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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

TGW Presents: Top 10 TV Shows of 2O15


Compilar uma lista com as melhores séries do ano é sempre uma tarefa ingrata, especialmente para quem acompanha "tantas" (discutível) como eu. Não sei o que se passa ultimamente, mas tenho a sensação que os tv shows são como os cogumelos, estão sempre a aparecer.

Das 47 que vejo, optei por me limitar a um TOP 10, escolhendo apenas uma pequena fracção de todas as produções que gostaria de incluir. Se as vossas favoritas não forem referidas ao longo desta publicação, é provável que nunca as tenha visto  como é o caso de "House of Cards", "Hannibal", "Arrow" e por aí fora.

Analisando muito resumida e superficialmente, "Game of Thrones", "The Walking Dead" e "Orange Is The New Black— três das minhas predilectas — ofereceram mais do mesmo, "Empire" perdeu completamente a magia da primeira temporada, e como uma barata no fim do mundo, "Supernatural" infelizmente ainda sobrevive. Quanto a "True Detective", é melhor nem falar da porcaria em que transformaram uma das melhores séries dos últimos tempos. Ainda assim, nem tudo é negativo. "How To Get Away With Murder" manteve o praticamente o nível elevado da primeira season, se bem que ainda continua demasiado irrealista, correndo o risco de se tornar numa novela, e o trio "Orphan Black", "Homeland" e "Penny Dreadful" receberam uma injecção de adrenalina que as trouxe de volta à vida.

Detesto escrever sinopses e pior ainda quando tenho que o fazer para séries com mais de uma temporada. Nunca sei ao certo o que revelar ou não, portanto se for esse o caso, atenção a potenciais spoilers.

MENÇÕES HONROSAS: FEAR THE WALKING DEAD | INSIDE AMY SCHUMER | HOMELAND | GAME OF THRONES | BOB'S BURGUERS | SENSE8


.10.. Orphan Black, Season 3
NOTA: 8/10 | TRAILER: AQUI

Capturada e presa no meio do deserto pelos clones masculinos, a única hipótese de salvação de Helena é Sarah, que mal descobre o paradeiro da irmã, vai ao seu encontro para ajudá-la a escapar. Simultaneamente ficamos a saber mais sobre o Castor Project, a Cosima lida com uma doença inesperada e a Alison envolve-se com traficantes de drogas enquanto concorre para um cargo do conselho administrativo na escola dos seus filhos adoptivos.

Por muito que goste incondicionalmente de "Orphan Black", há que admitir que depois da primeira temporada — aclamada pela crítica, a segunda deixou muito a desejar. A série preferiu perder-se na mitologia do que continuar no ponto forte que é a interpretação fenomenal da Tatiana Maslany como protagonista e metade das restantes personagens secundárias. Porém, redimiram-se na terceira season, voltando ao às raízes. Conhecemos novos clones, temos momentos incríveis da Helena, e uma narrativa mais coesa, que se concentra mais nas personagens e a sua jornada. Estou bastante curioso com os próximos desenvolvimentos da trama.


..9.. Broadchurch, Season 2
NOTA: 9/10 | TRAILER: AQUI

Na primeira temporada conhecemos o drama vivido por uma família cujo filho mais novo é encontrado morto. Durante a investigação descobrem-se segredos dos habitantes da pequena cidade de Broadchurch, e no final a identidade do assassino é revelada. A segunda temporada foca-se no julgamento do culpado, enquanto o detective Alec tem que lidar com um antigo caso policial com a ajuda da sua perceira Ellie.

Os primeiros oito episódios deste drama britânico deixaram-me praticamente sem unhas. A história estava escrita de tal maneira que a cada episódio pensamos que o assassino é uma pessoa diferente. Infelizmente o mistério que me conquistou no início, não foi aproveitado para a segunda parte da trama, e aquela que no ano passado levou o prémio de "Melhor Série de 2014" na minha lista, caiu para a nona posição.

O facto de haver um julgamento e de como isso afecta a família da vítima é algo que raramente vemos em outras séries policiais, tornando-se na mais-valia desta season. Especialmente porque o guião aproveita para rever todos os detalhes da investigação que já conhecíamos, mas sob um olhar mais analítico e assertivo, menos emocional e mais cínico do júri. "Broadchurch" passa a ser uma série de tribunal, dividindo a narrativa e deixando a componente investigativa para segundo plano. O caso "novo" não teve a força do anterior, sendo bastante evidente a culpa dos implicados. Continuo expectante quanto aos próximos capítulos, esperando apenas que sigam por um caminho menos óbvio e mais coerente, mas mantendo o foco no impecável núcleo de protagonistas, e a estética visual que tanto me agrada.


..8.. Please Like Me, Season 3
NOTA: 8/10 | TRAILER: AQUI

A terceira temporada de "Please Like Me" continua a seguir a vida e peripécias do desajeitado Josh. Agora numa relação, aparentemente, estável com o extremamente nervoso e vegetariano Arnold, ele surpreende-se ao perceber que a sua vida dava uma comédia romântica. A ex-namorada e melhor amiga Claire está de volta e vai precisar da sua ajuda para lidar com uma situação difícil.

A descoberta desta comédia australiana escrita e protagonizada por Josh Thomas foi uma das melhores descobertas que podia ter feito. Há três anos que acompanho as relações amorosas e familiares desastrosas do jovem cozinheiro e não não me canso. Um dos pontos positivos da série é o facto de não perder tempo com a "negação" dos pais, eles aceitam a homossexualidade do filho sem qualquer problema. A série é bastante intimista e de tal modo realista que parece que pertencemos ao grupo de amigos em cena. Ninguém é perfeito, todas as personagens tem lados bons e maus, vitórias e fracassos. Temas como sexo, drogas, depressão e aborto são abordados, mostrando que nem todas as pessoas têm finais felizes. Quanto ao elenco só posso escrever elogios. As interpretações são óptimas, os timings são perfeitos e até mesmo o trabalho de edição é a cima da média.


..7.. The Fall, Season 2
NOTA: 8/10 | TRAILER: AQUI

Na segunda temporada continuamos a seguir as investigações da detective Stella Gibson, que investiga os crimes, contra jovens morenas, que têm sido cometido por um serial killer na região de Belfast, na Irlanda.

Logo no primeiro episódio da primeira temporada ficamos a conhecer a identidade do assassino: Paul Spector (Jamie Dornan), um homem casado e com uma filha pequena, que não consegue controlar o seu desejo de estrangular mulheres, chegando a envolver-se com uma adolescente nesta continuação da história. Apesar das duas seasons contarem com um total de 11 episódios, o ritmo da narrativa é consegue ser um pouco lento (não me incomoda minimamente). Depressa se percebe que não existe nenhuma urgência no guião para que o espectador veja mortes ou a captura de Paul.

Os diálogos são cuidados, inteligentes, e unidos à atmosfera sombria e gélida de uma Irlanda do Norte pobre e violenta, criam um pano de fundo dramático perfeito para a trama. Com a passagem de temporadas temos uma continuação directa da história. Nada muda, não surgem personagens novas e não existem saltos temporais. A única alteração mais evidente é na vida de Spector que agora terá que corrigir erros do passado, como ter deixado a sua última vítima sobreviver. Com Stella cada vez mais próxima de conectá-lo aos crimes, é uma questão de tempo até que seja apanhado.


..6.. Penny Dreadful, Season 2
NOTA: 8/10 | TRAILER: AQUI

Evelyn Poole, conhecida como Madame Kali, é secretamente a líder de um poderoso clã de bruxas, as Nightcomers. A mando do demónio de quem serve e adora, tenta capturar Vanessa Ives, que se começa a revelar de tamanha importância para os planos da entidade maligna. Consequentemente, Ethan Chandler torna-se numa espécie de protector de Vanessa, tornando-se num alvo a abater pela vilã, assim como Sir Malcom Murray, que acaba seduzido por ela.

Confesso que algures no decorrer da primeira temporada considerei deixar de acompanhar este drama sobrenatural britânico. Ao terceiro episódio da segunda season tudo mudou. A história tomou uma volta inesperada ao introduzir um sub-enredo, em modo flashback, protagonizado pela Eva Green e a fantástica Patti LuPone. Fiquei de tal maneira impressionado que não só subi um ponto na classificação geral da série (algo que por norma não gosto de fazer), como subiu disparada para a sexta posição na lista das melhores de 2015. Trocarem os vampiros pelas bruxas foi a melhor decisão que podiam ter tomado. Repleta de cenas pesadas, mais próximas do terror, e boas reviravoltas, a final deixou bons cliffhangers para a continuação da trama, prevista para Maio deste ano.



..5.. Transparent, Season 2
NOTA: 8/10 | TRAILER: AQUI

Uma família judia com sérios problemas de comunicação tem a vida virada do avesso quando o pai revela ser transsexual. Maura, tenta manter os três filhos já adultos, Ali, Sarah e Josh, unidos e fazer com que eles aceitem quem ela sempre foi, independentemente de ter demorado para assumir a sua verdadeira identidade de género.

Com dois Globos de Ouro na categoria de comédia no currículo, temi que a segunda temporada não conseguisse acompanhar o sucesso da anterior. As minhas suspeitas não se confirmaram. Tal como na primeira season, os flashbacks voltam a dominar a narrativa, mas em vez de se limitarem a analisar a história de Mort, vão explorar mais a fundo as origens dos Pfeffermans e o trauma que se encontra enraizado no seu ADN, oferecendo uma visão maior sobre as injustiças de que a comunidade LGBT tem sido alvo. Desta vez os três filhos ocupam o mesmo tempo de antena, se não mais, que o mopa deles, mas felizmente a série não sofreu com esta partilha de protagonismo.


..4.. Daredevil, Season 1
NOTA: 8/10 | TRAILER: AQUI

Quando era criança, Matt Murdock, ficou cego como consequência de um acidente com um veículo que transportava químicos. Agora, em adulto, vive uma vida dupla: durante o dia é advogado na sua firma criada em parceria com o melhor amigo, e à noite usa os seus sentidos apurados para combater o crime no bairro de Hell's Kitchen em New York.

Uma das minhas obsessões iniciais do ano passado. Não há como negar, a febre dos vampiros foi substituída por uma nova epidemia, a dos super-heróis. Para meu agrado, esta série cumpriu com o prometido: destacou-se pela diferença de outras produções do mesmo género, sendo mais adulta, mais violenta e com menos romance. Digamos que seguindo uma linha conceptual obscura, não contem com enredos superficiais para serem acompanhados com pipocas. Charlie Cox brilhou no papel de Murdock. Ele é claramente um homem fechado e complexo, mas nunca irritante ou deprimente. É apenas um ser humano, não usa engenhocas ou tem super-poderes, simplesmente tem os sentidos mais apurados que o normal. Os fãs de cenas de luta vão ficar deliciados com "Daredevil".


..3.. Jessica Jones, Season 1
NOTA: 9/10 | TRAILER: AQUI

Jessica Jones acompanha a personagem título, uma super-heroína reformada que sofre de stress pós-traumático devido a acontecimentos trágicos do seu passado. Ela passa a usar os seus dons para trabalhar como detective particular, e quando é contratada para encontrar uma estudante desaparecida, as suas investigações levam-lhe até ao homem que quase destruiu a sua vida.

Quando redigi a minha detalhada review (AQUI) sobre esta nova adição da família Netflix+Marvel não lhe poupei elogios, ainda que receoso de estar sob o efeito da hype. Passou-se um mês e mantenho a minha opinião, estamos perante uma das produções televisivas mais fortes dos últimos anos. Liderada por um núcleo feminino seguro e independente, é psicologicamente brutal (especialmente para as mulheres), abordando temas como agressão sexual e violação. O meu único desejo é que mantenham o elevado nível de qualidade na próxima temporada.



..2.. Unbreakable Kimmy Schmidt, Season 1
NOTA: 9/10 | TRAILER: AQUI

Kimmy Schmidt passou 15 anos presa com outras três mulheres num bunker. Vítimas de um fanático religioso que as convenceu do final da humanidade, são salvas e forçadas a redescobrir o mundo em que vivem. Não querendo voltar para a cidade natal, onde foi sequestrada, Kimmy muda-se para New York onde consegue um emprego na casa de uma madame rica, e divide um apartamento com Titus Andromedon.

Em Agosto escrevi uma publicação (AQUI) sobre esta série que infelizmente continua praticamente no anonimato. No espaço de dois dias devorei os 13 episódios de 20 minutos, tornando-se na minha nova série favorita de comédia. Até a abertura está espectacular. Inteligente, hilariante e repleta de personagens complexos e absolutamente cativantes, o núcleo central de protagonistas foi escolhido a dedo. Vou ser sincero, embora me divirta imenso com as peripécias que a personagem principal enfrenta por ter ficado desligada da sociedade durante década e meia, o melhor amigo gay em busca de fama é sem dúvida a melhor parte.



..1.. Mr. Robot, Season 1
NOTA: 9/10 | TRAILER: AQUI

Elliot é um jovem anti-social que trabalha como engenheiro informático numa empresa de ciber-segurança durante o dia, e à noite é um hacker/"justiceiro". Recrutado por um grupo de hackers activistas, os "fsociety", para derrubar o monopólio mundial da Evil Corp, empresa que ele é pago para proteger, o rapaz vai viver uma luta interna sobre destruir ou não o império dos seus empregadores, ao mesmo tempo que lida com problemas psicológicos.

Os críticos gostaram e o Ricardo também. Não se deixem enganar pela palavra "justiceiro". Elliot não é um super-herói, é o nerd sobre-dotado mais deprimente de sempre. Ainda não me conformei por ter considerado a revelação final previsível, mas afirmo com toda a convicção que há algum tempo que uma série não me deixava tão empolgado pela frescura do tema e a forma como é abordado. Tecnicamente os planos de imagem são geniais, a narrativa é extremamente actual  não estivessem os Anonymous e o universo dos hackers tão enraizados na sociedade mundial —, e a interpretação do Rami Malek é algo de transcendente.


Acompanham algumas das séries? Quais foram as vossas favoritas de 2015?

19 comentários:

  1. Oi, oi!

    Meldels. Tu vê "Please Like me"? Aqui no Brasil são poucas as pessoas que veem a série. Sempre que posso, saiu indicado. :D

    Eu nem sei o que falar porque várias séries da lista eu amo...

    Jessica Jones eu não sei porque deu toda essa muvuca. Eu não terminei ela ainda, e achei bem chatinha. Tem uma série da MTV chamada "Eye Candy" que lembra muito a Jessica e é beeeeeeeem melhor.

    Não me venha com desculpas

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    1. Por cá também nunca encontrei ninguém que veja "Please Like Me", mas sinceramente não me incomoda, é como se fosse "minha" haha.

      Sei que gostos não se discutem mas, comparar "Eye Candy" da MTV com a "Jessica Jones" e ainda dizer que é melhor, é no mínimo... interessante.

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  2. Quase não conheço as séries que aqui mencionaste mas ando a ver se tenho tempo para ver MR.Robot o mais rápido possivel!! De facto, recomendo "House of Cards" daqui até a lua, é uma grande série (:
    Grande beijinho,
    Madalena

    www.maadalenaaa.blogspot.com

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    1. Com críticas positivas e uma legião de fãs, já pensei em começar a ver "House of Cards" umas quantas vezes. Pode ser que seja este ano!

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  3. Mr. Robot é uma das melhores séries que já vi. Confesso que não consigo ganhar afinidade ao Elliot, porque o acho ligeiramente monocórdico e para mim, é só nesse sentido que a série peca. E eu ainda puxava a Jessica Jones para segundo lugar ahah. Mas escapando-me uma ou duas séries, adorei a crítica.

    THE PINK ELEPHANT SHOE | FACEBOOK | INSTAGRAM |

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    1. Por muito que adore a série, também não consigo estabelecer uma ligação com o protagonista, mas é exactamente esse o objectivo - o que só comprova o excelente trabalho de interpretação do Rami Malek. Confesso que tinha a "Jessica Jones" em segundo lugar (chegando mesmo a ponderar o primeiro), mas resolvi dar a prata à hilariante Kimmy Schmidt.

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  4. Confesso que já vi mais séries, o facto de ter de esperar um ano por temporada desmotiva um bocadinho a coisa :P mas vejo ainda Once Upon a Time, Orphan Black e NCIS Los Angeles recentemente xD

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  5. Muito legal o post! Infelizmente só podemos considerar a primeira temporada de True Detective mesmo :(
    Já das que tu gostaste, só assisti Jessica Jones e é muito incrível mesmo. Espero que a qualidade se mantenha!
    boa semana :)

    Red Behavior

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    1. Depois de uma primeira temporada magnífica de "True Detective", fiquei para morrer com o que fizeram na segunda. Nem sei o que esperar para a próxima!

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  6. Nao costumo andar muito a par de filmes nem series como já tinha dito mas apresentas sempre otimas sugestões, adoro!

    Abraço (:
    NEW POST! Work Out To Do After Christmas Season

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  7. Orphan Black e The Fall são as únicas séries desta lista que acompanho, contudo não constam no meu top. How to get away with murder, Blindspot, IZombie e Quantico fizeram o meu ano em 2015, entre muitas outras

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    1. Não vejo "IZombie", mas acompanho as outras três. Embora não desgoste, nunca colocaria "Quantico" no top. Tenho estado bastante interessado no mistério de "Blindspot", espero que tenhamos respostas em breve!

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  8. Ainda não vi a segunda temporadaq de Penny Dreadful, mas vi Mr Robot e Daedevil e gostei imenso de ambas.
    Acho que falta aí na lista Sense8, que foi uma das melhores séries que vi nos últimos tempos.

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  9. Estou curiosa com o Mr. Robot, Jessica Jones e Daredevil! Mas a sério que quero mesmo ver e que vai estrear entretanto é o Code Black, quero mesmo ver essa!

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  10. Estou ansioso pela segunda temporada de Mr. Robot. Vamos lá ver se continua a ser uma boa série.
    Desconhecia totalmente "Please, like me" mas pareceu-me divertida vou começar a ver.
    Não sei se gostas de magia, começou agora um série "The Magicians" e pelo primeiro episódio pareceu-me bem interessante.

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  11. Fiquei surpreendido por ver UKS em segundo lugar! Vi a temporada completa em poucos dias também e adorei a série, mas não a considero das melhores deste ano - talvez o facto de eu não gostar muito de séries de comédia influencie esta situação. Anyway, já sabes que adorei Mr. Robot. Pretendo rever a temporada antes da nova estrear, pois sinto que me faltaram alguns detalhes. É uma série complicada.

    Sobre as restantes... já tenho Jessica Jones aqui no computador para ver. Falta saber quando começo!

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  12. Confesso que não conheço nenhuma das que incluíste no top, mas agradeço porque estava a precisar de novas séries. Vejo as típicas: adoro o House of Cards (vê, pelos gostos que tenho visto nos teus tops acredito que vás gostar), assisto fielmente ao Game of Thrones, a Modern Family terá sempre um lugar no meu coração e depois tenho outras às quais vou assistindo de vez em quando. Como estas só ocupam a primeira metade do ano, na outra metade sou uma infeliz. Mas isso vai acabar! Haha. Vou certamente começar a ver o Mr. Robot e o Transparent. O The Fall tem um trailer que é, no mínimo, intrigante. Acho que também lhe vou dar uma hipótese. São raras as séries que detesto, mas Walking Dead tem o primeiro lugar nesse pódio - simplesmente não suporto.
    Também já ouvi falar imenso da "Orange is the new black", mas o trailer nunca chamou por mim. Percebi que é das tuas favoritas, tenho pena que não tenhas feito uma review. Vale mesmo a pena?

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  13. Olá :) Acompanho quase todas as séries que mencionastes, as minhas preferidas do teu top são Jessica Jones e Daredevil. Fiquei interessado pela série The Fall, já li muitos comentários favoráveis e adoro a temática serial killer. Vou tentar ver, logo digo-te a minha opinião :)

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  14. Da tua lista acompanho Orphan Black.. mas ainda só vi a primeira temporada, estou curiosa com o seguimento da história, mas estou algo reticente com tudo o que dizem.. vamos ver o que vou achar.
    Mas gostei da tua lista porque descobri aqui duas séries que não conhecia e que fiquei curiosa..

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