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sexta-feira, 24 de março de 2017

(+) 5 Factos Sobre Mim


#1. Detector de gravidezes

Parece que o meu faro de cão polícia vai muito além das propriedades olfactivas. A minha veia vidente é bastante activa, especialmente no que toca a desgraças ou o contrário, gravidezes (depende de que lado desta questão vocês se encontram). Até ao momento já adivinhei três, um feito que me deixou orgulhoso e igualmente assustado. Amigas, ou pessoas mais próximas, já temem o dia em que chegue ao pé delas e profira a frase "estás grávida, não estás?". Não vos consigo explicar como nem porquê, mas quando olho para as "sortudas" (ou não), é como se tivessem um sinal luminoso em cima da cabeça.

#2. Sou um sempre-em-pé

Foi só a mim que este sub-título soou um nadinha ordinário? Problemas de mentes perversas. Não, efectivamente o termo "sempre-em-pé" não se deve a conteúdo erótico nem pela forma robusta dos bonecos, mas pelo facto de estarem quase sempre na eminência de cair e se safarem. Em criança, era daqueles miúdos que tinha sempre nódoas negras nas pernas por estar constantemente a cair. Avançamos uns anos e apesar do índice de quedas ter diminuído (se bem que faz hoje duas semanas que me espatifei numas escadas rolantes), estou constantemente a desequilibrar-me. Sim, já sei que isso pode significar problemas de audição, mas já fiz exames e tenho ouvidos de tísico. Certo é que agora já nem estranham quando estou em pé, parado, e do nada tropeço em algo invisível. É isso e as probabilidades de me levantar e ir contra alguma coisa. Enfim, I'm clumsy.

#3. Combino a roupa exterior com a interior

Se há coisa que a moda deixou de ser é matchy-matchy, mas o Ricardinho foi ensinado pela mamã a combinar tudo e agora é complicado sair desse mind set. A mês e meio de completar 25 anos (dói-me imenso escrever isto), ainda mantenho o mesmo raciocínio lógico (discutível) de vestir meias e boxers nos mesmo tons que uma camisola, por exemplo. Acredito piamente que não sou o único a fazer isto, mas não deixa de ser um bocado absurdo. Ia dizer que se um dia me vissem com roupa interior a destoar da exterior é porque algo de errado se passava, mas tudo nessa frase é errado. 

#4. Ando sempre com uma moeda de 1 ou 5 cêntimos comigo

Não me recordo do momento preciso em que esta superstição começou, mas foi algures durante o período universitário. Seja na mochila ou no bolso do casaco, tenho o hábito de andar com uma moeda de 1 ou 5 cêntimos. Tornou-se numa espécie de talismã, não me perguntem porquê. Se trocar de mala e não tiver lá a maldita moeda, penso logo que me vai acontecer alguma coisa. Claro que é uma estupidez, mas fazer o quê.

#5. Em criança falava perfeitamente PT-BR

Não é segredo nenhum que sou apreciador das telenovelas, especialmente brasileiras. Os nossos irmãos do outro lado do oceano são os melhores nesta arte e por isso mesmo, habituei-me a vê-los desde criança. O certo é que este interesse que, na altura, me levava a acompanhar de três a quatro produções televisivas, me tornou fluente em português do Brasil falado. Digamos que se não me conhecessem e falasse com vocês pela primeira vez naquele registo, ficavam convencidos que não era português de gema. Infelizmente com o passar dos anos perdi esta habilidade, mas ainda utilizo algumas expressões como "cafajeste" por as considerar hilariantes.


Temos particularidades em comum? 

quarta-feira, 22 de março de 2017

Sound the Alarm ⤫ Álbuns a ouvir #28


1. Zara Larsson  So Good
MUST LISTEN: ONE MISSISSIPISYMPHONY | LUSH LIFE | NEVER FORGET YOU

Dois anos e cinco singles depois, o primeiro álbum internacional da Zara Larsson foi finalmente lançado. Infelizmente, não faz jus ao nome. So Good é o exemplo perfeito de uma artista cheia de potencial com uma crise de identidade. A cantora sueca é perita em absorver o som de outros colegas, mas ainda não conseguiu encontrar o seu. Perdida entre batidas de discoteca, baladas/midtempos desnecessárias e faixas à la Rihanna ("Sundown"), estamos perante uma grande confusão.

Nem tudo é negativo. Além de uma voz absolutamente fenomenal, especialmente destacada na minha canção favorita, "One Mississipi", a jovem de 19 anos está no seu melhor na eterna summer jam, "Lush Life", uma das melhores faixas pop dos últimos anos. O mesmo se aplica à "Never Forget You", em parceria com o MNEK, e a mais recente colaboração com os Clean Bandit, "Symphony decisão sábia incluir esta, é de longe uma das melhores do álbum. 

Estou bastante decepcionado com o resultado final. Gosto bastante da Zara mas além de pouco coesa, a qualidade das letras é desastrosa. Se é ela a escrever ou alguém por ela, precisam praticar o quanto antes. Permitirem que a frase de abertura da "Only You" seja I don't wanna shower even if I stink, é simplesmente ridículo e só contribui para o desastre que é essa faixa. Espero que depois de ouvir o cd umas 20x o sentimento seja mais positivo.

2. Jessica Sutta  I Say Yes
MUST LISTEN: DISTORTION | FOREVER | REIGN | CAN'T TAKE NO MORE

Provavelmente não conhecem o nome Jessica Sutta, mas se vos disser que ela era uma das Pussycat Dolls, talvez se faça uma luz. Após uma eternidade de singles, incluindo o hit "Show Me" que lhe valeu um #1 no top de Dance Club Songs da Billboard, feito repetido com a genial "Distortion", chega-nos o álbum de estreia I Say Yes. Sob o nome artístico de JSutta, a cantora norte-americana tornou-se numa espécie de rainha da música POP electrónica underground, graças a uma colecção de faixas prontas para as pistas de dança.

Tendo em conta que a Jessica é uma artista independente, há que aplaudir a dedicação e força de vontade em partilhar o seu trabalho. Os vídeos podem não ter o orçamento que outras estrelas do meio possuem, mas o mais importante está lá, música boa. Se é o meu género favorito? Não, mas quando um produto é bom, só me resta admiti-lo. A meio deste projecto de 15 faixas, as coisas descambam um bocado, em parte por causa das colaborações questionáveis, mas de uma maneira geral, estou bastante impressionado. Não só provou que, de facto, canta, como nos brindou com autênticas jams como a "Distortion", "Forever" e "Reign".

3. Khalid  American Teen
MUST LISTEN: AMERICAN TEEN | LOCATION | YOUNG DUMB & BROKE | 8TEEN | LET'S GO

Uma das melhores coisas da indústria musical é o facto de estar constantemente a sair fornadas de novos artistas. Ainda melhor que isso é quando eles são geniais como o Khalid. Com apenas 19 anos de idade, lançou um brilhante álbum de estreia. American Teen é uma ode à juventude, liberdade e lida com temas como a tecnologia, amor e auto-descoberta. Ou seja, se há alguém que compreende e sabe vocalizar o que é ser jovem, é o jovem norte-americano.

O disco é coeso, a narrativa flui bem e os vocais do Khalid são divinais. Ele consegue ter uma voz gentil e simultaneamente poderosa, mantendo uma qualidade melódica a cima da média. Acredito piamente que se o guiarem bem, estamos perante uma estrela in the making. Apesar de sete das 15 canções do álbum terem sido anteriormente lançadas como singles, não perde em momento nenhum o brilho. Num misto de Frank Ocean e Gallant, garanto-vos que não se vão arrepender de ouvir este trabalho.

4. Ed Sheeran  ÷
MUST LISTEN: SHAPE OF YOU | CASTLE ON THE HILL | GALWAY GIRL | HAPPIER

Oh Ed, what have you done? No mês passado assumi publicamente que não apreciava o Ed Sheeran e que este Divide seria o primeiro álbum dele que iria ouvir por estar viciado na "Shape of You". Assim o fiz e... meh. Do pouco que conheço do Multiply, este disco não parece mais que uma tentativa gritante de superar o sucesso do anterior, em especial da canção "Thinking Out Loud".

O meu maior problema com este projecto é a (des)organização das faixas. Incomoda-me imenso que não exista qualquer tipo de cuidado em seguir um raciocínio lógico e melódico. Em vez disso levamos com um vai-vem de "balada vs. animação". Que o Ed Sheeran seja um óptimo escritor musical nós já sabemos, mas desta vez ele abusou nos clichés românticos banhados a azeite. Pior que isso foi a faixa "New Man", onde faz pouco do rapaz com quem a ex-namorada está, por "branquear" o rabo, acompanhar as Kardashians e usar uma mala de homem. Vindo de alguém que já referiu imensas vezes que não era o rapaz mais popular e provavelmente também deve ter sido gozado, conseguiu revelar-se um verdadeiro asshole

Feitas as contas, as duas melhores fatias desta colectânea mantêm-se os singles "Shape of You" (aka. a irmã mais nova da "Cheap Thrills" da Sia) e "Castle on the Hill". Muitos detestam a "Galway Girl", mas adoro a influência irlandesa na produção. 

OUTROS ÁLBUNS A OUVIR (AQUI)

Já ouviram algum dos quatro álbuns/ep's? Qual é o vosso favorito?

segunda-feira, 20 de março de 2017

Beauty & the Kiehl's


Quem me conhece sabe que apesar de me preocupar bastante com a imagem, nunca fui pessoa de recorrer a produtos de cosmética. Sou um grande apologista de quanto menos trabalho, melhor. Em contrapartida, os meus problemas de negação com o avançar da idade levaram-me a desenvolver um interesse no mundo dos cremes e afins.

Aproveitando o facto de namorar com uma beauty guru (obrigado pelo título), pedi-lhe umas luzes sobre o que deveria começar a utilizar para manter o ar jovial e saudável. A resposta foi imediata: Kiehl's. Embora já tivesse ouvido falar da marca, a verdade é que pensava que estavam direccionados para o sexo feminino. Após entrar numa das várias lojas espalhadas pelo país, tornou-se evidente que se preocupam e muito com o público masculino. Aliás, basta olhar para a componente estética das embalagens, com uma vibe vintage dos anos 1950, para perceber.


Numa primeira instância, resolvi investir no Facial Fuel Energizing Face Wash. Ao final do dia, após a correria urbana que é a nossa vida, aplicar este gel no rosto cansado é o equivalente a ver a luz ao fundo do túnel. A primeira coisa que sentimos é o mentol refrescante. Ao esfregar em círculos para cima e fora (as coisas que eu aprendo), percebemos que contrariamente a muitos concorrentes, o produto remove as impurezas e oleosidade superficial, sem deixar a pele seca ou a necessitar de uma hidratação S.O.S.

Graças a uma composição rica no já referido mentol, cafeína e vitamina E  incluindo extractos de casca de laranja e limão  o odor é agradável e a fórmula cumpre na perfeição o seu objectivo. A sério, sou um zero à esquerda no que toca a "produtos de beleza" (penso que se nota ao longo do texto), mas agora que experimentei este Face Wash, noto o quão "pesada" a pele do rosto fica ao final do dia devido a toda a poluição invisível a que estamos sujeitos. Noto uma pele mais saudável e já não consigo abdicar deste produto na minha rotina diária. Ainda não sei qual será a minha próxima aquisição, mas fica prometido um update.


Antes de finalizar, queria salientar que esta publicação não foi, de todo, patrocinada. Como sabem este espaço é tudo menos direccionado para a área da cosmética, portanto o meu testemunho baseia-se única e exclusivamente na minha experiência pessoal e vontade de partilhar algo que considero genuinamente bom.


Conhecem a Kiehl's? Que produtos faciais utilizam?

sexta-feira, 17 de março de 2017

Ricardo, o cão de família


Ao longo destes quase dois anos de existência blogosférica, com certeza já me viram utilizar a expressão "cão de família" para me descrever  além de "cão polícia". Abstendo-me de trocadilhos rafeiros, o certo é que acredito piamente que partilho desta particularidade tão habitual nos nossos amigos de quatro patas. Sou um ávido apreciador de tempo só para mim e para me dedicar única e exclusivamente a trivialidades que me façam feliz, sem necessitar de interferências externas. Dito isto, existem actividades que prefiro fazer ou viver com uma ocupação superior a 1.

Não é segredo para ninguém que o Natal é a minha época favorita do ano. Além da comida, que adoro de morte, o principal ingrediente para este "fascínio" é a reunião familiar. Vá, não revirem os olhos que prometo não ser lamechas. Não sou uma pessoa muito melosa por natureza (OK, depende), mas aquece-me o coração ver a casa cheia de gente. Sofro do síndrome de família rica da telenovela. Nunca repararam que nas produções televisivas o núcleo familiar das personagens com dinheiro vive todo debaixo do mesmo tecto? (eu que veja alguém a escrever "teto", apago-vos da minha existência). Então, é mais ou menos isso, mas sem a parte em que tenho uma conta recheada.

Não digo que fosse adorar viver com o meu avô, tios e primos, especialmente no que toca aos decibéis que alguns membros utilizam para se comunicar, mas contentava-me com programas familiares mais regulares do que as festividades anuais. Posso nem sempre demonstrá-lo, mas gosto genuinamente "dos meus", e se pudesse passava mais tempo com eles. Não sei, mas penso que temos que aproveitar enquanto estamos todos cá, e não chorar arrependimentos um dia mais tarde.

Apesar de muitas vezes me fechar no meu mundo, leia-se quarto, a verdade é que gosto e preciso de companhia. O ser humano não foi feito para estar sozinho, por muito que se tentem convencer do contrário. Independentemente de apreciar um belo monólogo interno, socializar, conversar e viver é muito melhor a dois, três ou quatro do que solo. Já cantavam o Ricky Martin e a Christina Aguilera no seu hit do ano 2000, "Nobody Wants to Be lonely". Sim, era obcecado com esta piroseira.


São cães de família ou vira-latas solitários?

quarta-feira, 15 de março de 2017

CINEMA ⤫ Pocket Reviews #25










SINOPSE: Elaine é uma jovem bruxa que, após a morte do marido, muda-se de São Francisco para uma cidade do interior em busca de um novo amor. Através dos seus feitiços e poções mágicas, ela consegue colocar qualquer homem aos seus pés. Infelizmente, nem tudo corre como era suposto e os alvos masculinos acabam por sofrer terríveis efeitos secundários, talvez até mortais... 

OPINIÃO: Considerado por muitos como um dos melhores filmes do ano passado, The Love Witch, é uma espécie de comédia com elementos de terror que homenageia o cinema exploitation das décadas de 60 e 70. A combinação do guarda-roupa, penteados e até técnicas de filmagem retro, típicos da altura, e carros, telemóveis e outros objectos mais modernos, resultam num verdadeiro orgasmo visual.

Escrita, produzida, dirigida e editada por Anne Biller, a obra não descansa na componente visual. O conteúdo é bastante pertinente ao utilizar a temática da bruxaria para abordar problemáticas relevantes como o feminismo, a independência e potencial das mulheres, assim como os seus desejos.

Não sendo um filme que nos faça rir ou tão pouco assustar, The Love Witch, é uma longa-metragem que merece ser acompanhada com calma e prazer. Aliás, o único ponto negativo é mesmo a duração excessiva de 2h. A protagonista, Samantha Robinson, evoca ícones como a Morticia Adams e a Elvira, enquanto demonstra na perfeição aquele bad acting típico de muitos clássicos de época. Garanto-vos que se o tivesse visto a tempo, entraria para o meu TOP 20 MOVIES OF 2016.



SINOPSE: Elizabeth Sloane é uma lobista que todos temem e desejam por ser capaz qualquer coisa para atingir os seus objectivos. Quando à sua empresa chega um magnata que quer ajuda para um caso que envolve o comércio de armas, ela tem outros planos.

OPINIÃO: Admito que me deixei influenciar pela papelão da Jessica Chastain quando classifiquei este filme, portanto relevem aquele número. Longe de ser memorável, Miss Sloane, só vale mesmo pela actriz principal e pelas suas reviravoltas  se bem que um tanto ao quanto previsíveis.

A actriz de Zero Dark Thirty e The Help já tinha trabalhado com o realizador, John Madden, em Doubt, e este reencontro foi... insonso. Arrisco-me a dizer que Elizabeth Sloane é das personagens mais sombrias, perturbadas e frias que ela já interpretou. Sozinha, infeliz e extremamente manipuladora, a única coisa que abona a seu favor é o corte de cabelo e o guarda-roupa.

A Chastain entregou-se de corpo e alma a um papel que, apesar de tudo, era exigente e com um guião demasiado extenso (mais um com 2h). Não fosse a sua bitchiness e carisma, o resultado final teria sido absolutamente desastroso. 











SINOPSE: No futuro a humanidade foi infectada por um fungo que transforma as pessoas numa espécie de zombies, sedentos de carne humana. Numa base militar, conduzem-se experiências em crianças infectadas que parecem conseguir controlar os instintos animalescos. Quando o laboratório é invadido, um grupo de sobreviventes e a pequena Melanie partem em busca de um porto de abrigo.

OPINIÃO: Sou um fã assumido do sub-género zombie, em parte graças a produções soberbas como os britânicos 28 Days Later, a sequela, 28 Weeks Later, e Shaun of the Dead. Escusado será dizer que o grau de excitação era elevado. Felizmente, esta Girl With All The Gifts não decepcionou e provou, mais uma vez, que os brits do it better.

Baseado no livro homónimo de Mike Carey, que também assina o argumento, a história é contada quase inteiramente do ponto de vista da Melanie (Sennia Nanua), uma jovem que foi infectada no útero da mãe. Apesar da temática já saturada, a produção consegue inovar, e o facto de não utilizar a violência como consequência directa do sofrimento, é refrescante. 

Um ponto interessante a salientar é o facto de ser complicado apontar quem são os heróis e vilões. Se por um lado os "bonzinhos" passam por riscos desnecessários devido à sua ingenuidade, os "malvados" tomam atitudes racionais para a continuidade da civilização e que, dentro do contexto, é difícil condenar. Esta questão é brilhantemente personificada pela Glenn Close e Gemma Arterton.


SINOPSE: Naufragado numa aparente ilha deserta, Hank ia suicidar-se quando vê um corpo dar à costa. Quando se apercebe que a pessoa está morta, o jovem baptiza o novo companheiro de Manny e através da amizade que surge entre os dois, encontra a força e esperança necessárias para embarcar numa viagem de volta a casa.

OPINIÃO: Se me dissessem que um dia ia ver um filme sobre um cadáver flatulento com genitais-bússola, interpretado pelo eterno Harry Potter, Daniel Radcliffe, e adorá-lo, provavelmente ia pensar que tinham fumado alguma coisa. Totalmente sóbrio, é com um enorme choque e apoiado de um discurso popularucho que admito, Swiss Army Man é um filme do caraças!

Ultrapassando a superfície bizarra, vamos encontrar uma mensagem extremamente importante sobre a perigosa relação entre a depressão e a solidão crónica. Através de momentos tão wtf que nos deixam simultaneamente a rir e confusos, chegamos ao final a torcer que a relação entre o Hank e o morto dure para sempre. A linha entre a imaginação e realidade é bem ténue.

É uma história bastante original, criativa, pura, e tecnicamente perfeita. Tanto a banda sonora, efeitos especiais, e realização estão perfeitos. Imaginem uma versão Cast Away sob efeito de substâncias ilícitas. Está sensacional, a sério.

Já viram algum dos quatro filmes? Qual é o vosso favorito e o que gostaram menos?

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