonna Be" e gostei ainda mais do video clip.

    Apesar de gostar da parte instrumental das três músicas que apresentaste do Anoraak, a sua voz não me convenceu por completo (embora seja única e agradável de se ouvir). E tenho de concordo contigo que os géneros alternativo e R&B misturam-se muiot bem. Aliás, eu até acho que se conseguem criar brilhantes obras de arte misturando vários géneros musicais. Penso que é uma boa aposta para futuros artistas. E de salientar que adorei a voz da Olivia Brien em "I Hate U, I Love U". E com estes teus posts (e com artistas que vou descobrindo) cada vez tenho mais a certeza que tenho uma "panca" pela parte instrumental das músicas; acho que é quase sempre a primeira coisa em que os meus ouvidos reparam.

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